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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

ONDE TEM FUMAÇA, TEM FOGO.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decidiu apurar a conduta do desembargador Otávio Henrique de Sousa Lima depois que  ele determinou a soltura, por meio de habeas corpus, de Welinton Xavier dos Santos, 50 anos, o Capuava, considerado pela Secretaria de Segurança Pública o maior traficante de drogas do Estado. A reportagem procurou o magistrado, mas a assessoria de imprensa do TJ informou que ele não ia se manifestar. Capuava foi preso em flagrante com outros quatro elementos no final de Julho,  em uma mansão na zona rural de Santa Isabel, na Grande São Paulo.
O Desembargador Meritíssimo Otavio 
Henrique de Sousa Lima, agora sera
 investigado por suas decisões
 polemicas e anti-sociais.
No local, policiais do Departamento de Narcóticos (Denarc) apreenderam 1,6 tonelada de cocaína pura, 898 quilos de produtos para misturar a droga, quatro fuzis um deles capaz de derrubar um helicóptero uma Browning calibre 50 , e uma pistola automática. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, foi a maior apreensão de drogas feita no país em 2015. O advogado do bando pediu habeas corpus para todos os integrantes, mas apenas Capuava foi beneficiado. Sousa Lima considerou que as provas apresentadas pela polícia eram frágeis: "Constata-se fragilidade do seu envolvimento nos crimes descritos, situação que aponta para a desnecessidade da mantença da sua custódia antecipada".
Se toda essa quantidade absurda de
 drogas apreendidas com o elemento 
e sua quadrilha não são provas suficientes
 para mante-lo preso então o que são
 provas suficientes para o magistrado?
A ordem para investigar Sousa Lima partiu do presidente  do TJ, o desembargador José Renato Nalini. Em seu despacho, ele considerou que o caso teve muita repercussão depois que "O Estado de S. Paulo" publicou  a decisão. Ja que o desembargador se mostrou imensamente experiente na soltura de marginais de altíssima periculosidade. Esta não foi a primeira vez que o desembargador Otávio Sousa Lima causou polêmica com suas decisões. Em abril de 2012, durante um plantão do Judiciário, ele mandou soltar Francisco Aurílio da Silva Melo. Segundo a polícia, ele havia sido preso com outro comparsa, que guardava uma pistola, em frente ao 69º Distrito  Policial (Teotônio Vilela), onde o atual diretor do Denarc, Ruy Ferraz Fontes, trabalhava.
Alem da droga apreendida também foi apreendido 
um vasto arsenal de guerra tendo como principal 
arma uma metralhadora Browning calibre 50.
Na casa de Melo, foram localizados um fuzil, três carregadores e outra pistola automática. Na decisão do mérito do habeas corpus, os outros desembargadores mandaram Melo voltar para a cadeia. Dois anos depois, outra polêmica. Em 30 de março de 2014, Sousa Lima, em outro plantão judicial, mandou soltar Silvio Luiz Ferreira, acusado pela polícia de ser integrante do alto escalão do Primeiro Comando da Capital (PCC) e que estava preso por tráfico de drogas. Um mês antes, os desembargadores haviam decidido mantê-lo preso no julgamento do mérito de outro habeas corpus. A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Laurita Vaz, com os demais ministros, também havia mantido a prisão do suspeito em uma decisão de outubro de 2013.
O veiculo transbordava de tanta droga 
encontrada com o marginal Capuava.
Essa é a decisão mais acertada do TJ, em investigar esse meritíssimo juiz que se mostrou imensamente "competente" em colocar nas ruas marginais de altíssima periculosidade contrariando os próprios colegas magistrados e também a razão, e frustrando  os policiais que realizam um trabalho de altíssima qualidade na investigação e prisão dessas quadrilhas perigosíssimas,  e depois de tudo isso veem os elementos serem liberados na maior facilidade como se fossem todos inocentes. Não é a primeira vez que esse fato ocorre, mas essa ultima agora foi o fim da picada com a liberação por instrumento legal de habeas corpus a soltura de Capuava com a ridícula alegação de não haverem provas suficientes para a manutenção de sua prisão preventiva.
Um trabalho de primeira grandeza dos policiais
 do Deic, e esse marginal de altíssima 
periculosidade de forma alguma 
poderia ter sido colocado nas ruas.
 Relembrando que esse elemento juntamente com outros 4 foram investigados por cerca de 4 meses, num serviço policial de altíssima grandeza pelo delegado do Deic Dr Ruy e sua equipe, e todos foram presos em flagrante com uma quantidade absurda de drogas e armas, e essa alegação de "provas insuficientes contra o elemento" verdadeiramente não coincide com a verdade, pois as provas colhidas nessa prisão foram gigantescas. Outro detalhe o próprio secretario de segurança publica de São Paulo Dr Alexandre de Moraes, considera Capuava como o maior traficante de drogas de São Paulo, e a sua prisão era considerada como ponto de honra para a policia, e de repente o elemento preso é colocado nas ruas novamente por uma decisão de um meritíssimo, contestadíssima por todos, e feita em um plantão de final de semana onde as decisões não são compartilhadas com outros magistrados, e apenas o magistrado do plantão assina por ela. 
Fonte Tv Band.
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