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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ENGANAMOS CONAN DOYLE


Em 1917, duas simples meninas adolescentes em Yorkshire produziram fotos que tinham tirado de fadas em seu jardim. Elsie Wright (6) e sua prima Frances Griffiths (10) usaram uma máquina fotográfica simples e dizia-se que não possuíam qualquer conhecimento de fotografia ou truques fotográficos.
Uma das meninas, observando as
 fadinhas num arbusto brincando.
Peritos fotográficos que foram consultados declararam que nenhum dos negativos tinham sido forjados, não havia nenhuma evidência de dupla exposição e que um borrão leve de uma das fadas na fotografia número 1 indicava que a fada estava se movendo durante a exposição de 1/50 ou 1/100 segundos. Eles pareciam não sequer entender a explicação mais simples de que as fadas eram recortes de papel simples fixados nos arbustos, balançando ligeiramente com a brisa. Conan Doyle e outros crentes também não estavam aborrecidos pelo fato de que as asas das fadas nunca mostravam borrões de movimento, até mesmo na imagem da fada calmamente posada de pé em pleno ar. Aparentemente asas de fada não funcionam como as asas de um beija-flor.
 Foto 2 Frances, uma 
das meninas, conversando
 com um suposto duende.
Quase ninguém pode olhar para estas fotografias hoje e aceitá-las como qualquer coisa que não fraudes. A iluminação nas fadas não combina com a das meninas. As figuras das fadas têm uma aparência plana, de recorte. Mas espiritualistas e outros, que preferem um mundo de magia e fantasia, aceitaram as fotografias como evidência genuína para fadas.
Foto 3, de novo á menina
 fotografada com uma fadinha
 bem proxima do seu rosto. 
Sir Arthur Conan Doyle ( Sir uma honrosa condecoração feita pelo rei ou rainha de um pais monárquico, que significa senhor de algo ou domínio, um titulo de nobreza abaixo de Barão, nesse caso Conan Doyle foi condecorado pelo rei Eduardo VII  em 1902), não apenas aceitou estas fotografias como genuínas, ele até escreveu dois panfletos e um livro que atestavam a autenticidade destas fotografias, incluindo muito folclore de fadas adicional. O livro dele, A Vinda das Fadas (The Coming of the Fairies), ainda é publicado, e algumas pessoas ainda acreditam que as fotografias são autênticas. Os livros de Doyle são leitura muito interessante até mesmo hoje. A convicção de Doyle no espiritualismo convenceu muitas pessoas de que o criador de Sherlock Holmes não era tão brilhante quanto a criação fictícia dele.
 Á ultima das fotos mostra á fadinha
 oferecendo uma flor para Elsie.
Alguns pensaram que Conan Doyle estava louco, mas ele defendeu a realidade de fadas com toda a evidência que pôde encontrar. Ele se opôs aos argumentos dos descrentes. Na realidade, os argumentos dele soam surpreendentemente semelhantes sob todos os aspectos a livros atuais promovendo a idéia de que seres alienígenas nos visitam em OVNIs. Robert Sheaffer escreveu um artigo inteligente traçando estes paralelos de forma maravlihosa. 
O criador do fantastico Sherlock
 Holmes e o seu fiel mordomo Watson,
 foi enganado por duas simples crianças!

Com o passar dos anos persistiu o mistério. Só alguns fanáticos acreditaram que as fotografias eram de fadas reais, mas o mistério dos detalhes de como (e por que) elas foram feitas continuou fascinando os estudantes sérios de brincadeiras, fraudes e enganações. Na verdade ele não foi enganado pelas crianças mas deixou-se ser enganado, ele quis acreditar naquela historia fantasiosa, e continuar vivendo em mundos paralelos, ainda nos dias de hoje muitas pessoas também se deixam enganar por historias fantasticas de ocultismos de imagens e falsos deuses, o ceticismo em pleno seculo XXI, ainda domina as mentes humanas, á Biblia Sagrada sabiamente prega num versiculo que diz: Conhecereis á verdade e ela vos libertaras (João capitulo 8 versiculo 32).
Sir Arthur Conan Doyle, era 
fascinado por assuntos de 
espiritualidade e ocultimo.
 Que se pesquisarem um pouco, conseguiriam facilmente descobrir as verdades, mas preferem fingir que acreditam, e vivem se auto-enganando e acorrentadas á uma pseudo prisão karmatica, porque á verdade as vezes pode causar traumas passageiros,  e á mentira causara uma falsa impressão de alivio, que se tornara um monstro, e quando vier á tona causara danos terriveis e incuraveis. 
Quando as meninas (já adultas) foram entrevistadas, suas respostas eram evasivas. Em uma entrevista da BBC em 1975 Elsie disse: "Eu lhe contei que elas são fotografias de invenções de nossa imaginação e é nisso que vou insistir". Em 1977 Fred Gettings tropeçou em evidência importante enquanto trabalhava em um estudo de ilustrações de livro do começo do século XIX. Ele achou desenhos por Claude A. Shepperson no livro infantil de 1915 que as meninas poderiam ter facilmente possuído, e que eram, sem dúvida, os modelos para as fadas que apareceram nas fotografias.
Houldini, preso em varios cadeados
 e correntes , se desvencilhava
 desses facilmente, ele também ficava
 por varios minutos embaixo d´agua sem respirar.
Isso tudo poderia ter sido evitado se o escritor e grande criador do maior detetive de todos os tempos, Sherlock Holmes, tivesse deixado o detetive investigar essa historia, fatalmente com sua astúcia e infinita perspicacia  ele rapidamente traria á verdade á tona, mas acontece que Sir Arthur Conan Doyle vivia praticamente em dois mundos paralelos o mundo real e o mundo das fantasias, por onde o escritor era vidrado por historias de espiritualismo,  misterios e ilusionismo.
Ele também era um grande amigo do magico  Harry Houdini (Ehrich Weiss), que é considerado o maior magico ilusionista de todos os tempos.
Fonte Wikipedia.
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