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sexta-feira, 12 de novembro de 2021

NASCER DUAS VEZES.

Nascer costuma ser uma experiência única e irreplicável, mas não foi assim com Lynlee Boemer. A bebê de Lewisville, no Estado do Texas, "veio ao mundo" duas vezes. Primeiro, quando pesava apenas 530 gramas. Ela foi retirada do útero de sua mãe por 20 minutos para uma cirurgia vital após um ultrassom de rotina na 16ª semana de gestação revelar um tumor na sua coluna. Esse tumor, teratoma sacrococcígeo, vinha competindo com o feto por sangue, e elevando seu risco de ter uma falência cardíaca. A mãe de Lynlee, Margaret Boemer, estava esperando gêmeos, mas perdeu um dos bebês no primeiro trimestre de gravidez. Quando veio o diagnóstico do bebê sobrevivente, os médicos recomendaram que ela interrompesse a gestação por completo.
Uma historia pra la de emocionante, 
que demostra toda a importância da
 vida humana e de profissionais de 
verdade que amam o que fazem.
Poucas pessoas no mundo possuem
 o privilegio de nascerem duas vezes.
Porém, havia uma opção: uma arriscada cirurgia que que seria a vida ou morte para a criança. A bebê teria 50% de chances de viver. O tumor e Lynlee tinham quase o mesmo tamanho quando a operação foi realizada, na 23ª semana de gestação."A escolha era entre deixar o tumor fazer o coração dela parar ou dar a ela uma chance de vida", diz Margaret. "Foi uma decisão fácil: escolhemos dar vida a ela." O teratoma sacrococcígeo é o tipo mais comum de tumor encontrado em bebês, segundo o médico Darrel Cass, que fez parte da equipe do Hospital Infantil do Texas que operou Lynlee. Ainda assim, é bastante raro, sendo registrado em um a cada 30 mil a 70 mil nascimentos. Sua causa é desconhecida, e é quatro vezes comum em meninas que em meninos.
Um anjinho que desde cedo ja viu
 as dificuldades da vida, porem desde 
cedo tambem ja demostrou ser vitoriosa.
Os médicos fizeram uma cirurgia
 de alto risco, porem foram bem 
sucedidos e fizeram essa bela criança sorrir.
Cass disse que o tumor de Lynlee era tão grande que foi necessária uma incisão "enorme" para retirá-lo. Em dado momento, o coração da bebê parou de funcionar e um especialista a manteve viva enquanto a maioria do tumor era retirado. Ao fim do procedimento, ela foi colocada de volta no útero de sua mãe. Margaret passou 12 semanas em total repouso, e Lynlee "nasceu pela segunda vez" em 6 de junho, através de uma cirurgia cesariana feita próximo do fim da gravidez. Ela veio ao mundo saudável e pesando 2,4 kg. O nome, Lynlee, é uma homenagem às suas avós. Aos oito dias de vida, teve de ser operada de novo para remover o restante do tumor de seu cóccix. Hoje, está em casa e se recupera muito bem, segundo seu médico.
Lynlee dorme o sono dos inocentes,
 e nem imagina o que a medicina
 conseguiu fazer por ela.
Depois de todo esse drama, hoje
 a família comemora pelo imenso
 sucesso da cirurgia,ao lado 
da pequena Lynlee 
São historias como essa que enchem os nossos corações de orgulho e satisfação, em saber-mos que apesar de todas as negatividades e obstáculos, o nosso mundo tem jeito, basta apenas que deixemos o orgulho, ambição, maldade, de lado e invista-mos no amor. Ao semelhante, essa historia demostra um drama particular de uma criança, porem medicos, aqueles profissionais de saúde extremamente dedicados e atenciosos, teceram um novo rumo a uma historia de vida. E uma criança praticamente condenada, teve uma nova oportunidade de vida e venceu. Provavelmente os médicos nem conheciam essa familia e a criança, mas assim que começaram seus brilhantes trabalhos, então toda aquela discrição inicial, se engrandeceu, e se tornou em uma imensa satisfação, e hoje podemos afirmar que essa família abençoada, cresceu e agora todos fazem parte dessa família vencedora.
Fonte BBC.

A TRAVESSIA.

Quando o francês Philippe Petit abriu o jornal na sala do dentista, aos 17 anos, e viu que os dois maiores prédios do mundo, com 417 metros de altura e 110 andares cada um, seriam construídos em Nova York, ele pensou o óbvio: vou atravessá-los sobre uma corda de aço suspensa. Às 6 horas do dia 7 de agosto de 1974, em uma operação com todos os truques de clandestinidade, Petit caminhou mais de 40 metros sobre um cabo, repetindo o trajeto por oito vezes, durante 45 minutos. Quem passava pelas ruas em torno do World Trade Center naquela manhã nebulosa assistiu a uma silhueta caminhando entre as nuvens no topo dos arranha-céus. Além de andar em linha reta, Petit deitou sobre o cabo e saudou a plateia, criando uma imagem que sintetiza o extremo da coragem humana, "o crime artístico do século", como escreveu a revista Time após a performance. 
A travessia totalmente clandestina
 tinha que ser preparada nos 
mínimos detalhes de segurança.
O equilibrista se preparando para 
a  maior performance de sua vida.
Quarenta e dois anos depois, A Travessia (The Walk), em cartaz nos cinemas, traz o show de Petit (e ele próprio) de volta aos holofotes.  O diretor Robert  Zemeckis (responsável também por Forrest Gump e De volta para o futuro.) oferece ao espectador, através de uma ótica 3D, a experiência vertiginosa de caminhar entre as extintas Torres Gêmeas. Esta é a evidente aposta do filme. Joseph Gordon-Levitt interpreta Petit com lentes de contato azuis e seu inglês afrancesado e entusiasmado ao narrar como é genial ser o equilibrista mais subversivo do mundo  porque cada gesto mágico de Petit (ele era mágico mesmo) é acompanhado por uma afronta às autoridades. O próprio Petit reconhece, em seu livro Creativity: The Perfect Crime (2014), que sua arte está atrelada ao que é ilegal:  "O criador precisa ser fora da lei". Não um fora da lei criminoso, mas um poeta que cultiva a rebelião intelectual. 
Segundo Petit, a maior dificuldade foi ter
 conseguido colocar os cabos durante a
 madrugada as escondidas, e que 
"a travessia foi facil demais".
Um feito fabuloso de um homem,
 que ficara para toda  historia.
A diferença entre um banqueiro e um equilibrista das alturas é suprema: a travessia aérea não rouba nada, ela oferece um efêmero presente, "que delicia e inspira". Apesar de ser baseado na relação de Petit com o World Trade Center, há um longo caminho para que A Travessia chegue ao "topo do mundo" como O Equilibrista (Man On Wire, 2008) chegou. O documentário de James Marsh, também inspirado no francês, figura entre os melhores da história do cinema, com mais de 40 prêmios, um Oscar e o melhor filme britânico de 2009 pela British Academy of Film and Television Arts (BAFTA).A Travessia, de 2015, conta a história de Petit aliada a alguns elementos ficcionais e a efeitos especiais de ponta, além de reerguer as Torres Gêmeas. O documentário remonta a cena da caminhada no céu de Nova York apenas com fotografias, já que o trajeto não foi filmado.
A travessia foi planejada nos
 mínimos detalhes, e não 
poderia haver nenhum erro.
Apenas um ponto visto entre
 as duas torres, demostrava toda
 a coragem de um obstinado.
 Mesmo diante de toda a tecnologia de A Travessia, O Equilibrista, com sua realidade explícita e depoimentos de todos os envolvidos décadas depois do evento, mostra muito mais do que a megalomania particular de Petit. A produção exibe a sutileza das relações humanas que se formaram em torno de uma obsessão, exibindo uma história sublime e eletrizante o bastante sem intervenções de terceira dimensão. No documentário, os vínculos afetivos também são um ponto alto do roteiro. Como a ruptura no relacionamento entre Petit e seu amigo de infância Jean-Louis Blondeau, que chora em frente à câmera ao relembrar a expressão de alívio do francês ao dar os primeiros passos sobre a corda. Ou de Annie Allix, que foi deixada de lado pela rápida fama do namorado (e ele ficou tão famoso que o presidente Nixon, dos EUA, que renunciou dois dias depois do episódio, afirmou que gostaria de ter tido a mesma fama que do "Frenchman"). No filme, os personagens aparecem mais caricatos e menos entrosados do que no documentário.
Alem de atravessar, ele também 
sentou, ajoelhou e deitou no cabo.
A alguns passos do final e vendo
 que seria preso, ele em uma manobra
 fora de serie, se virou e voltou para
 tras, deixando os policiais loucos de raiva.
Depois de chegar à torre norte, Petit foi levado à delegacia, onde seu boletim policial recebeu o nome de O Equilibrista (por isso o título do documentário). Uma das gravações mais engraçadas da época é a do sargento Charles Daniels, que em entrevista à TV após o episódio, aparece mais impressionado com a performance do que afrontado pela desobediência de Petit. O oficial Meyers e eu observamos o dançarino porque você não pode chamá-lo apenas de wirewalker  no meio das duas torres e, mesmo ele nos vendo, começou a rir, gargalhar. Quando ele chegou ao prédio, nós o mandamos deixar o cabo, mas em vez disso, ele se virou e caminhou de novo até o meio. Quando nos demos conta do fato de que ele não estava interessado em vir porque parecia estar adorando aquilo, avisamos seu assessor (um amigo, no caso)de que se ele não viesse pegaríamos um helicóptero para tirá-lo de lá. 
Uma multidão se formou para ver 
a façanha do equilibrista maluco!
Depois de ter ajoelhado, sentado,
 deitado, e  retornado por oito 
vezes de um lado ao outro, ele então
 resolveu acabar com espetáculo 
e se entregar a policia.
Em meio as nuvens ele começou sua
 travessia, ficando invisível, mas aos
 poucos elas se dispersaram e então 
a façanha pode ser percebida por todos.
Poucos equilibristas no mundo
 teriam tanta coragem em desafiar
 as alturas como fez Philippe Petit.
O ator Joseph Gordon Levit que interpretou
 no filme o papel de Petit, e o grande astro
 da realidade o equilibrista Philippe
 Petit em carne e osso.
Pessoalmente me dei conta que estava assistindo a algo que ninguém mais veria de novo no mundo. Pensei: é uma vez na vida.  "Pedi por água porque estava muito desidratado e ele (médico) disse: quando foi a última vez que você bebeu? Eu respondi: Você é louco? Você sabe o que eu fiz? Dancei no topo do mundo. Estou na primeira página de todos os jornais, tem 300 jornalistas esperando por mim e você pergunta a última vez que eu bebi? Você está completamente louco." No mesmo dia, o francês foi liberado das acusações com a condição de fazer performances de equilíbrio para crianças ao ar livre. Também deu autógrafos a policiais e ganhou passe-livre ao topo dos arranha-céus, até 11 de setembro de 2001. Sobre o medo de dar errado, Petit refletiu: "Se eu morrer, que bonita morte. Morrer exercendo minha paixão".
Fonte BBC.

VIAGENS ASTRAIS.

Também chamada de projeção astral, desdobramento, viagem astral, experiência fora do corpo, viagem extra corpórea, viagem extrafísica, viagem espiritual, desdobramento espiritual etc. Achar um nome correto para este fenômeno não é simples, pois no transcorrer da nossa história, temos referências diferentes em cada cultura, religião, seita ou filosofia, e a manifestação da consciência em veículo psicossomático, pelo menos por enquanto,não tem no nome o fato mais importante, mas sim no fenômeno. Nós aqui nomearemos como projeção da consciência (PC) ou projeção astral (PA), formas mais comumente usadas pelos estudiosos.
A viagem astral é desligamento 
momentâneo do corpo físico 
do corpo espiritual.
Esse fenômeno da-se comumente 
durante o sono, onde existe esse
 afastamento, porem a ligação continua.


A Projeção Astral é um fenômeno antigo, citado pelos Egípcios, estudado pelos Rosacruzes, Fraternidades Brancas, Hindus, Chineses e Cabalistas. Há muitos séculos também aparece em relatos individuais de autores. Apresentada de forma mística, hermética ou religiosa, às vezes envolvida por uma névoa sobrenatural que, só mais recentemente, com uma melhor aceitação da espiritualidade em suas várias correntes, começou a ser difundida por pessoas que a experimentaram e, sem medo das opiniões mais fechadas e crucificadas pelo conservadorismo, apresentaram o fenômeno por meio de livros, palestras, cursos, workshops etc.
Parece que o corpo espiritual sai
 de sua frequência normal e passeia
 por diversas outras frequências
 em velocidades espantosas.
Uma situação bastante involuntária,
 porem existem pessoas capazes
 de realizar essas viagens astrais
 controladas e reluzentes.
Alguns autores como Robert Monroe, Waldo Vieira, Sylvan Muldon, Annie Besant, Mellita Denning e Osborn Phillips, Lobsang Rampa, Chico Xavier, Leadbeater etc, citam situações e experiências que eu, como projetor lúcido, muitas vezes pude vivenciar durante meu período de aprendizado nesta atual reencarnação. Existem inúmeros casos de EQM (experiências de quase morte) relatados por pessoas idôneas, acontecidos em várias partes do mundo e com descrições muito parecidas de todo o processo vivenciado por cada um. Emanuel Swedenborg (1688), grande vidente e projetor, deixou muitos relatos de suas PAs descritas de forma clara e inquestionável. 
As velocidades desenvolvidas durante
 esses fenômenos são absurdamente
 rápidas, chegando ao ponto do corpo
 espiritual dar varias voltas ao 
mundo em uma so noite.
O s sonhos são as lembranças
 dessas viagens astrais.
Honoré de Balzac (1799) fez citações de experiências de PA. Oliver Fox (1920) publicou experiências de PA. Allan Kardec codificou o espiritismo e utiliza a expressão bilocação da alma. Sylvan Joseph Muldon (1903) produziu em 1929 um verdadeiro marco na projeção astral; seu livro traz estudos e pesquisas organizadas, criando uma visão clara e desmistificada; e Robert Crookall (1960), que também escreveu sobre Projeção Astral, para citar alguns que escreveram a história da PA. É a descoincidência entre o corpo físico e o corpo psicossomático (astral) para captar energia, receber informações e realizar tarefas na dimensão chamada espiritual ou energética. O praticante treinado para realizá-la consegue um estado de consciência, lucidez e rememoração cada vez maior, podendo desta forma orientar sua evolução com mais eficiência.
Algumas pessoas citam de terem
 saído de seus corpos físicos, e do
 alto terem visto os médicos atuando.
O cinema vem dando grande enfase 
a esse assunto com muita propriedade.
No meu entendimento, existem diversas
 frequências habitáveis energeticamente,
 pois o corpo humano é energia, nos 
somos energia, e o universo inteiro 
é formado de pura energia. 
 É uma condição inerente a todos os seres humanos. É um processo fisiológico. Qualquer pessoa em idade de discernimento pode produzir projeções astrais lúcidas. Mesmo pessoas com idade avançada ou com problemas físicos que tenham lucidez suficiente, podem realizar esta experiência.Pessoas que tenham a sua existência ancorada em pensamentos ou crenças restritivas como, por exemplo, filosofias, religiões e seitas baseadas no sectarismo conveniente. Deve-se observar que o estudo da PA, como qualquer outro, necessita de dedicação e empenho. Vencer as crenças desenvolvidas e os limites criados pela nossa educação é fundamental, pois o crescimento individual requer mudanças, às vezes superficiais, outras, mais profundas, arraigadas por mais tempo do que podemos ter consciência. Observação importante, esses momentos de viagens astrais, não são brincadeira, pois portas são abertas, e que possuem um tempo definido para se fecharem, quem se aventura nessas passagens, sem ter nenhum conhecimento, pode não encontrar mais a passagem, e ficar em um mundo a parte. E as nossas horas de sono e sonhos, são as horas em que estamos mais vulneráveis.
Fonte. Fora do Corpo.

STIGMA TORTURANTE.

Morreu aos 61 anos o ator Michael Massee, que ficou mais conhecido por uma tragédia que aconteceu durante as gravações do longa metragem O Corvo (1994). Massee atirou em seu colega de elenco, Brandon Lee, filho de Bruce Lee, no set de filmagem. O ator usou uma arma que havia sido erroneamente carregada com uma bala de verdade em vez de uma de festim pela equipe de produção do filme. Lee chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital, durante uma cirurgia, em 31 de março de 1993, aos 28 anos. A morte de Massee foi confirmada por seu agente ao site da revista Variety nesta Quinta-Feira, (20) mas, na segunda, o ator Anthony Delon, que trabalhou com o americano na série Interventions, já estava prestando homenagens ao colega. 
Masse ficou por 22 anos carregando
 esse estigma da morte do amigo.
Deve ter sido muito duro acordar todos
 os dias e ter a lembrança da morte
 inusitada, sua cabeça deveria
 entrar em parafuso.
Não foram divulgadas outras informações sobre a morte do ator. Depois do acidente no set de O Corvo, Massee deu um tempo no trabalho. “Acho que você nunca supera algo como isso”, disse ele em uma entrevista em 2005. O americano de Kansas City atuou em mais de oitenta longas e séries de TV. Ele trabalhou em filmes como Seven: Os Sete Crimes Capitais (1995), O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014) e Estrada Perdida (1997). Massee deixou sua mulher, Ellen, e dois filhos. Um otimo ator, com grandes trabalhos realizados no cinema e televisão. Agora que ficou 22 anos com essa psicose de ter matado outro ator, alias seu amigo, em uma cena de um filme. Ele deve ter passado momentos terríveis, ao ter que conviver com essa sombria lembrança. 
Michael Massee, um grande ator
 especialista em papeis de vilões,
 porem fora de cena era um 
cara espetacular.
Ainda não foi revelada as causas da
 morte do ator Michael Massee, mas
 sabe-se que ele ultimamente estava
 muito doente e acamado.
Logicamente e comprovadamente foi um acidente, ao qual algum descuidado colocou uma munição verdadeira na arma que entraria em cena, mas mesmo assim, creio que ele deve ter encalacrado esse complexo de culpa, e carregado com ele ate o dia de sua morte. Brandon Lee foi um otimo ator, especialista em filmes de aventura, suspense e mistério, ao qual dava sua pitada especial tambem como exímio lutador, ao qual teve seu grande ensinamento vindo do pai a lenda do Kung Fu Bruce Lee. A família Lee segundo o avô de Brandon Lee e pai de Bruce Lee, Lee Hoi-Chuen. Era perseguida por uma estranha maldição. E segundo o pai de Bruce Lee era um demônio que perseguia a todos, pois segundo ele afirmava, havia um tipo de pacto com esse demônio, ao qual o primogênito homem da família.
Essa é a exata cena do filme onde
 Brandon (O corvo) abre os peitos e 
é atingido pelo tiro de verdade.
Brandon Lee morreu assim como 
seu pai Bruce Lee, morreu no auge
 da carreira por causas misteriosas.
 Seria levado embora por ele, mas segundo o pai, quando o demônio veio para pegar Bruce Lee ainda criança, ele havia colocado na criança roupas de menina, e por isso o demônio não o levou, porem tempos mais tarde, ele descobriu a farsa e ficou enraivecido, e jurou vingança contra toda a família Lee. Inacreditável que seja isso a causadora de todas as tragedias da família Lee. Porem as mortes de Bruce Lee e de Brandon Lee ate hoje despertam bastante curiosidades sobre o assunto. Pois Bruce Lee tambem teve uma morte bastante misteriosa, pouco depois de ter encerrado as gravações do longa metragem Operação Dragão, sentiu uma forte dor de cabeça deitou em um sofa para dormir e nunca mais acordou, ele estava em pleno auge da forma fisica e profissional, e virou uma lenda. 
Desde criança Brandon ja possuía
 interesse pelas artes marciais 
incentivado pelo pai Bruce Lee.
Bruce Lee morreu aos 32 anos de
 idade deixando Brandon com
 apenas 8 anos de idade.
Cena do ultimo filme de Bruce Lee 
Operação Dragão, que foi lançado
 bem apos sua morte em 1973.
Lado a lado repousam pai e filho, 
que teriam sido vitimas da maldição
 da familia Lee? Quem pode saber isso.
E o seu filho Brandon Lee também em pleno auge fisico e da carreira, teve uma morte ainda muito mais estranha do que a do pai. Exatamente na cena do filme em que o corvo encara o inimigo, eis que esse lhe aponta uma arma, e atira direto no peito, no filme da para perceber exatamente esse momento. E ninguém sabe ate hoje quem foi o responsável por trocar as munições da arma, que deveria ter sido de festim e não de verdade. Agora uma coisa que deve ser bastante elogiada (apesar de toda essa tragedia) foi a performance do ator substituto de Brandon Lee no filme, Mark Dacascos, também de traços orientais, que finalizou a cena com chave de ouro, tão perfeita que nem percebe-se toda a tragedia que ocorrera no filme.
Fonte BBC.

VIDA ARTIFICIAL.

A Torre de Babel, de acordo com a narrativa bíblica no Genesis, foi uma torre construída por um povo com o objetivo que o cume chegasse ao céu, para chegarem a Deus e estarem mais perto dele. Isto era uma afronta dos homens para Deus, pois eles queriam se igualar ao todo poderoso. Parou o projeto e fez com que a torre ruisse, depois castigou os homens de maneira que estes falassem varias línguas.
O homen sempre quis se igualar á 
Deus de alguma forma, mesmo que 
isso lhe custasse em cair no ridiculo
 Para que os homens nunca mais se entendessem e não pudessem voltar a construir uma torre. Esta história é usada para explicar a existência de muitas línguas e  raças diferentes. A localização da construção teria sido na planície entre os rios Tigre e Eufrates, na  Mesopotâmia (atual Iraque), uma região célebre por sua localização estratégica e pela sua fertilidade.
De acordo com o antigoTestamento a Torre de Babel foi construída na Babilônia pelos descendentes de Noé, com a intenção de eternizar os seus nomes. A decisão era fazê-la tão alta que alcançasse o céu. Isto provocou a ira de Deus que, para castigá-los, confundiu-lhes as línguas e espalhou - os por toda a Terra.
Mas se a gente parar um pouco para pensar, nos veremos que existem  torres de Babeis espalhadas em cada pais do mundo, onde as pessoas falam as mesmas linguas mas suas atitudes são absurdamente contraditórias,  fazendo  com que elas se distanciem cada vez mais um do outro, nós podemos observar isso dentro da nossa própria familia, principalmente quando o assunto é dinheiro.
Tolice achar que apenas uma obra 
humana pode alcançar Deus!
E á teoria principal de-se misturar as línguas para que não houvesse entendimento das palavras faladas entre os povos de varias nações, isso teve um crescimento absurdamente grande que as atitudes se divergem de um para outro de uma maneira bem distinta.
Realizar malabarismos com átomos é fácil,
 agora eu quero ver alguem criar os átomos!
O homem que estuda e cresce em conhecimentos, desafia Deus com suas teorias humanas, lembro-me disso quando então um cientista uma vez criou um animal de proveta de laboratório, e isso foi uma verdadeira revolução científica, muitos  igualaram esse feito ás criações de  Deus, estava então comprovado que se Deus poderia criar uma vida animal que respirava andava e emitia sons, ora isso éra fantástico demais!
Á ovelha Dolli, teve seis filhotes que
 ja nasceram velhos e muito doentes!
Foi até que um dia esse animal com apenas quatro anos de idade adoeceu e contraiu diversas  doenças tidas e conhecidas como doenças do envelhecimento, ela contraiu formas e males do envelhecimento precoce, tudo isso porque seus Telomeros eram mais curtos do que as ovelhas normais, tudo isso porque ela fora clonada de células mamarias de ovelhas adultas, ela teve uma morte horrível e muito dolorosa, foi constatada além de muitos outros males, uma artrite degenerativa, e depois seguida de uma infecção pulmonar incurável, ela foi abatida em 2003 para que se evitasse mais o seu sofrimento.
Á ovelha Dolli tem muito haver com á historia fictícia da escritora Mary Shelley, que cita á criação de um monstro com partes de cadáveres, com uma vida artificial.
Verdadeiramente o homem criou um monstro como o fez Victor Frankestein,  e o que tem isso haver com á Torre de Babel? Tem muito haver,  ao achar que havia se igualado a Deus aquele que é perfeito em todas as suas criações, o homem basicamente construiu uma torre de superioridade, que ruiu com um simples assopro.
O grande sonho humano é construir um 
ser muito próximo de si, mas falta-lhe alma.
 Ele caiu do cavalo, pois criou uma cópia viva de um ser adulto e sendo assim, com apenas quatro anos de idade envelheceu prematuramente desenvolvendo varias doenças típicas do envelhecimento, e como Frankestein da historia, que criou um monstro com sentimentos artificiais, emoções artificiais, com um coração e uma vida totalmente artificial, até hoje o homem tenta entender o que aconteceu com aquela sua arrogância, que por mínimos instantes o igualou a Deus. 
Fonte Readers Digest.