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sábado, 26 de agosto de 2023

MORTE NAS ALTURAS.

Com o lançamento do filme “Everest”, baseado em fatos reais ocorridos em 1996 e relatados no livro best-seller de Jon Krakauer, “No Ar Rarefeito”, abre a polêmica das centenas de mortes ocorridas no Monte Everest e os corpos que ficaram espalhados pela montanha. A primeira escalada bem sucedida ao topo foi feita por Edmund Hillary e Tenzing Norgay, em 1953, porém antes disso já havia ocorrido mortes, como numa expedição de George Mallory em 1922, que matou sete sherpas numa avalanche e do próprio George e seu companheiro de escalada, Andrew Irvine em 1924. Os nepaleses que vivem ao sul do Monte Everest, o chamam de Sagarmatha, que pode ser traduzido como Teto do céu. Já os tibetanos que vivem ao norte da montanha a chamam de Chomolungma ou deusa mãe do mundo, mas localmente, não por nada que o povo sherpa, chamam a montanha de A montanha da morte“.
Um lugar karmico e que guarda muitos
 segredos inacessíveis ao homem.
Uma beleza indescritível, com uma 
serenidade angelical, porem muito sinistro.
Todos os dias filas e mais filas de
 escaladores se juntam para desafiar 
a montanha mais alta do mundo.
Talvez de todas as mortes, a mais conhecida, são os restos mortais abandonado na montanha de Tsewang Paljor, um jovem escalador indiano que perdeu a vida, junto com outros dois colegas, tentando ajudar outros escaladores, também na trágica tempestade relatada por Jon Krakauer, no trecho conhecido como “Esforço Final” (Final Push) do lado Nordeste, entre o Acampamento VI, a 823 metros, e o cume. Corpo esse que ficou conhecido como Botas Verdes“, por estar o escalador morto, usado botas verdes fluorescentes. Para saber da história de Tsewang Paljor, Com o lançamento do filme “Everest”, baseado em fatos reais ocorridos em 1996 e relatados no livro best-seller de Jon Krakauer, “No Ar Rarefeito”, abre a polêmica das centenas de mortes ocorridas no Monte Everest e os corpos que ficaram espalhados pela montanha. 
Uma subida lenta e muito dificil, 
devido as baixas temperaturas, ventos
 e avalanches, que tragam as vidas 
de muitos aventureiros todos os dias.
Desafiar a montanha é o mesmo que 
desafiar a propria morte e muitos 
acabam ficando pelo caminho.
Qualquer acidente pode se tornar 
trágico, pois as condições para
 um resgate são dificílimas ao extremo.
A primeira escalada bem sucedida ao topo foi feita por Edmund Hillary e Tenzing Norgay, em 1953, porém antes disso já havia ocorrido mortes, como numa expedição de George Mallory em 1922, que matou sete sherpas numa avalanche e do próprio George e seu companheiro de escalada, Andrew Irvine em 1924. Os nepaleses que vivem ao sul do Monte Everest, o chamam de Sagarmatha, que pode ser traduzido como Teto do céu. Já os tibetanos que vivem ao norte da montanha a chamam de Chomolungma ou deusa mãe do mundo, mas localmente, não por nada que o povo sherpa, chamam a montanha de A montanha da morte“. Talvez de todas as mortes, a mais conhecida, são os restos mortais abandonado na montanha de Tsewang Paljor, um jovem escalador indiano que perdeu a vida.
Tsewang Paljor, um escalador indiano
 morreu tentando se esconder de uma
 tempestade, e seu corpo agora fica 
como um ponto de referencia aos
 demais  alpinistas, conhecido
 como o "botas verdes".
Shriya Shah-Klorfine morreu em 2012, 
enquanto descia, ele ficou 25 minutos
 no cume comemorando a subida, e 
ficou sem oxigenio para descer.
Hannelore Schmatz, uma alpinista alemã, morreu
 em 1979, por exaustão e congelamento,
 a apenas 100 metros do acampamento.
Junto com outros dois colegas, tentando ajudar outros escaladores, também na trágica tempestade relatada por Jon Krakauer, no trecho conhecido como “Esforço Final” (Final Push) do lado Nordeste, entre o Acampamento VI, a 823 metros, e o cume. Corpo esse que ficou conhecido como Botas Verdes“, por estar o escalador morto, usado botas verdes fluorescentes. Por décadas, uma corda leva alpinistas ao cume e passa pelo que ficou conhecido como Caverna das Botas Verdes. Uma pequena beirada de pedras calcárias à 8.500 metros, que já era famosa entre os alpinistas pela mesma razão de ter ganhado este nome. O corpo de Paljor, tem sido um macabro ponto de referência para todo alpinista na rota Nordeste, caído e encolhido em posição fetal, calçando suas botas de montanhismo de cor verde. 
Francys Distefano-Arsentiev, uma americana
 e primeira mulher a chegar ao topo sem 
o cilindro de oxigênio, ela morreu de
 edema cerebral e congelamento.
George Mallory, esse alpinista e seu 
companheiro de escalada Andrew Irvine, 
morreram em 1924, e seus corpos so foram
 encontrados em 1999, 75 anos depois,
 esse é o resultado de alguns  que 
se atrevem a desafiar a montanha.
David Sharp, um alpinista britânico que 
morreu em 2006, enquanto descia a 
montanha e parou perto do "botas 
verdes"para descansar, ele congelou.
Para quem pretendesse chegar ao topo pela rota Nordeste, praticamente tinha que cruzar as pernas do indiano, deitado de lado, como se estivesse dormindo, no meio do caminho. Para cada dez montanhistas que chegaram ao cume, a montanha resolveu tomar um deles para si. Desde a histórica chegada do primeiro homem ao topo, mais de 220 pessoas já morreram, e a triste realidade das horríveis condições do Esforço Final fez com que 150 corpos jamais tenham sido recuperados – e provavelmente jamais serão. Eles ainda está lá, quase todos na Zona da Morte. As mortes podem ser causadas pela falta de oxigênio, pelo frio, insuficiência cardíaca, queimaduras, avalanches, deslizamentos, fendas traiçoeiras e ferimentos.
Fonte Magnus Mundi.

HOMENS DE PRETO.

Desde a década de 1940, época em houve o início da grande repercussão sobre o avistamento de OVNI's, existem relatos de pessoas envolvidas com os avistamento, que as mesmas foram visitadas por misteriosos homens vestidos de preto.
Esses misteriosos homens surgiam misteriosamente sabendo de todos os detalhes dos avistamentos, endereço das testemunhas, nome de familiares, coordenadas dos locais onde ocorreram os avistamentos, de documentos existentes, e em alguns casos, até sobre materiais colhidos em locais onde as pessoas disseram que tiveram "contato" com naves ou seres extraterrestres. Esses misteriosos homens, segundo descrições, vestiam ternos pretos, camisas brancas, gravatas pretas, chapéus pretos e sapatos impecavelmente brilhantes e limpos.
Seriam os homens de preto agentes 
especiais a serviço do governo 
americano ou seriam eles 
agentes extraterrestres?

Eles sempre aparecem notoriamente 
nas ocorrências de O.V.N.I.s, e logo 
desaparecem sem deixar nenhum rastro. 

Eles chegariam em carros antigos também de cor preta, sendo que as placas desses veículos, quando pesquisadas, não existiriam no cadastro nacional de veículos. A aparência misteriosa dos M.I.B. é complementada por relatos estranhos, como o de que teriam sido vistos cruzando um campo encharcado após fortes chuvas e chegando ao outro lado sem nenhum traço de lama em seus sapatos brilhantes. Ou então vestiriam apenas um fino casaco em dias de um frio congelante. Uma testemunha teria sido visitada por um M.I.B. que apresentava um fio verde implantado ao longo de sua perna (exposto quando a perna de sua calça subiu ao sentar-se). Um M.I.B. teria desintegrado uma moeda em sua mão, avisando à testemunha que o mesmo aconteceria com seu coração se ela contasse o que tinha visto.

Sempre muito bem informados e 
elegantes, chamam a atenção por 
suas condutas nem um pouco discreta.
Interrogando pessoas de maneira bem
 contundente, deixando para trás 
um imenso rastro de mistério.

Segundo testemunhas, sua aparência também era estranha, sendo de cor pálida, pele sem brilho e com olhos escuros com um tom anormal. Seu semblante não demonstrava emoções, tendo um comportamento frio e calculista. Segundo as pessoas que tiveram contato com esses misteriosos homens de preto, quando eles entravam em contato com as testemunhas de casos ufológicos, ameaçavam as pessoas e as persuadiam à não comentar sobre o que haviam visto, e quando na existência de alguma prova material, eles também as levavam consigo em sua partida. Mas quem seriam esses misteriosos homens de preto? De onde viriam? Trabalhariam para alguma agência governamental de segurança, ou segundo alguns ufólogos e criadores de teorias da conspiração, seriam eles também alienígenas tentando apagar as provas de sua visita em nosso planeta?
O filme M.I.B. Homens de Preto, 
é uma sátira a verdadeira historia 
dos homens de preto.
Will Smith e Tommy Lee Jones interpretam 
 dois agentes especializados em 
identificar e capturar extraterrestres.

Os misteriosos Homens de Preto tendem a oferecer uma pequena explicação para a sua aparência, deixando um rastro de dúvida e confusão por onde passam. As pessoas que encontram eles costumam relatar ter uma sensação de intimidação e assédio. O termo Homens de Preto (Men in Black ­– MIBs) refere-se a pessoas que muitas vezes aparecem para interrogar as testemunhas que relataram terem visto OVNIs e outros fenômenos estranhos. Normalmente em grupo de três, eles se vestem quase que inteiramente em preto, muitas vezes usando óculos escuros. Eles são geralmente do sexo masculino, mas em alguns casos, tem um número igual do sexo feminino. Às vezes, eles afirmam estar trabalhando dentro de um determinado órgão do governo federal, como a CIA.
A aparição desses homens de preto
 veem desde os anos 40 com a famosa 
queda de um O.V.N.I. em Roswell em 1947.
Dois legítimos homens de preto capturados
 por uma câmera de vigilância em um
 hotel nos Estados Unidos nos anos 60.
São muito discretos e quando descobertos
 desaparecem como fumaça no ar.
Essas figuras misteriosas ganharam fama na cultura popular americana, no folclore, e foi feita até uma trilogia popular de filmes de longa metragem. O filme Homens de Preto foi concebido em 1997, e estrela Will Smith e Tomy Lee Jones. Além disso, os Homens de Preto apareceram muitas vezes em um show da Fox de 1990, chamado Arquivo X. Um programa de comédia chamado “Jose Chung do espaço sideral” (95-96), estrelou o ex-lutador Jesse Ventura e Alex Trebek, do Jeopardy, como MIBs. Acredita-se que o termo “Homens de Preto” tenha sido inventado pelo autor e investigador John Keel, que é provavelmente mais conhecido por seu trabalho investigativo sobre OVNIs e atividades paranormais para seu livro, As Profecias de Mothman (1975). Em 1967, Keel escreveu um artigo para a revista Saga intitulado “OVNIs, Agentes do Terror”, no qual descreve sua investigação sobre estas figuras que, portanto, ficaram conhecidas como “Homens de Preto”, segundo o The Telegraph.

Fonte BBC.

DECADÊNCIA.

Na década de 1980, Jan-Michael Vincent era um dos atores mais bem pagos da TV americana. Astro de Águia de Fogo, série criada por Don Bellisario (NCIS), que surgiu na esteira do sucesso de Trovão Azul, Vincent não conseguiu conviver com o sucesso. Para aqueles que acompanham as séries americanas há mais tempo, muitas vezes é difícil ‘reencontrar’ os atores de sua infância. Isto porque, em alguns casos, o abuso do álcool, das drogas e do fumo já são visíveis. O choque é maior quando não acompanhamos a passagem de tempo dessas pessoas. A imagem que temos deles é aquela que foi congelada no tempo e, em muitos casos, reve-los após anos afastados do público chega a ser um choque.
Jan-Michael Vincent, tinha o maior 
cache do cinema, e tinha tudo para
 se tornar um mega astro de Hollywood.
Uma grande revelação surgida nas 
praias de Miami Beach, mas que não
 foi muito longe devido ao alcoolismo.
 Este é o caso de Vincent, o ex-sufirsta que virou ator.Depois e uma trajetória bem sucedida no circuito de participações especiais, e alguns sucessos de bilheteria, como Assassino a Preço Fixo e Big Wednesday, Vincent conheceu a fama e o reconhecimento da crítica quando integrou o elenco da bela minissérie Sangue, Suor e Lágrimas/Wind os War, em 1983. A receptividade da minissérie o levou a estrelar Águia de Fogo, série na qual ele interpretou Stringfellow Hawk, piloto que rouba o protótipo de um avançado helicóptero de guerra, projetado por uma agência secreta do governo. Sendo o único capaz de pilotá-lo, String faz um acordo com a agência: localizar seu irmão desaparecido no Vietnã em troca do aparelho. 
Uma serie de tv de muito sucesso
 nos anos 80, nos EUA e tambem em
 grande parte do mundo inclusive o Brasil.
Chegou a contracenar com 
grandes astros de Hollywood, 
em varias grandes produções. 
Enquanto isso, ele concorda em realizar missões secretas para o governo utilizando o Águia de Fogo, que é mantido escondido em uma montanha. Os problemas de Vincent com o álcool se agravaram nesta época. Ainda em dezembro de 1983, quando era conhecido por Sangue, Suor e Lágrimas, o ator foi detido por dirigir embriagado. Para escapar da cadeia, ele concordou em se internar em uma clínica de reabilitação. No ano seguinte, quando já estrelava Águia de Fogo, ele se envolveu em diversas brigas de bar. A rede CBS cancelou a série ao final da terceira temporada, mas ela foi resgatada pelo canal USA, que reformulou o elenco e o enredo, produzindo a quarta e última temporada. 
Alex Cord (Arcanjo), o grande lider  e 
mentor de branco e com tapa olho,
Jean Bruce Scott, (Caitlin O´Shannessy)
a moça da equipe, Ernest Borgnine, (Dominic Santini) piloto mais experiente, e Jan-Michael Vincent, (Hawke) o az da pilotagem.
Uma equipe de especialistas 
prontos para tudo o que vier.
Vincent, que aparece no primeiro episódio da versão USA, foi substituído por Barry Van Dyke, filho de Dick Van Dyke. Ele interpretou o irmão de String que, localizado no Vietnã, assume o controle do Águia de Fogo e passa a realizar missões com o helicóptero. Após seu afastamento da série, Vincent passou a trabalhar em filmes de baixo orçamento e fazer participações especiais aqui e ali. Neste meio tempo, seus problemas com a bebida aumentaram, bem como os processos abertos contra ele, os quais vão desde multa de trânsito até a condenações por violência doméstica. Sua segunda ex-esposa tem, até hoje, uma ordem judicial para mantê-lo afastado dela. Sua carreira entrou em declínio, levando-o a se afastar da indústria do entretenimento em meados dos anos 2000.
Jan-Michael Vincent, jogou uma carreira promissora para o ar, devido
 aos vícios de drogas e alcool.
E hoje não é nem sombra do passado, 
e como  seu personagem da serie
 Hawke, vive sozinho e desolado, 
A decadência de um homem que
 teve um belo caminho, mas preferiu
 os atalhos imprevisíveis da vida.
Ernest Bognine, foi seu tutor e padrinho
 que fez de tudo para mante-lo na ativa,
 mas os vícios foram mais fortes.

No final da década de 1990, o ator se envolveu em um acidente de trânsito que comprometeu permanentemente suas pregas vocais. O ator sofreu um novo acidente em 2008, que também deixou algumas sequelas. Em 2012, uma infecção causada por complicações de doença arterial periférica levou o ator a passar por uma cirurgia que amputou parte de sua perna direita. Hoje, aos 70 anos de idade, Vincent usa uma prótese e, por vezes, uma cadeira de rodas para se locomover. Devendo impostos e tendo que pagar pelo tratamento médico, ele luta para manter sua casa no Mississípi. Em 2000, o ator se casou com Patricia Ann, que conheceu na época em que Águia de Fogo era produzida. Ela é sua terceira esposa. Ele ainda tem uma filha, Amber, que aos 41 anos de idade não quer manter nenhum contato com o pai.
Fonte CBS TV.

LONGEVIDADE.

A revolução da longevidade está em pleno movimento no Brasil. O número de idosos brasileiros (com 60 anos ou mais) aumentou de 4,7% em 1960 para 10,8% em 2010. Até 2050, vai triplicar, chegando a 29%. Em meados dos anos 1940, a expectativa de vida ao nascer era de apenas 43 anos, e passou para 72,3 em 2008 alcançará mais de 81 anos em 2050. A esperança de vida está aumentando não apenas ao nascer; ela é cada vez maior no outro extremo da vida também. Em 2010, uma pessoa de 60 anos esperava viver mais 20 anos  até os 80 anos.
O tempo com o envelhecimento
 é muito cruel, e num estalar de 
dedos ja se passaram muitas coisas.
O Dr Alexandre Kalaxe medico gerontólogo,
 profundo estudioso nesse assunto 
desenvolveu diversas teóricas sobre
 o envelhecimento saudável.
Tanto para as pessoas idosas quanto para a sociedade, o envelhecimento ativo é a chave para decifrar o potencial da revolução da longevidade. O envelhecimento ativo visa à qualidade de vida para as pessoas idosas a partir da otimização de quatro tipos de capitais ao longo do curso de vida: saúde, educação continuada, participação e proteção. Então, como estão os brasileiros em relação a estes quatro capitais? A saúde é a primeira fonte essencial de recursos. Já são poucos os brasileiros que morrem por doenças cardiovasculares e respiratórias relacionadas ao tabagismo, um resultado de políticas antitabaco e de melhorias nas estratégias de prevenção da atenção primária à saúde .
E sozinho tudo sera sempre 
mais dificil de-se conquistar.
A primeira grande contribuição
 que um idoso faz a si mesmo é 
aceitação desse fato natural da velhice.
 Além disso, mais brasileiros informam estar bem de saúde em relação ao número dos que o faziam no passado. Entretanto, a crescente urbanização levou os brasileiros a adotar estilo sedentário de vida e dieta inapropriada, o que é muito comum nos países desenvolvidos, causando altos índices de diabetes e hipertensão, hábitos que levam às incapacidades na velhice. As pessoas idosas atribuem muito valor à participação social e ao significado do trabalho. Em 2012, 27% das pessoas idosas trabalhavam, perfazendo um total de 12% da força de trabalho  uma taxa alta em comparação ao padrão internacional. Mais de 70% das pessoas de 60 anos ou mais atuam no mercado de trabalho informal, inclusive muitos que já recebem aposentadoria.
O envelhecimento saudável trara
 tambem uma vida muito saudavel.
Boa alimentação assim tambem
como uma boa forma fisica, são 
antídotos naturais contra qualquer mal.
A educação continuada é um capital necessário à manutenção e à renovação de habilidades e da participação na sociedade. Para os idosos brasileiros, o avanço representado pelo Estatuto do Idoso quanto a oportunidades para novas aprendizagens (por exemplo, a Universidade Aberta da Terceira Idade) é ainda insuficiente devido ao seu alcance limitado fora das grandes metrópoles. Ao mesmo tempo, as instituições educacionais rejeitam o ingresso de pessoas idosas. Para sua proteção, os idosos brasileiros desfrutam de muito boa iniciativa de seguridade social se comparada com outros países latino-americanos, e em relação às taxas de pobreza se comparada a outros grupos etários no próprio país. 
Em alguns paises do mundo como
 o Japão, onde pessoas  passam dos 100
 anos de idade com muita naturalidade.
Exercícios físicos, descontração,
 passeios, caminhadas, ajudam em
 muito a manutenção da maquina humana.
Para muitos, a segurança financeira se expressa pela contribuição previdenciária, pela aposentadoria relacionada ao emprego (46%) tanto com base na idade em combinação com os anos de contribuição quanto baseado apenas em tempo de contribuição. Cerca de 35% das pessoas acima de 60 recebem algum benefício não contributivo, como o Benefício de Prestação Continuada ou a aposentadoria rural. Entretanto, seria de 48% a taxa de idosos abaixo da linha de pobreza sem pensão não contributiva. Em suma, os idosos brasileiros de hoje estão em melhor situação do que seus pais e avós. Esses ganhos devem ser mantidos, assim como devem se tornar realidade.
A velhice é uma realidade, e deve ser 
preparada com muita atenção, para 
a continuidade de uma vida satisfatória.
Quanto maior a descontração maior
 serão os resultados futuros, nunca
 se isolar em um mundo particular.
 As garantias proporcionadas pelo Estatuto do Idoso, de modo que mais brasileiros idosos tenham acesso a oportunidades de viver um envelhecimento ativo. Louise Plouffe, doutora em Psicologia Social, é coordenadora de pesquisa do Centro Internacional de Longevidade Brasil (ILC-BR). Ina Voelcker, mestre em Políticas Públicas, é coordenadora de pesquisa do ILC-BR. Silvia M. M. Costa, especialista em Comunicação e Saúde, é coordenadora de comunicação e informação do ILC-BR. Alexandre Kalache, médico e gerontólogo, é presidente do ILC-BR e ex-diretor do Programa de Envelhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Fonte Gazeta do Povo.

BOSSOM DE HIGGS.

"Cientistas podem ter encontrado a partícula de Deus." Foi com essa frase estampada em manchetes pelo mundo que o maior experimento científico do planeta recuperou parte de sua reputação. Lançado com estardalhaço na mídia internacional, o acelerador de partículas LHC estreou com o pé esquerdo, em 2008. Devido a uma falha de soldagem, a máquina de US$ 10 bilhões ficou de molho por mais de um ano. Mas agora a pista de 27 km enterrada sob a fronteira entre a França e a Suíça está produzindo resultados que podem justificar o investimento. Por conta deles, uma das ideias mais importantes da física pode ser comprovada: o bóson de Higgs, mais conhecido por partícula de Deus.
Uma junção de partículas subatômicas, 
que se chocam a velocidade da luz no universo.
A partícula celestial é uma popstar da ciência. Procurada há mais de 40 anos, chegou a ser chamada de "o Santo Graal" da física. Mas a fama veio mesmo quando o cientista Leon Lederman resolveu escrever um livro sobre ela. A intenção de Lederman não tinha nada a ver com canonizar a partícula idealizada por Petter Higgs em 1966. Muito pelo contrário. Tanto que o título que Lederman propôs para o livro foi The Goddamn Particle (A Partícula Amaldiçoada). Mas os editores acharam melhor transformar a revolta de Lederman com a dificuldade em encontrar a partícula em algo mais comercial. O livro saiu como The God Particle (A particula de Deus). E o apelido pegou. Agora "bóson de Higgs" está para "particula de Deus" assim como Edson Arantes do Nascimento está para Pelé.
O LHC, o maior e mais caro acelerador 
de partículas ja construído pelo homem.
Para entender o que ela tem de divino, responda: qual é a diferença entre você e um raio de luz? "Nenhuma" seria a resposta há 13,7 bilhões de anos, no instante em que o Universo nasceu. Nesse estágio embrionário do Cosmos, a grandeza física a que chamamos massa ainda não existia. Nada tinha peso. A matéria que forma o seu corpo hoje era só uma coleção de partículas subatômicas se movendo à velocidade da luz. E aí é que vem a bênção. Certas partículas, os bósons de Higgs, estavam espalhadas por cada milímetro do Universo. 
A massa em toda sua definição, tem como 
principio um pequeno átomo de energia.
Uma hora elas se uniram e, num processo similar ao vapor d'água se transformando em água líquida, e formaram um "oceano" invisível - o Oceano de Higgs. Para algumas das outras partículas que vagavam por aí não fez diferença, caso dos fótons, que passavam (e ainda passam) batidos por esse oceano. Para outras, fez toda. Caso dos quarks (as que formam basicamente todo o seu corpo). Do ponto de vista delas, o Oceano de Higgs era (e ainda é) como um óleo denso. E à força que os quarks fazem para atravessar esse óleo nós damos o nome de massa. Em suma: sem os bósons de Higgs, a matéria não existiria  já que "matéria" é tudo o que tem massa. E você seria algo tão sem substância quanto uma onda de rádio. Chato.
O físico britânico Peter Higgs, autor da teoria 
do Bóson de Higgs, ou partícula de Deus.
Essa é a teoria de Peter Higgs. Uma teoria complexa, com pinta de ficção científica, mas que está a caminho de sair do mundo das ideias. Não é à toa que os físicos do CERN estejam em festa só com os sinais de que ela talvez se comprove. 
E como os cientistas fazem para encontrar esses sinais? Eles pegam pedaços de átomos, aceleram loucamente e provocam colisões frontais entre eles. Das pancadas saem explosões com intensidades similares à do Big Bang, mas confinadas a um espaço ínfimo. 
Dos choques das partículas em altíssimas
 velocidades, surgem imensas explosões
 de energia... porém controladas.
No meio, da força dessas explosões deveriam aparecer bósons de Higgs soltos, assim como havia há 13,7 bilhões de anos, segundo a teoria. Bom, os cientistas vasculham dados dessas batidas para ver o que aparece de fato. É um trabalho parecido com procurar agulhas em palheiros. No caso do bóson de Higgs, agora, o que eles encontraram foi o brilho da agulha. Não é pouco: imagine que provar algo na física seja como jogar na Megasena. Por essa comparação, os dados encontrados no LHC são tão bons quanto acertar uma quadra.
Não ha de-se negar que toda vida
 surgiu de átomos de energia.
A questão é: valeu a pena investir bilhões só para tentar comprovar uma teoria que não tem nenhuma aplicação prática? Quem responde "não" costuma pensar que o estudo dos problemas teóricos fundamentais da ciência não tem utilidade prática. Mas foi de coisas sem "utilidade" que surgiu o mundo que a gente conhece. A relatividade de Einstein, por exemplo, possibilitou o GPS. E o mesmo instituto do acelerador de partículas foi um dos responsáveis pela criação da internet. O maior argumento a favor do LHC, enfim, é justamente a imprevisibilidade de resultados práticos que podem sair da ciência pura. Nesse sentido, a busca pela  partícula de Deus não deixa de ser uma aposta na magia,  na magia divinatória da ciência.

Fonte Revista Super.