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domingo, 11 de julho de 2021

A REBELIÃO DA ILHA ANCHIETA.


A ilha tem duas praias principais: a do Sul e a do Presídio, além de dois morros: Morro do Papagaio (ao norte) e Morro do Farol. A comunicação da ilha com Ubatuba e Caraguatatuba praticamente não existia naquele tempo. Depois de confinar nos anos 30, os presos políticos durante a ditadura de Getúlio Vargas, novamente criava-se uma instituição penal na Ilha Anchieta.
Um lugar de rara beleza natural, que 
no passado abrigou um presidio.
Em 1942 era instalado o Presídio da Ilha Anchieta. Em frente à praia, ficava, e ainda fica, o frontispício do antigo presídio. Adentrando, o pátio onde os presos se reuniam. Em volta do pátio, no formato retangular, uma espécie de “vila” compostas pelos pavilhões de grades onde ficavam confinados os 453 presos, todos de alta periculosidade. À esquerda de quem olha para a entrada do presídio, por uma trilha que segue rumo ao Morro do Papagaio, ficava o quartel com sua sala de armas.
No pátio, grupos rivais se digladiavam constantemente, sendo contidos pelo pequeno efetivo de guardas, apenas 50 policiais, aproximadamente. O líder de todos eles era o perigoso João Pereira Lima, o “Pernambuco”. Seu “staf” era formado por outros não menos perigosos como “Mocoroa”, “Daziza”, “China Show” e “Diabo Loiro”
Do presidio restam apenas
 ruínas e á triste historia 
dessa terrível carnificina.
O preso Portuga era o cérebro!

Tudo começou a mudar com a chegada de Álvaro da Conceição Carvalho Farto, o “Portuga”, sujeito inteligente, formado em engenharia, que aos poucos foi se tornando ciente do ambiente em volta. Um certo dia (sem perceber um plano a longo prazo de rebelião), o diretor do presídio, Fausto Sady Ferreira, transferiu “Portuga” para uma cela solitária. O bandido alegava que estava correndo risco de vida entre os demais presos. Era já o início do esquema para elaborar um projeto completo de todo o presídio sem que ninguém atrapalhasse.
Todos os detentos, a partir de então, receberam funções específicas. A princípio, sob as ordens de Pereira Lima, os presos passaram a buscar amizade com os policiais e familiares. Brincavam com as crianças da ilha, sorriam, cumprimentavam respeitosamente as senhoras, enfim, ficaram, de uma hora pra a outra, “gentis”. 
Á fachada do presidio, que aos poucos
 vai se decompondo com o tempo.
Um projeto ardiloso.
Cada um tinha que ter um posto, dessa forma, o preso que era o barbeiro, chamado por todos “Mão Francesa” teria que dar um jeito de transferir seu atendimento para a barbearia das Praças, onde poderia ver o interior do destacamento. “Mão Francesa”, que era homossexual passivo, ganhou a confiança dos militares, enquanto ia copiando as escalas de serviço e os pormenores, ou seja, a intimidade do destacamento. O presidiário “Leitão” ficou incumbido de fazer o diretor Sady praticar tiros. O diretor era ótimo atirador, mas a ilha era silenciosa já que não se usavam mais as armas. O armamento ficava guardado (vejam que ironia) em uma sala do quartel, que ficava na trilha do Morro do Papagaio, cerca de 300 metros acima do pátio.Por isso, “Leitão” passou a bajular o diretor Sady para que o mesmo mostrasse sua perícia com armas, certamente, os estampidos passariam a ser corriqueiros e ninguém estranharia qualquer barulho de tiros. Estratégias de “Portuga”, que também incumbiu os presos que cortavam lenha no Morro do Papagaio a ganharem a confiança dos soldados; apenas dois guardas que faziam a escolta de doze presos.
E então, harmonia total na ilha, acabaram as brigas entre grupos, os presos sorriam, acendiam suas bitas de cigarros nos cigarros dos soldados que nem andavam armados. Também passaram a fazer tarefas nas casas dos policiais e dos funcionários civis, uma confiança total. 
Os tripulantes da lancha Ubatubinha 
de longe avistaram fumaça e 
desconfiados, não desembarcaram 
na ilha, retornando para o alto-mar.
Chegou o dia!
O clima estava preparado. Outro preso, o “Fumaça”, que trabalhava no almoxarifado, ficou incumbido de descobrir o dia exato em que a lancha “Ubatubinha” vinha de Santos trazendo (como acontecia uma vez por mês) mantimentos para a ilha. A lancha era uma grande embarcação e serviria perfeitamente para o plano de fuga. Descobriram então o dia: ela viria no dia 20 de junho. O plano teve então prosseguimento na véspera, dia 19, quando foi assassinado o preso “dedo-duro” Flores, vulgo “Dentinho”. Os detentos o enterraram bem fundo na praia do bananal, depois espalharam o boato que “Dentinho” vinha comentando sobre a vontade de fugir.
O diretor Fausto Sady, adorava matar a
 tiros os urubus, isso ele fazia incentivado pelo preso leitão, logicamente isso fazia parte do plano, pois o alarme utilizado era um tiro para o ar, e com os constantes disparos do ingênuo diretor, esse sinal de alarme foi para o espaço.
Mataram “dois coelhos com uma paulada só”: eliminaram um perigo ao plano de fuga enquanto fariam com que o diminuísse o efetivo pois os policiais teriam que organizar uma busca do desaparecido. Dito e feito: após a contagem, seis soldados mais o funcionário “Escoteiro” saíram em busca do suposto fugitivo.
Plano em execução.
Rumo ao Morro do Papagaio, a primeira comitiva de doze presos sendo escoltada pelo sargento Theodósio Rodrigues dos Santos mais o soldado Geraldo Braga foi em busca de lenha. Outro grupo maior, com 110 presos, seguiu para Ponta da Cruz onde recolheria a lenha cortada no dia anterior, com a escolta de apenas dois soldados, Hilário Rosa e Manoel França Ayres e dois guardas civis desarmados, Higino Perez e Helio Barros.
Á lancha Ubatubinha era 
uma barcaça de tamanho médio  
equivalente á uma escuna de turismo.
Ao lado do soldado Ayres, o chefão João Pereira Lima, de repente, retira-lhe o fuzil sem qualquer resistência pois o soldado pensou que fosse brincadeira. Ayres e os dois funcionários foram amarrados em uma árvore. Um dos presos foi chamar o soldado Hilário que seguia à frente do grupo. Ao se aproximar, Hilário foi morto friamente por Pereira Lima com um tiro de fuzil no rosto.
Esse estampido também estava no plano de fuga, pois sinalizava ao outro grupo para que os “doze” também imobilizassem Theodózio e Braga enquanto preparava o desfecho lá embaixo, nos pavilhões. Afinal, o tiro agora era normal para quem estava lá no destacamento. Poderia ser o diretor Sady praticando o seu rotineiro “tiro ao “urubu”. Os “doze” então atacaram os policiais com golpes de machado, matando-os e tomando duas armas de fogo.

O massacre
Descendo, atacaram de surpresa o quartel, começando com o tiro desferido por Pereira Lima que matou pelas costas o soldado armeiro Otávio dos Santos. Em seguida, foram mortos outros policiais que lutaram bravamente, mas não conseguiam chegar até a sala de armas, já que outro bandido, o sanguinário China Show, mantinha todos afastados através de uma janela lateral. Os bandidos, assim, armados até os dentes, desceram até o presídio e atacaram a casa do diretor Fausto Sady e do Comandante do Destacamento, Tenente Odvaldo Silva. O bandido China Show, após ferir o diretor Sady, foi até a casa do chefe de disciplina, Portugal de Souza Pacheco e o matou diante da esposa e filhos.

Foi o maior massacre que se teve notícia até então e a maior rebelião na história dos presídios em todo o mundo.
Á costa da Ilha Achieta, era infestada de tubarões, isso porque era jogada grande quantidade de sangue e restos de peixes na praia, para atrai-los, para inibir qualquer tentativa de fuga a nado.


Erro no projeto.
Para completar a carnificina, os bandidos libertaram todos os presidiários, enquanto “Daziza” e “China Show” era os que mais se divertiam. Pereira Lima, o chefão, ordenou que ninguém tocasse as mulheres e as crianças, e assim foi feito.
Segundo o policial do presídio, ainda vivo e atualmente trabalhando como monitor da ilha, PM José Salomão das Chagas, a lancha “Ubatubinha” passava pelo “boqueirão”  (trecho entre as escarpas da ilha e do continente), quando percebeu-se uma fumaça preta que surgia da ilha. Imediatamente, a lancha fez a volta e retornou ao continente.O que o inteligente “Portuga” não previa é que os detentos, na sanha da destruição, fossem atear fogo aos pavilhões. Dessa forma, o plano foi por “água a baixo”.Pereira Lima determinou então efetuar a fuga em uma embarcação menor, a lancha do presídio de nome “Carneiro da Fonte”, conhecida no presídio por “bailarina”, devido ao seu movimento parecido a uma dança nos dias de mar revolto.
Mas um detalhe tenebroso dessa historia, é que á lancha menor so cabiam 50 pessoas e eles eram ao todo 90, que com certeza só os levaria para o fundo do mar, sabendo disso, um dos chefes Pereira Lima, começou á metralhar os companheiros de fuga e atira-los para os tubarões, para esvaziar á lancha.

Todavia, uma embarcação que comportava apenas 50 pessoas não poderia levar os 90 que nela tentavam a fuga. Então, vários detentos, principalmente os de maior peso, foram jogados ao mar para deleite dos tubarões. Com a falta de experiência do piloto improvisado, o bandido “Timoshenko”, a lancha “Carneiro da Fonte” encalhou na praia rasa de Ubatumirim. Na ilha, outros que não embarcaram na lancha, fugiram em canoas.
O Exercito  foi fundamental
 para á recaptura dos amotinados que
se escondiam na vasta Serra do Mar.
Recapturados.
No dia seguinte, todas as guarnições do Vale do Paraíba estavam na Ilha. Acontece que o soldado Simão Rosa da Cunha conseguiu nadar até o continente e fez com que a notícia sobre o levante chegasse até o Batalhão Militar de Taubaté. “Portuga” tinha problemas cardíacos e não conseguiu fugir. Foi encontrado dias depois, morto sob a sombra de uma árvore. Os amotinados  que sobraram na ilha, passaram para o comando do preso Francisco Faria Junior que solidarizou-se com os policiais imobilizados e trancafiados nos pavilhões, assim sendo, soltaram todos os militares na intenção de abrandar suas penas. Foram recapturados 129 detentos fugitivos entre eles, o chefe “Pereira Lima”, enquanto outros seus desapareceram sem que nunca mais se ouvisse falar deles. Em 1955, com Juíz, Promotor e Advogados que ficaram na ilha por três anos, foi instituído um Fórum que julgou todos os fugitivos recapturados

Os heróis

Em toda a celebração do dia 20 de junho, a Secretaria de Turismo de Ubatuba promove um evento que reúne cerca de 250 pessoas, chamados “Filhos da Ilha” (descendentes e nascidos na ilha na época da rebelião) quando é prestada uma homenagem aos Heróis mortos durante o “levante da Ilha Anchieta”. Seus familiares são reunidos em um evento que tem por objetivo manter viva essa memória. No confronto com os detentos do Presídio da Ilha Anchieta, faleceram os seguintes funcionários:


Militares:
Sargento Melchíades Alves de Oliveira
Cabo Hilário Rosa
Soldado Carmo da Silva
Soldado José Eugênio Paduan
Soldado Bento Moreira
Soldado Benedito Damásio dos Santos
Soldado José Laurindo
Soldado Octávio dos Santos
Civis:Oswaldo dos Santos
Portugal de Souza Pacheco.
Fonte Wikipedia.

O HOMEM ERRADO.

O Homem Errado é o que mais representa o seu medo da polícia. Esse pavor começou quando o diretor tinha apenas cinco anos: depois de ter feito alguma travessura, o seu pai o mandou para o delegado com um bilhete, pedindo que o homem prendesse seu filho por cinco minutos. A experiência durou pouco, mas foi o bastante para traumatizar o menino por toda a vida. O resultado pode ser visto em quase todos os seus filmes: a polícia, além de ser ineficiente, está sempre do lado errado, perseguindo o protagonista inocente. O que difere essas outras obras de O Homem Errado é a ênfase que Hitchcock dá aos danos que essa força pode causar ao homem comum. 
Um homem normal, que de uma hora
 para outra tem sua vida revirada.
No resto de sua filmografia, os policiais quase nunca são levados a sério, ganhando até mesmo ares cômicos de vez em quando, já que nunca conseguem se apoderar do personagem principal (pelo menos por um longo período de tempo). Nesta produção, não há espaço para humor: a polícia não só prende Manny como arruína sua vida. Percebe-se que até o modo como Hitch filma a polícia é diferente: são filmados de maneira muito próximas, mas não como pessoas, e sim como meros instrumentos (ora ele só mostra seus pés e mãos, ora seus rostos de perfil, impassíveis como estátuas) ou seres insensíveis ao sofrimento do protagonista e da plateia, que toma as dores do músico. 
Estar em uma situação dessas, faz
 a cabeça viajar em pensamentos.
Assim, a antipatia de Hitchcock pela polícia vai aos poucos contagiando os espectadores. O típico humor hitchcockiano não está presente aqui porque o Mestre se esforçou para se manter fiel à história o máximo possível. Ele próprio admitiu que morreu de medo de se afastar da narrativa original, o que deve tê-lo impedido de inserir seus toques mais costumeiros, como as sequências cômicas. Se levarmos em conta o caráter verídico de O Homem Errado, percebemos que ficariam muito deslocadas cenas de humor: quem é que acharia graça de qualquer coisa sabendo que, em algum lugar e alguma hora, um homem realmente passou pelos sofrimentados apresentados na tela?
Um musico que se ve em uma situação
 muito constrangedora e cruel.
Dito isso, podemos passar para a construção primorosa do suspense deste filme. O filme começa leve e banal, com Fonda se apresentando no clube, lendo o jornal na volta para a casa, conversando com sua mulher e filhos… Essas cenas aparentemente inúteis, na verdade, tem dupla importância: elas contrastam com os fatos ainda por vir (é a volta da história do cidadão simples que é obrigado a sair da rotina e viver algum tipo de jornada, temática cara à obra de Hitchcoch) e, principalmente, permitem que nos identifiquemos com Manny. Ele é um homem direito, vive uma vida sem qualquer agitação, totalmente preenchida pelo trabalho e amor à família. Sabemos, de antemão, que ele nunca poderia ter feito nada fora da lei. É por causa dessa boa apresentação na calmaria, que torcemos tanto para Manny provar a sua inocência na tempestade.
Uma historia que pode muito bem se
 encaixar na vida de qualquer pessoa normal.
Como pode ser desconfortável passar por
 uma situação dessas, mesmo atraves da ficção.
A grande tematica dessa historia urbana, é o fato da grande comoção causada aos telespectadores, que praticamente se colocam no lugar do personagem Manny Balestero (Henry Fonda), devido a sua grande peculariedade com a maioria das pessoas, fazendo com que fiquem do lado do acusado, e contra a policia, em uma relação absolutamente possivel a qualquer cidadão. E devido a isso causa uma estrema sensação de frustração a todos quando a policia então, resolve coloca-lo atras das grades pura e simplesmente. Logicamente em qualquer caso de crime, alguem deve ser responsabilizado, mas quando tudo leva a crer que esta havendo um grande engano, e uma injustiça esta sendo feita, para a policia essa possibilidade é muito pequena ao ponto de pura e simplesmente, não acreditar nele, e deixa-lo em uma situação incomoda, pois tambem a policia tem a obrigação moral de descobrir e prender o culpado, mesmo que em certas ocasiões não se tenha 100% de certeza sobre a sua culpa, mas é preciso dar uma resposta a sociedade... E essa resposta pode ser o homem errado.
Fonte Fan Apart.

CARRO SEM MOTORISTA.

As fabricantes de carros de luxo alemãs BMW,  Mercedes Benz e Audi, estão atraindo especialistas em software enquanto companhias de tecnologia como Google ameaçam ultrapassá-las na corrida para desenvolver um carro sem motorista.Conhecimento em software se tornou um novo campo de batalha para as montadoras de veículos e empresas de tecnologia, com carros precisando de linhas de códigos que conectem motor elétrico, smartphones e freios quando o sistema de radar identifica um obstáculo à frente. Sem reforçar seus conhecimentos digitais, as montadoras alemãs vão enfrentar dificuldades para oferecerem novos recursos sofisticados, como direção autônoma e serviços de compartilhamento de carros para competirem com novos rivais como Google e Uber.
Um veiculo totalmente controlado
 por GPS e computadores de bordo, 
ao qual o motorista se tornaria 
em um simples passageiro.
Existem varios desse modelos em 
varias partes do mundo em fase de testes.
Alem do GPS e computadores de
 bordo esse veiculo vem equipado com sensores de altíssima definição que percebem um minimo movimento
 em frações de segundos.
"O que as companhias de carros estão fazendo é contratar pessoas geralmente fora do setor automotivo. Algumas companhias há alguns anos atrás não tinham um departamento de carro conectado. Todas têm isso agora", disse o presidente-executivo da Magma People, Malcolm Earp. Em agosto BMW, Audi e Mercedes disseram que vão pagar cerca de 2,5 bilhões de euros (US$ 2,8 bilhões) para comprar a divisão de mapas digitais da Nokia, ultrapassando rivais de tecnologia em um dos serviços vistos como uma das chaves para o futuro dos carros que não precisam de motorista. No último exemplo de cruzamento entre os setores de tecnologia e automóveis, o Googlenomeou o veterano John Krafcik, ex presidente-executivo da  Hyundai Motors America para conduzir seu projeto de carro autônomo.
Um veiculo que reconhece automaticamente
 um percurso, e que não infringe as leis 
de transito seria um pesadelo as 
industrias de multas de certos países.
O carro dos sonhos que muito
 breve podera estar andando
 pelas ruas das cidades.
O modelo da Mercedes Bens alem 
de autônomo, também é lindíssimo, 
A força de trabalho da BMW cresceu 6,2%, para 119.489 no final de junho, com a montadora afirmando que vai continuar a recrutar funcionários em 2015 para ajudar "no desenvolvimento de novas tecnologias, incluindo a cada vez maior escala de digitalização"Na Audi, houve aumento de 8% nos postos de trabalho entre janeiro e junho, para 81.640 funcionários. A montadora planeja adicionar mais 6 mil empregados para "apoiar o desenvolvimento de tecnologias pioneiras, bem como para expansão de nossas instalações internacionais".A controladora da Mercedes, Daimler, afirmou que o quadro de pessoal cresceu 1,6% no primeiro semestre do ano, para 284.441 e que o número ao final do ano deve ser maior que em 2014. Em junho, a Daimler Trucks comprou a fornecedora de informações de telemetria Zonar Systems para ajudar no lançamento de serviços como diagnóstico de veículos por satélite voltados a operadoras de frotas de veículos.
Fonte G1 Noticias.

"RATO BANDIDO".

Um rato foi domesticado por presos para fazer a entrega de drogas e outros objetos ilícitos dentro do Presídio Barra da Grota, em Araguaína, norte do Tocantins. Segundo o diretor do presídio, Gean Carlos Gomes, o animal fazia a “ponte” entre um pavilhão e outro. Um vídeo divulgado por agentes mostra que o animal aceita até cafuné na cabeça. O bicho foi encontrado durante uma operação da Polícia Civil na última sexta-feira (30). "Eles amarraram uma linha de crochê no rabo do rato e usavam ele para levar [drogas e outros materiais] de um pavilhão ao outro. Quando o animal chegava no destino, o preso pegava o rato e puxava o cordão com os objetos", explicou o diretor.
O ratinho foi domesticado para realizar
 o transporte de drogas entre as 
celas do pavilhão do presidio.
Mas uma tentativa frustrada dos 
criminosos de tentarem burlar
 a vigilância prisional.
Segundo ele, o animal servia para possibilitar a comercialização de drogas. Durante a operação, realizada no pavilhão A do presídio, também foram apreendidas 29 trouxas de maconha e 23 de cocaína. O rato foi encontrado quando os agentes passaram por outro pavilhão e se depararam com o animal andando pelo local com a linha amarrada no rabo."Os agentes acompanharam a movimentação do bicho e após a captura veio a surpresa de que o rato estava domesticado e aceitava até cafuné."Ainda segundo o diretor, o rato foi libertado em um matagal que fica perto da prisão. Além disso, as imagens do pavilhão estão sendo analisadas para saber quem era o dono do animal.
A algum tempo atras presos se utilizavam
 de pombos para o transporte de 
drogas e celulares ao presidio.
O pombo não conseguia nem levantar
 voo devido ao peso da sua carga e 
isso despertou a suspeita dos agentes.
Cara confesso que eu pensei que ja tinha visto de tudo, como pombos transportando drogas e aparelhos de celular, drones, mas agora essa historia de um rato domesticado para levar droga é mesmo o fim da picada, e isso demostra a ineficiência e o abandono do sistema penitenciário em nosso pais, primeiro que esta infestado de ratos ratinhos e ratões literalmente falando e também porque permite que prisioneiros tenham tempo suficiente para adestrarem um rato para transportar as drogas nos pavilhões, seria ate engraçado se não fosse tão triste. O nobre Ministro da Justiça Eduardo Cardozo a alguns anos atras disse com todas as letras duramente, que o nosso sistema penitenciário se assemelha muito aos calabouços da época medieval.
Ate os conhecidos e populares drones 
também ja foram utilizados
 pelos presidiários.
Vasta carga de aparelhos celulares e drogas 
apreendida, sendo transportada por 
um drone nas imediações 
de uma penitenciaria.
Mas que ate agora tambem não moveu uma palha para se mudar isso, e esse tal calabouço medieval segundo Vossa Excelência continua vergonhosamente no pais inteiro, aos olhos das autoridades "competentes" que apenas assistem toda essa degradação ficando cada vez pior. O sistema penitenciário brasileiro,  é um rabo de foguete desgraçado ao qual ninguem é louco para assumir esse problema, super  população carceraria, reincidência criminosa de presos, fuga, facções criminosas mandando e desmandando, drogas e aparelhos celulares funcionam dentro dessas instituições penais, sem que haja a minima perspectiva de-se acabar com isso. Quando o Ministro comparou as mesmas com os calabouços medievais ele foi ate gentil, pois a coisa é muito mais píor do que isso, e faz tempo.
Fonte G1 Noticias.

GEO CIENCIA.

A possibilidade de que o aquecimento global vai desencadear uma abrupta mudança climática é algo que as pessoas podem não querer pensar.Mas astrônomo da Universidade do Arizona Roger Angel pensa sobre isso.O Dr Angel é uma das mentes mais brilhantes do mundo, como professor da Universidade do Arizona, e o Centro de Astronomia Óptica Adaptativa.Ele ganhou honras superiores para suas muitas extraordinárias idéias conceituais que se tornaram práticas soluções de engenharia para a astronomia.Para o ano passado, Angel foi procurando maneiras de esfriar a Terra em uma emergência. Ele está estudando a viabilidade da implantação de um guarda-sol em um espaço de crise do aquecimento global, uma crise onde se torna claro que a Terra é inequivocamente dirigida para a mudança climática desastrosa dentro de uma década ou duas.
Uma gigantesca película formada por
 lentes, serviriam como um filtro, cuja á
 função seria de filtrar ás luzes do sol,
 e reduzirem á temperatura da Terra.
Angel é agora a publicação de um primeiro papel, detalhados acadêmicos, "Viabilidade de resfriar a Terra com uma nuvem de pequenas espaçonaves perto L1", no Proceedings of the National Academy of Sciences. O plano seria lançar uma constelação de trilhões de espaçonave de vôo livre pequena um milhão de quilômetros acima da Terra numa órbita alinhada com o sol, chamado de L-1 em órbita.
Á camada de ozônio cresce á cada
 dia e com ele também aumenta á temperatura
 do planeta, que modifica o clima 
vertiginosamente nos continentes.
A nave se formaria uma nuvem, cilíndrica com um diâmetro de cerca de metade da Terra, e cerca de 10 vezes mais. Cerca de 10 por cento da luz solar que passa através do comprimento de 60.000 milhas da nuvem, apontando longitudinalmente entre a Terra eo Sol, seria desviada para longe do nosso planeta. O efeito seria o de reduzir a luz solar de maneira uniforme em cerca de 2 por cento em todo o planeta, o suficiente para equilibrar o aquecimento de uma duplicação do dióxido de carbono atmosférico na atmosfera da Terra.
Quem acompanhou o seriado Jornada nas Estrelas, como eu acompanhei, deve ficar fascinado com essa noticia, uma salvação vinda do espaço sideral!
Pesquisadores propuseram várias alternativas para o resfriamento do planeta, incluindo dispersores de aerossóis na atmosfera da Terra. A idéia de um espaço na sombra L1 desviar a luz solar da Terra foi proposta inicialmente por James Early do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, em 1989. "As idéias anteriores foram para o maior, mais pesada que as estruturas precisaria de fabricação e lançamento da lua, que é bastante futurista," Angel disse. "Eu queria fazer o pára-sol de" flyers ", nave pequena, leve e extremamente fina que pode ser completamente montada e lançada da Terra, em pilhas de um milhão de cada vez. Quando chegarem L1, eles seriam tratados fora do pilha em uma nuvem. Não há nada para montar no espaço. "

Poderia até ser coisa de doido se
 essa teoria não fosse realizada por um dos maiores gênios da atualidade, Dr Roger Angel.
Os panfletos leves projetados por Angel seriam feitos de uma película transparente com furos pequenos. Cada passageiro seria de dois metros de diâmetro, 1 / 5000 de uma polegada de espessura e pesam cerca de um grama, o mesmo que uma borboleta grande. Ele usaria "MEMS" espelhos tecnologia como velas pequenas que inclinariam para manter a posição dos panfletos na constelação em órbita. Transparência do flyer e mecanismo de direção á impedir que ele seja surpreendido pela pressão da radiação. Pressão de radiação é a pressão da luz do sol em si.A massa total de todos os pilotos que compõem a estrutura de pára-sol do espaço seria de 20 milhões de toneladas. Em US $ 10.000 por libra, o lançamento de foguetes convencionais química é proibitivamente caro. Anjo propõe usar uma maneira mais barata desenvolvido pela Sandia National Laboratories para os lançamentos espaciais eletromagnética, que poderiam trazer o custo baixo para tão pouco como US$ 20 por libra.
Um trabalho minucioso, mas que alcançara 
resultados plenos depois de iniciado.
O pára-sol pode ser implantado por um total de 20 lançadores eletromagnéticos lançar uma pilha de panfletos a cada 5 minutos durante 10 anos. Os lançadores eletromagnéticos ideal seria executado em energia hidrelétrica, mas mesmo no pior cenário ambiental com carvão eletricidade gerada, cada tonelada de carbono usada para produzir eletricidade poderia atenuar o efeito de 1.000 toneladas de carbono atmosférico.
Á camada de lentes ficara num lugar 
de vácuo e acompanhara á orbita da Terra.
Uma vez impelido para além da atmosfera da Terra e da gravidade com lançadores eletromagnéticos, as pilhas flyer será dirigido para L-1 órbita por energia solar propulsão iônica, um novo método comprovado no espaço pela Agência Espacial Europeia SMART-1 da lua orbiter e Deep Space 1 da NASA sonda."O conceito se baseia em tecnologias existentes," Angel disse. "Parece factível que poderia ser desenvolvido e implantado em cerca de 25 anos a um custo de alguns trilhões de dólares. Com cuidado, a sombra solar deve durar cerca de 50 anos. Então, o custo médio é cerca de US$ 100 bilhões por ano, ou cerca de dois décimos de um por cento do produto global nacional. "
Os poluentes tem destruído á camada de ozônio em escalas assustadoras, cada miligrama de poluição a mais na estratosfera também, causa uma miligrama á menos de proteção do planeta.
Se essa ideia vai dar ou não vai 
dar certo, alguém tem que fazer 
alguma coisa antes que saja tarde demais!
Ele acrescentou: "O pára-sol não é nenhum substituto para o desenvolvimento de energias renováveis, a única solução permanente. A nível semelhante maciça de inovação tecnológica e investimento financeiro pode garantir isso. "Mas se o planeta entra em uma crise climática abrupta que só pode ser fixado por arrefecimento, que seria bom para estar pronto com algumas soluções de sombreamento que foram elaboradas."então temos que colocar á mão na massa o quanto antes.
Fonte BBC.

domingo, 27 de junho de 2021

LUZ SOLIDA.

Uma equipe de pesquisadores na Universidade de Princeton (EUA) começou a fazer algumas coisas muito estranhas com a luz. Em vez de deixá-la circulando a velocidades altíssimas, eles a congelaram na forma de cristal.Não, eles não estão fazendo a luz atravessar cristais; na verdade, eles estão transformando a luzem um cristal. É um processo que envolve fixar os fótons (partículas de luz) em um único local, para depois congelá-los de forma permanente. Isso nunca foi feito antes, e poderia ajudar a desenvolver materiais com novas propriedades.
Partículas luminosas, que agora poderão
 ser construídas em laboratório.
Uma descoberta que deixara
 a luz muito mais manipulável.
Funciona assim: primeiro, os físicos criaram uma estrutura feita de materiais supercondutores, que contém 100 bilhões de partículas modificadas para agirem como uma espécie de átomo artificial. Então, eles inseriram esse átomo artificial perto de um fio supercondutor contendo fótons. Pelas regras da mecânica quântica, os fótons no fio herdaram algumas das propriedades do átomo artificial. Assim, mesmo que os fótons normalmente não interajam uns com os outros, neste caso eles fizeram exatamente isso. Darius Sadri, um dos pesquisadores, o que tornou isso possível:
A ficção cientifica a muito tempo
 ja retrata essa possibilidade da luz solida.
As partículas de luz sempre foram 
um imenso fenomeno a ser decifrado.
Nós usamos uma mistura em conjunto dos fótons e do átomo para criar, de forma artificial, fortes interações entre os fótons. Essas interações, então, levaram a novos comportamentos coletivos para a luz  semelhante às fases da matéria, como líquidos e cristais…O resultado: uma espécie de luz sólida, onde os fótons ficam congelados no espaço. Os cristais são incrivelmente pequenos, mas espera-se que o sistema cresça, e com o tempo os pesquisadores serão capazes de fazer outros materiais interessantes  como superfluidos e isolantes  a partir da luz.
Conseguir dominar a quimica da
 luz, sera um grande passo
 rumo a alta tecnologia.
Cristais de energia luminosa,
 resta saber agora se essas 
partículas ficarão estáveis.
No filme Guerra nas Estrelas, 
guerreiros lutavam com espadas 
formadas de luz solida.
A luz solida seria tecnicamente um tubo luminoso, como as lampadas fluorescentes, ou seja um tubo luminoso compacto, exatamente como essas lampadas, sendo que a unica diferença é que não existira o tubo de vidro que acondiciona os gases que formam a luminosidade, ou seja seria como aquelas espadas luminosas utilizadas nos épicos filmes de Guerra nas Estrelas, onde em varias cenas podemos ver lutas onde os guerreiros se utilizam dessas espadas. Muito interessante essa descoberta, agora resta apenas saber se os cientistas conseguirão estabilizar esses atomos luminosos congelados na forma solida, ou se o mesmo sofrera mutações químicas como acontece como alguns solidos, que devido  as alterações da temperatura, passam para os estados liquido e gasoso.
Fonte Gizmodo Brasil.