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sábado, 30 de janeiro de 2010

TRAGÉDIA ANUNCIADA

Desmoronamento em Jaraguá do Sul
Na madrugada do dia 04 de Janeiro, 
parte de um morro na Rua Joaquim Francisco
 de Paula (Bairro Chico de Paulo) deslizou, 
deixando quatro imóveis em situação de risco. 
A equipe da Defesa Civil de Jaraguá do Sul
 interditou ontem a residência do casal de
 artesãos Carlos, 46, e Roseda Silva, 32.
 Além da casa deles, o órgão informou que 
uma moradia ao lado, o galpão de
 uma empresa de borracha e um prédio
 com apartamentos para alugar também
 podem de ser atingidos por um 
desabamento de terra, pois estão 
localizados embaixo do barranco. 








Omissão do Estado agrava desastres naturais no Brasil, avalia Feldmann
Omissão do Estado agrava desastres naturais no Brasil, avalia Feldmann






Fabio Feldmann

SEXTA-FEIRA, 15 DE JANEIRO DE 2010









MAIS GRÁFICOS E FOTOS DAS TRAGÉDIAS DAS CHUVAS - (DA REVISTA "VEJA")








André Luiz Mello/Ag. O Dia 






























7 de Janeiro de 2010 - 06h40 - Última
 modificação em 7 de Janeiro de 2010 - 06h40
Chuva não é única responsável
 por tragédias como a
 de Angra, diz geólogo


Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil










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Brasília - As chuvas não podem ser as únicas 
responsáveis por tragédias como a que atingiu 
Angra dos Reis nos últimos dias, após o
 deslizamento de encostas que já provocaram 
pelo menos 52 mortes. A falta de planejamento
 urbano e a ausência de fiscalização sobre as
 ocupações ilegais também estão entre as causas 
do problema, na avaliação do professor do
 Instituto de Geociências da Universidade de
 Brasília (UnB), José Oswaldo de Araújo. 

“Não é só culpa da chuva. Grande parte do
 problema é causado pela intervenção humana 
que leva ao desequilibro da natureza”.

Na Ilha Grande, por exemplo, segundo Araújo, 
a ocupação humana e o corte da vegetação 
deixaram o solo mais suscetível a infiltrações.
 Com o acúmulo de água, o solo ultrapassou 
o limite de saturação e desabou. “Desce como 
um rio de lama”, compara.

O geólogo da UnB argumenta que há 
conhecimento técnico consolidado sobre 
riscos de ocupações de encostas, mas que
 muitas vezes essas avaliações não são
 consideradas, mesmo em casos em que os
 mapeamentos geotécnicos e  geológicos 
apontam riscos de deslizamentos e desabamentos.

“É inconcebível que não haja planejamento.
 E não existe fiscalização suficiente, as
 pessoas começam a habitar, não existe
 controle e aí acontecem as tragédias”.

Na avaliação de Araújo, a repetição de 
acidentes com encostas, como os episódios
 em Santa Catarina e Minas Gerais, 
mostram a necessidade de mais rigor
 no cumprimento e fiscalização do 
ordenamento territorial das cidades.

“Não é preciso ser profeta para dizer
 que quando as chuvas passarem e 
a estação seca chegar ninguém vai 
falar mais desse assunto e, em janeiro
 de 2011, novos acidentes vão acontecer”. 


Roosevelt Cassio/Reuter
A POUSADA SANKAY (acima, á esq.) antes 






da noite de réveillon, quando foi soterrada por
 uma avalanche que matou 31 pessoas na
 Enseada do Bananal (foto grande): embora
 deslizamentos sejam frequentes, 
não há mapeamento geológico da região















DESTRUIÇÃO Cerca de 25% 
do patrimônio colonial de São
 Luiz do Paraitinga foi destruído
 e um terço dos moradores
 perdeu suas casas.

Bombeiros socorrem
moradores ilhados
 de cidade de SP


Existem moradores ilhados, faltam
 luz e água e o sistema de
 telefonia foi afetado. 
 
ANTES, UMA CIDADE SECULAR ...



DEPOIS, UMA TRAGÉDIA SÓ !

O centro histórico de São Luís do Paraitinga (SP) ficou alagado
O centro histórico de São Luís do Paraitinga (SP) ficou alagado


















CASARÕES CENTENARIOS
 E TOMBADOS...

AGORA APENAS ENTULHOS
 SOBRE ENTULHOS !




Equipes do Corpo de Bombeiros, Exército
 e da Defesa Civil do município de São
 Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba, 
em São Paulo, trabalham na retirada de
 pessoas que vivem em áreas de
 riscos e no socorro às vítimas de
 enchentes, em consequência da 
chuva forte que atingiu a cidade 
na sexta-feira.

Existem moradores ilhados, faltam
 luz e água e o sistema de 
telefonia foi afetado. Nem os 
aparelhos celulares estão funcionando.

O Rio Paraitinga transbordou e 
obrigou a interdição da Rodovia
 Oswaldo Cruz, que liga Taubaté
 a Ubatuba, no litoral norte.

Segundo o Corpo de Bombeiros
 de Taubaté, o sol voltou a 
aparecer neste sábado no 
município, mas o nível de água
 ainda não baixou na altura do
 km 44 da rodovia, com risco de 
arrastar a ponte existente no trecho.

Apesar dos transtornos, não 
foram registradas mortes e,
 por enquanto, não há um
 balanço dos estragos
Moradores limpam ruas de São
Luiz do Paraitinga após enchente;
 parte do patrimônio histórico
 ficou destruído













































SEQUENCIA DE FOTOS DO
CAOS DAS ENCHENTES
EM SÃO PAULO
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