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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

NOVOS PLANETAS A VISTA.

Astrônomos do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian (CfA), nos EUA, encontraram oito novos planetas extrassolares na chamada “zona habitável” de suas estrelas, onde não estão nem perto nem longe demais, e assim não seriam nem quentes nem frios demais, de forma a permitir a existência de água em estado líquido na sua superfície, condição considerada essencial para abrigar ou desenvolver vida. O anúncio, feito nesta terça-feira durante reunião da Sociedade Americana de Astronomia (AAS), dobra o número de planetas relativamente pequenos com menos de duas vezes o diâmetro da Terra conhecidos nesta região da órbita de suas estrelas.
Seria muita ingenuidade da nossa 
parte não aceitai-mos essa teoria
 e pensarmos que somos os 
únicos seres no universo.
O universo é infinitamente imenso,
 e provavelmente possui outros
 planetas com vida e mais avançadas.
Segundo os astrônomos, dois destes planetas seriam ainda os mais parecidos com a Terra já achados. Estes objetos, batizados Kepler-438b e Kepler-442b, no entanto, orbitam estrelas anãs vermelhas, menores e mais frias que nosso Sol. Por isso, eles também têm que estar bem mais perto delas para que recebam luz e energia suficientes para serem possivelmente habitáveis. Desta forma, o Kepler-438b, com um diâmetro apenas 12% maior que o da Terra, completa uma órbita a cada 35 dias, sendo banhado com cerca de 40% mais luz e energia que o nosso planeta. A título de comparação, no nosso Sistema Solar, Vênus, também com um tamanho parecido com o da Terra, recebe cerca do dobro da radiação solar do nosso planeta.
Agora imagine se de algum 
ponto do nosso planeta pudesse-
mos avistar um outro planeta.
É imensa a probabilidade de 
existência de outros planetas
 habitáveis e sendo habitados.
O Kepler-442b, por sua vez, está mais longe de sua estrela e deve ser bem mais frio. O planeta, cerca de um terço maior que a Terra, completa uma órbita em torno de sua estrela a cada 112 dias, numa distância em que é banhado com aproximadamente dois terços da luz e energia que o nosso planeta recebe do Sol. Pelos seus tamanhos relativamente pequenos, os astrônomos também calculam que são altas as chances de ambos planetas serem rochosos como a Terra. No caso do Kepler-438b, esta possibilidade é de 70%, enquanto que no do Kepler-442b ela cai para cerca de 60%. Com todos estes fatores  tamanho, distância da estrela e índice de radiação recebido  os cientistas estimam em 70% as chances de o Kepler-438b ser habitável e em 97% as do Kepler-442b.
Segundo os potentes radios-telescópios
 da Nasa, nunca foi receptado nenhum
 sinal de radio vindo do espaço, agora
 não se sabe porque motivo a Nasa finge
 não saber de outros planetas 
habitáveis em outras galaxias?
Da mesma forma que existem outros
 planetas, tambem existirão outros
 universos e outros sois, ao qual 
esses serão o centro desses universos.
 Não sabemos com certeza se qualquer dos planetas de nossa amostra são verdadeiramente habitáveis, tudo que podemos dizer é que estes são candidatos promissores explicou David Kipping, um dos astrônomos do CfA responsáveis pela descoberta, que será publicada no periódico “Astrophysical Journal”. Sem duvida alguma que em algum planeta em nosso universo ou em outros universos, existe vida, e provavelmente muito mais avançada do que nos seres humanos, agora o grande problema é chegar ate esse planeta e descobrir esses habitantes galáticos e nossos vizinhois distantes, mas para que isso aconteça algum dia, nos teremos que possuir uma tecnologia muito mais avançada do que essa nossa atual, ao qual não temos a minima condição de descobrir-mos nada, onde no maximo em que chegamos ate agora foi na lua.
Fonte MSN Noticias.

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