Visualizações de página do mês passado

TODAS AS POSTAGENS DO BLOG

OBRIGADO PELA VISITA, SEJA BEM VINDO, ESPERO QUE GOSTE, VOLTE SEMPRE.

Pesquisar este blog

sábado, 25 de janeiro de 2025

OVNIS

Durante palestra nesta tarde na Campus Party, (08 de fevereiro de 2012) Ademar José Gevaerd mostrou que o governo do Brasil já reconhece a existência de naves que podem estar sendo pilotadas por seres extraterrestres. Ele ainda comentou que vários documentos secretos estão sendo liberados oficialmente, o que prova a real ocorrência de diversos acontecimentos.“É muito provável que nas próximas décadas nós estejamos fazendo o mesmo que estes seres fazem hoje.” Disse o editor. 
Essas historias de O.V.N.I.s, datam 
de muito tempo atras.
Atualmente, o registro de OVNIs já é reconhecido pelo Diário Oficial da União sob a portaria 551/GC3. De acordo com Gevaerd, isso foi visto como um acontecimento muito importante para o país.O documento mais contundente sobre as aparições de objetos voadores foi o Dossiê UFO Brasil, em 2007. A partir de então, deu-se início a ações por parte da Força Aérea Brasileira com o intuito de registrar e oficializar as incidências de OVNIs. Hoje, todos podem ter acesso a cerca de 4,4 mil páginas arquivadas desde a década de 50.

Essa á a foto de uma suposta aterrissagem
 de um O.V.N.I. em Guaratingueta/SP, muito
 parecida com a marca deixada na fazenda
 do Barreiro em Taubaté/SP

Dos acontecimentos mais ricos em detalhes, o jornalista deu ênfase a alguns deles. A Operação Prato ocorreu em setembro de 1977, no Amazonas. Em seus registros, é possível ter acesso a páginas com fotos, desenhos feitos por militares brasileiros e relatos feitos pelas comunidades que viviam nas áreas das aparições. Além disso, mais de 16 horas em vídeo também foram registradas oficialmente durante o ocorrido.

Muitos casos são explicados como
 fraudes, mais o restante ainda 
continuam como grandes mistérios.

Mas o acontecimento que chamou mais atenção da população brasileira, e mundial, foi o Caso Varginha, em janeiro de 1996. No evento, entre cinco e sete criaturas foram capturadas por autoridades militares, sendo que pelo menos duas delas ainda estavam vivas. Um dos oficiais envolvidos faleceu em menos de três semanas após o incidente devido a uma infecção generalizada. No entanto, o caso ainda não é admitido pelo Exército do Brasil.
Ate onde vai a fantasia da realidade 
dessas aparições.
Concluindo a conversa, o jornalista disse que a abertura ufológica brasileira ainda está incompleta, mas que já resultou em milhares de documentos liberados oficialmente. Ele completou dizendo que os avanços na ufologia são cada vez maiores e mais aceitos, mas ainda há muito a ser feito para que os governos levem o assunto com a seriedade que merece.
Eles ja foram avistados em vários 
formatos e por pessoas do mundo inteiro.
Cada um tem uma observação relativa a esses casos de OVNIs, mas eu tive uma experiencia ocorrida  no ano de 1979, quando vi um objeto estranhíssimo voando a baixa altitude, de uma cor vermelho-alaranjado muito intenso, tinha o formato circular, devia estar a uns duzentos metros de altura e vinha do sentido norte, indo para o sul, fui alertado pelo meu pai que estava consertando o seu carro um Ford Corcel, e por acaso ele olhou para o céu e disse que um balão estava caindo, e me chamou, ao sair para fora pude então avistar aquele objeto que não era um balão com certeza e nem muito menos se tratava de qualquer outra aeronave conhecida.
Essas aparições datam desde as civilizações antigas.
Estava como ja disse numa altura aproximada de uns duzentos metros, parecia flutuar no ar com uma velocidade muito baixa, e sem emitir qualquer ruido de motor, o meu pai era um pouco louco, acabamos de consertar o carro e fomos em direção ao objeto estranho, e chegamos até o bairro do Barreiro em Taubaté, onde ninguém podia passar pois havia naquele local vários soldados do exercito que fecharam as passagens, ficamos sabendo depois que um objeto desconhecido havia pousado em uma fazenda daquela região.
Ninguem é obrigado a acreditar, mas
 que existe algo ainda muito misterioso,
isso existe com certeza.
E tinha deixado uma marca circular no mato, na época essa historia foi muito veiculada pelos jornais da região, e o capataz daquela fazenda um tal senhor Aroldo disse que viu o momento em que o aparelho estranho desceu dos céus, e pousou no mato,  eu tinha os recortes dos jornais da época onde via-se claramente á marca circular deixada pelo objeto, ninguém é obrigado a acreditar nessa historia, mas que eu vi e muita gente da cidade na época também viu algo de muito estranho acontecer naquele ano, tanto que o batalhão do exercito foi deslocado para aquela área e não deixava ninguém passar.
Discovery Channel.

PONTES VIVAS.

Na Índia há pontes vivas, que continuam a crescer. São uma obra de arte profundamente ecológica e desempenham um papel importantíssimo em Meghalaya, uma das áreas mais chuvosas do planeta. As pontes vivas e o fato de deter o recorde de chuva são as duas características únicas do estado de Meghalaya, um ilustre desconhecido no imenso território da Índia. O maciço montanhoso coberto de floresta tropical que se levanta junto à planície do Bangladesh já fez parte do estado do Assam. O ponto mais alto, com 1.372 metros, retém as nuvens de chuva que fazem com que Cherrapunjee, a maior povoação da zona, detenha o recorde mundial de chuva: mais de 24 metros em 1974. Durante a monção a paisagem transforma-se, com os rios e cascatas dos montes khasi a transbordarem, isolando vales e formando ilhas na floresta. Os habitantes locais, as tribos khasi, criaram uma solução arquitetônica e ecológica única no mundo: uma rede de pontes de madeira e escadarias que atravessam o seu território, e que são literalmente à prova de água. 
A India é um pais imenso em sua
 grandeza territorial e tambem em 
sua grandeza mistica, onde o  mundo
 velho e o novo se fundem num só.
As pontes vivas são construções
 seculares e ate milenares, que evitam
 a derrubada de arvores das florestas.
O que estas pontes têm de especial é que estão vivas, continuam a crescer e a fortalecer-se durante séculos. Ficus elastica, árvore-da-borracha indiana, é muito comum nesta floresta tropical. Cresce sobretudo na margem dos rios, envolvendo rochedos e chão numa rede de raízes aéreas que procuram solo estável em todas as direções, de maneira a sustentar a árvore. Os khasi aproveitam o potencial destas raízes, dirigindo-as para a outra margem, sustentando-as com uma estrutura de troncos ocos da árvore de bétel, tecendo-as e reforçando-as até a árvore crescer e formar uma ponte com força e tamanho para poder ser atravessada. Ao mesmo tempo, é preciso alimentar as raízes, colocando folhas e casca de árvores nos troncos que as guiam, até conseguirem atingir o solo, do outro lado do rio, e começarem a alimentar-se por si próprias. O processo demora quarenta a cinquenta anos até se conseguir uma ponte grande e sólida, verdadeira obra de amor dedicada às gerações seguintes. Quanto mais antiga é a árvore, mais forte é a ponte. E cada ano fica mais robusta. 
Cipos  elásticos, são entrelaçados e dão bastante resistência a essa ponte viva.
Existem ate pontes duplas, que 
são usadas em sentidos inversos.
Enraizada no chão, aguenta a violência dos rios que descem as montanhas, arrastando pedregulhos do tamanho de casas e invadindo as margens durante semanas  coisas que as vulgares pontes de cimento, ou feitas de árvores mortas, não aguentariam por muito tempo. A estrutura mostra que estas pontes juntam a beleza de uma árvore com a de uma tapeçaria: raízes da grossura de um vime entrelaçam-se com raízes da grossura de um braço, numa complexa teia de texturas e idades; de um lado e do outro do rio, os “pilares” são troncos gigantescos com uma coroa de folhas que não deixa ver o céu. É um costume khasi que cada pessoa que atravessa uma ponte lhe dê mais um nó, ou corrija a direção das jovens raízes; a ponte pertence à comunidade e aos seus  filhos, que aprendem naturalmente a continuar o trabalho. As aldeias parecem perdidas na floresta, já que a tribo não faz grandes clareiras à volta das suas casas que, por tradição, também não são grandes. Quando vemos a paisagem do alto, poucos telhados se avistam, e quando entramos na floresta encontramos algumas hortas, muitos degraus e pequenos cemitérios silenciosos.
Os tamanhos são proporcionais 
as necessidades dos transeuntes.
Uma prova viva de que existe solução
 para a ecologia, o que falta é vontade politica.
Atravessar essa ponte viva e depois
 dar de frente com essa paisagem 
maravilhosa de rara beleza.
Descobrimos muitas destas pontes vivas nas proximidades de Cherrapunjee. Algumas estão indicadas, e após uma caminhada de três horas, descendo e subindo cerca de três mil degraus, encontramos na aldeia de Nongriat o seu ex libris: Umshiang, uma ponte de dois tabuleiros com cerca de duzentos anos, que quem se dá ao trabalho de vir aqui não resiste a atravessar. Por baixo passa um rio dividido em poças, por ser a época seca. Apesar da proximidade das casas, só se ouve a água a passar pelos rochedos do leito do rio, e muitos pássaros. As pontes estão ali, como as outras que vi pelo caminho. Presenças sólidas e silenciosas, onde pousam pássaros e borboletas como em qualquer árvore, mesmo que esta tenha a forma de ponte. É uma construção natural e ao mesmo tempo irreal  uma obra digna de fadas inspiradas, numa numa noite de magia. Mas é isso que acontece quando se constrói a pensar no futuro: em vez de cortar árvores para fazer pontes, os khasi transformaram-nas em pontes. Magia pura  e uma ideia profundamente ecológica, com resultados extraordinários.
Fonte Planeta Terra.

ACIMA DE TUDO.

Não se preocupe tanto assim com omorte até que foi, enfim, resgatado pelas mãos do médico. Em sua primeira escalada, Steve foi acompanhado de três alpinistas profissionais. Todos sabiam que não seria nada fácil passar seis dias na vertical, principalmente por que, em condições normais, a subida acontece num único dia.
Steve provou ao mundo que a vida é
 muito mais do que um simples detalhe.
E, apesar de toda a valentia, por duas vezes, o alpinista pensou em desistir. "Fazia mais de 30 graus, ventava, e eu não tinha água. Não tinha nem saliva na minha boca, não suava mais. De repente, esfriou muito e comecei a pensar: 'Isso não está nada bem".A água estava com os companheiros e Steve precisava escalar ainda uns 30 metros pra chegar até eles. "Eu nunca fiquei desidratado daquele jeito. Então eu não sabia o que esperar e pensava: 'Ok, se eu não melhorar vou ter que chamar o helicóptero".Como dá pra perceber, a paralisia cerebral que resultou das complicações do parto limita os movimentos do corpo, mas não afeta em nada a inteligência do alpinista.
Somente voce mesmo sera capaz de
 impedir a realização de seus sonhos.
E, por favor, jamais tenha pena de Steve. Ele acharia um absurdo. É um dos caras mais divertidos e felizes que você pode conhecer.A gargalhada foi só a primeira de muitas ao longo da nossa conversa, na casa dele em Coronado, na Califórnia.O alpinista riu à beça também quando eu disse que o achava completamente louco por aquela aventura. E, ainda sorrindo, respondeu: "Ah, muito obrigado!".Como você pode perceber, Steve ri também de satisfação: foi o primeiro homem com paralisia cerebral a escalar a El Capitán. A montanha de 910 metros de altura que fica na parte central do Yosemite Park, na Califórnia e que, na opinião dele, é a mais assustadora do mundo.
O mundo é uma infinidade de desafios,
 e conquista-los faz parte da vida.
Desistir não seria nenhuma vergonha. O esforço era astronômico e o alpinista quase perdeu a cabeça."Minha adrenalina subiu tanto, eu estava num estado mental diferente, assustado. Eu estava quase tendo alucinações, mas antes disso eu bebi água, descansei e consegui voltar ao normal".Steve é pedra dura, jamais se deixa vencer. Durante mais de um ano, malhou em média cinco horas por dia, fazendo até 1,8 mil repetições de um único movimento.No primeiro dia na montanha, subiu quase 200 metros, enfrentando nove horas de escalada. Nos dois dias seguintes, mais de sete horas. E, nesse ritmo, o alpinista avançou grande parte do trajeto.Até que… Teve um momento no quarto dia em que eu tive que pedir ajuda. 
Quando um homem deseja a vitoria,
 não deve esperar que ela venha ate ele.
Eu estava pendurado na encosta e precisava subir uns dez a 15 metros pela corda, o que eu demorei quase seis horas pra fazer".Perto da exaustão, na véspera da data prevista pra chegar ao cume, Steve reduziu a jornada para apenas três horas e descansou numa lona improvisada, encostado na pedra, como quem relaxa no sofá de casa. O homem que praticamente nasceu numa cadeira de rodas teve mil desculpas para desistir dos desafios e viver se lamentando.Mas os pais o trataram exatamente igual aos outros irmãos e Steve nunca se sentiu especial. Fez grandes amigos brincando com os meninos do bairro, estudou em escolas públicas convencionais, se formou em engenharia ambiental pela Universidade da Califórnia e, não satisfeito, o engenheiro inquieto decidiu que estava pronto para casar.
A diferença entre esse mundo e o
 outro mundo... É que voce venceu a  tudo.
"No começo, eu fiquei muito assustada", conta Elizabeth Wampler.  Não sabia o que dizer pra ele, eu sofria por ele, achava que ele sofria, que ele não tinha amigos e não queria vê-lo nunca mais para não ferir os sentimentos dele. Só que eu tinha acabado de me mudar para cá e encontrei com Steve em três festas diferentes. Então me dei conta de que ele era muito inteligente, divertido e carinhoso. Mas nunca pensei em sair com ele até que, numa noite, ele me convidou para jantar, eu aceitei, gostei e ele começou a me mostrar que poderíamos ter uma vida normal".Normal? Normalíssima! Steve e Elizabeth têm dois filhos, dois cachorros e um gato. Trabalham juntos no escritório que fica nos fundos da casa. Se divertem e passeiam juntos o tempo todo.
Enquanto algumas pessoas ficam
 pensando em fazer algo, outras
 ja conquistaram o mundo.
Sábado, 11h40, e o Steve, além de muito ocupado, é um pai extremamente dedicado. Ele sai para cumprir uma missão importantíssima, um compromisso inadiável.
Quem veste a camisa 12 é Charlotte, a caçula da família. Toda vez que tem jogo, o pai coruja fica impaciente. E, diante da filha, fez uma reflexão: "Nunca poderia imaginar que um dia eu ia casar e ter filhos. É um sentimento muito forte"."Você deve estar orgulhoso", eu interfiro. E, ainda com os olhos marejados, ele diz: "Sim, acho que sim".No sexto e último dia da escalada, o alpinista deu mais uma prova da persistência que o acompanhou ao longo de seus 42 anos: pegou pesado por quase dez horas até finalmente conquistar a maravilhosa montanha. Quando já estava lá em cima, recebeu uma forcinha dos amigos. Também, quem aguenta com esse equipamento? 
Steve demostrou que nada é
 impossivel quando voce enfrenta as
 dificuldades com maestria e sabedoria.
E enfim admirou a natureza de um lugar onde poucas pessoas tiveram o privilégio de estar.Chorar era quase uma certeza pra alguém que se entrega tão intensamente às emoções dessa vida.Mas se a essa altura da vida Steve já era um homem casado, pai de dois filhos, engenheiro formado, bem sucedido, para que então se arriscar numa aventura tão perigosa, quanto a escalada de uma montanha? Ele tem pelo menos 250 respostas para essa pergunta. São as 250 crianças com deficiência física, que todos os anos fazem aventuras no acampamento Hawkey Lake. Foi por causa delas que, em vez de desistir, Steve botou ainda mais força na subida.
O mundo não pode ficar preso
 apenas em uma cadeira de rodas, 
é muito mais do que isso.
A utopia esta em não enfrentar os
 desafios que se apresentam em sua vida.
Steve Wampler, outro grande exemplo
 de valorização da vida, de vitoria e 
superação de todas as dificuldades.
Com a ajuda dos patrocinadores, depois da conquista da montanha, ele conseguiu arrecadar dinheiro para mais alguns anos de trabalho no acampamento. E acabou conquistando algo que jamais planejou."O efeito que eu não esperava foi a reação das pessoas. Muitos pais que agora olham pros seus filhos maneira diferente, sabendo que eles podem fazer mais do que imaginaram. Agora elas podem dizer: 'Esse cara anda numa cadeira de rodas e consegue tudo isso, então não há motivo pra você não ir a uma universidade, se casar e ter filhos, trabalhar, comprar uma casa. Acho que isso abre caminho pra muita gente".Sem dúvida, Steve, foi um feito impressionante.
Fonte Readers Diggest

SORTE.

Às vezes a verdade é mais estranha que a ficção. O australiano, Bill Morgan, 37 anos, motorista de caminhão, anteriormente vivendo em uma caravana antes de ser envolvido em um acidente de caminhão que quase lhe tirou a vida. Depois de um caminhão quase te-lo esmagado, o médico teve que colocá-lo em uso de medicação que o levou a ter uma doença cardíaca. Depois de tomar a prescrição, Bill acabou tendo um ataque cardíaco que o levou a entrar em coma por 12 dias. Após estes 12 dias em coma, período durante o qual sua familia foi aconselhada a desligar suporte de vida, pois, eles achavam que ele não ia sobreviveria  ao coma.
Uma vitoria da vida sobre a morte
 e com capitulos emocionantes.
Um homem de verdade nunca deve
 abaixar sua cabeça aos problemas
 que surgem em sua vida.
Como ele estava literalmente morto por 14 minutos antes de declararem o seu óbito de morte, surpresa, ele acordou com todas as suas atividades intactas. Por incrível que pareça, Bill sobreviveu e decidiu propor casamento a sua namorada Lisa Wells, um ano após o calvário. A namorada dele disse que sim, e ele saiu todo feliz e comprou um bilhete de "raspadinha" para celebrar. Depois de raspar o bilhete de loteria, Bill descobriu que ele tinha ganho um carro novo. A midia ficou tão impressionada com a história dele, que eles decidiram fazer uma reportagem sobre Bill, para mostrar às pessoas sobre este homem de sorte que escapou da morte, eles decidiram fazer uma reportagem sobre Morgan e reencenar a cena dele raspando o bilhete.
Na realidae o seu maior premio for ter 
saido da UTI  e se recuperado do coma.
Mesmo avisada de sua morte, a família 
se recusou a desligar o aparelho
 que ainda o mantinha vivo.


Durante as filmagens da história, Bill comprou outro bilhete da "rapadinha",  raspou-o  enquanto eles estavam no ar. Nesse preciso momento, Bill descobriu que tinha  ganho de novo, desta vez US $ 250.000 (170.000 em dinheiro australiano). Após a sorte extraordinária de Morgan, a sua namorada Lisa Wells, disse que seu único desejo agora é para ele continuar a ter saúde e felicidade.
"Eu só espero que ele ainda não tenha usado toda a sua boa sorte", ela disse. Tai a prova cabal, testemunhal e viva de que nada estara perdido, nem nas piores situações encontradas, sempre havera uma saida digna e honrosa a todo homem de bem. E para um homem que praticamente ja estava morto e so não morreu de verdade devido a recusa de seus parentes em autorizar o desligamento dos aparelhos que mantinham sua vida.
 A probabilidade em se ganhar em 
um jogo de loteria é minima...
...Porem entrar em uma UTI se recuperar
 e sair sem nenhuma sequela fisica, isso
 sim é ter muita sorte e vale muito mais 
do que qualquer premio de loteria.
E como um verdadeiro milagre ele se recuperou saiu do coma e para quem ja não dava mais nada por ele, o mesmo renasceu nas cinzas como um fenix, e provou o contrario com uma sorte espirita que lhe fornecera um novo recomeço em sua vida. Eu imagino que o grande segredo disso, é a perseverança em nunca se deixar vencer por doença, desafios, dificuldades ou qualquer outra situação que venha a tentar derrubar o seu impeto natural, as dificuldades fazem parte de nossas vidas e enfrenta-las e vence-las é o grande troféu da vida, nada é fácil, e quanto mais difícil se tornar uma certa questão, mais saborosa sera a finalização sobre ela vitoriosa.

Fonte BBC.

REBELIÃO DA ILHA ANCHIETA.

A ilha tem duas praias principais: a do Sul e a do Presídio, além de dois morros: Morro do Papagaio (ao norte) e Morro do Farol. A comunicação da ilha com Ubatuba e Caraguatatuba praticamente não existia naquele tempo. Depois de confinar nos anos 30, os presos políticos durante a ditadura de Getúlio Vargas, novamente criava-se uma instituição penal na Ilha Anchieta.
Um lugar de rara beleza natural, que 
no passado abrigou um presidio.
Em 1942 era instalado o Presídio da Ilha Anchieta. Em frente à praia, ficava, e ainda fica, o frontispício do antigo presídio. Adentrando, o pátio onde os presos se reuniam. Em volta do pátio, no formato retangular, uma espécie de “vila” compostas pelos pavilhões de grades onde ficavam confinados os 453 presos, todos de alta periculosidade. À esquerda de quem olha para a entrada do presídio, por uma trilha que segue rumo ao Morro do Papagaio, ficava o quartel com sua sala de armas.
No pátio, grupos rivais se digladiavam constantemente, sendo contidos pelo pequeno efetivo de guardas, apenas 50 policiais, aproximadamente. O líder de todos eles era o perigoso João Pereira Lima, o “Pernambuco”. Seu “staf” era formado por outros não menos perigosos como “Mocoroa”, “Daziza”, “China Show” e “Diabo Loiro”
Do presidio restam apenas
 ruínas e á triste historia 
dessa terrível carnificina.
O preso Portuga era o cérebro!

Tudo começou a mudar com a chegada de Álvaro da Conceição Carvalho Farto, o “Portuga”, sujeito inteligente, formado em engenharia, que aos poucos foi se tornando ciente do ambiente em volta. Um certo dia (sem perceber um plano a longo prazo de rebelião), o diretor do presídio, Fausto Sady Ferreira, transferiu “Portuga” para uma cela solitária. O bandido alegava que estava correndo risco de vida entre os demais presos. Era já o início do esquema para elaborar um projeto completo de todo o presídio sem que ninguém atrapalhasse.
Todos os detentos, a partir de então, receberam funções específicas. A princípio, sob as ordens de Pereira Lima, os presos passaram a buscar amizade com os policiais e familiares. Brincavam com as crianças da ilha, sorriam, cumprimentavam respeitosamente as senhoras, enfim, ficaram, de uma hora pra a outra, “gentis”. 
Á fachada do presidio, que aos poucos
 vai se decompondo com o tempo.
Um projeto ardiloso.
Cada um tinha que ter um posto, dessa forma, o preso que era o barbeiro, chamado por todos “Mão Francesa” teria que dar um jeito de transferir seu atendimento para a barbearia das Praças, onde poderia ver o interior do destacamento. “Mão Francesa”, que era homossexual passivo, ganhou a confiança dos militares, enquanto ia copiando as escalas de serviço e os pormenores, ou seja, a intimidade do destacamento. O presidiário “Leitão” ficou incumbido de fazer o diretor Sady praticar tiros. O diretor era ótimo atirador, mas a ilha era silenciosa já que não se usavam mais as armas. O armamento ficava guardado (vejam que ironia) em uma sala do quartel, que ficava na trilha do Morro do Papagaio, cerca de 300 metros acima do pátio.Por isso, “Leitão” passou a bajular o diretor Sady para que o mesmo mostrasse sua perícia com armas, certamente, os estampidos passariam a ser corriqueiros e ninguém estranharia qualquer barulho de tiros. Estratégias de “Portuga”, que também incumbiu os presos que cortavam lenha no Morro do Papagaio a ganharem a confiança dos soldados; apenas dois guardas que faziam a escolta de doze presos.
E então, harmonia total na ilha, acabaram as brigas entre grupos, os presos sorriam, acendiam suas bitas de cigarros nos cigarros dos soldados que nem andavam armados. Também passaram a fazer tarefas nas casas dos policiais e dos funcionários civis, uma confiança total. 
Os tripulantes da lancha Ubatubinha 
de longe avistaram fumaça e 
desconfiados, não desembarcaram 
na ilha, retornando para o alto-mar.
Chegou o dia!
O clima estava preparado. Outro preso, o “Fumaça”, que trabalhava no almoxarifado, ficou incumbido de descobrir o dia exato em que a lancha “Ubatubinha” vinha de Santos trazendo (como acontecia uma vez por mês) mantimentos para a ilha. A lancha era uma grande embarcação e serviria perfeitamente para o plano de fuga. Descobriram então o dia: ela viria no dia 20 de junho. O plano teve então prosseguimento na véspera, dia 19, quando foi assassinado o preso “dedo-duro” Flores, vulgo “Dentinho”. Os detentos o enterraram bem fundo na praia do bananal, depois espalharam o boato que “Dentinho” vinha comentando sobre a vontade de fugir.
O diretor Fausto Sady, adorava matar a
 tiros os urubus, isso ele fazia incentivado pelo preso leitão, logicamente isso fazia parte do plano, pois o alarme utilizado era um tiro para o ar, e com os constantes disparos do ingênuo diretor, esse sinal de alarme foi para o espaço.
Mataram “dois coelhos com uma paulada só”: eliminaram um perigo ao plano de fuga enquanto fariam com que o diminuísse o efetivo pois os policiais teriam que organizar uma busca do desaparecido. Dito e feito: após a contagem, seis soldados mais o funcionário “Escoteiro” saíram em busca do suposto fugitivo.
Plano em execução.
Rumo ao Morro do Papagaio, a primeira comitiva de doze presos sendo escoltada pelo sargento Theodósio Rodrigues dos Santos mais o soldado Geraldo Braga foi em busca de lenha. Outro grupo maior, com 110 presos, seguiu para Ponta da Cruz onde recolheria a lenha cortada no dia anterior, com a escolta de apenas dois soldados, Hilário Rosa e Manoel França Ayres e dois guardas civis desarmados, Higino Perez e Helio Barros.
Á lancha Ubatubinha era 
uma barcaça de tamanho médio  
equivalente á uma escuna de turismo.
Ao lado do soldado Ayres, o chefão João Pereira Lima, de repente, retira-lhe o fuzil sem qualquer resistência pois o soldado pensou que fosse brincadeira. Ayres e os dois funcionários foram amarrados em uma árvore. Um dos presos foi chamar o soldado Hilário que seguia à frente do grupo. Ao se aproximar, Hilário foi morto friamente por Pereira Lima com um tiro de fuzil no rosto.
Esse estampido também estava no plano de fuga, pois sinalizava ao outro grupo para que os “doze” também imobilizassem Theodózio e Braga enquanto preparava o desfecho lá embaixo, nos pavilhões. Afinal, o tiro agora era normal para quem estava lá no destacamento. Poderia ser o diretor Sady praticando o seu rotineiro “tiro ao “urubu”. Os “doze” então atacaram os policiais com golpes de machado, matando-os e tomando duas armas de fogo.

O massacre
Descendo, atacaram de surpresa o quartel, começando com o tiro desferido por Pereira Lima que matou pelas costas o soldado armeiro Otávio dos Santos. Em seguida, foram mortos outros policiais que lutaram bravamente, mas não conseguiam chegar até a sala de armas, já que outro bandido, o sanguinário China Show, mantinha todos afastados através de uma janela lateral. Os bandidos, assim, armados até os dentes, desceram até o presídio e atacaram a casa do diretor Fausto Sady e do Comandante do Destacamento, Tenente Odvaldo Silva. O bandido China Show, após ferir o diretor Sady, foi até a casa do chefe de disciplina, Portugal de Souza Pacheco e o matou diante da esposa e filhos.

Foi o maior massacre que se teve notícia até então e a maior rebelião na história dos presídios em todo o mundo.
Á costa da Ilha Achieta, era infestada de tubarões, isso porque era jogada grande quantidade de sangue e restos de peixes na praia, para atrai-los, para inibir qualquer tentativa de fuga a nado.


Erro no projeto.
Para completar a carnificina, os bandidos libertaram todos os presidiários, enquanto “Daziza” e “China Show” era os que mais se divertiam. Pereira Lima, o chefão, ordenou que ninguém tocasse as mulheres e as crianças, e assim foi feito.
Segundo o policial do presídio, ainda vivo e atualmente trabalhando como monitor da ilha, PM José Salomão das Chagas, a lancha “Ubatubinha” passava pelo “boqueirão”  (trecho entre as escarpas da ilha e do continente), quando percebeu-se uma fumaça preta que surgia da ilha. Imediatamente, a lancha fez a volta e retornou ao continente.O que o inteligente “Portuga” não previa é que os detentos, na sanha da destruição, fossem atear fogo aos pavilhões. Dessa forma, o plano foi por “água a baixo”.Pereira Lima determinou então efetuar a fuga em uma embarcação menor, a lancha do presídio de nome “Carneiro da Fonte”, conhecida no presídio por “bailarina”, devido ao seu movimento parecido a uma dança nos dias de mar revolto.
Mas um detalhe tenebroso dessa historia, é que á lancha menor so cabiam 50 pessoas e eles eram ao todo 90, que com certeza só os levaria para o fundo do mar, sabendo disso, um dos chefes Pereira Lima, começou á metralhar os companheiros de fuga e atira-los para os tubarões, para esvaziar á lancha.

Todavia, uma embarcação que comportava apenas 50 pessoas não poderia levar os 90 que nela tentavam a fuga. Então, vários detentos, principalmente os de maior peso, foram jogados ao mar para deleite dos tubarões. Com a falta de experiência do piloto improvisado, o bandido “Timoshenko”, a lancha “Carneiro da Fonte” encalhou na praia rasa de Ubatumirim. Na ilha, outros que não embarcaram na lancha, fugiram em canoas.
O Exercito  foi fundamental
 para á recaptura dos amotinados que
se escondiam na vasta Serra do Mar.
Recapturados.
No dia seguinte, todas as guarnições do Vale do Paraíba estavam na Ilha. Acontece que o soldado Simão Rosa da Cunha conseguiu nadar até o continente e fez com que a notícia sobre o levante chegasse até o Batalhão Militar de Taubaté. “Portuga” tinha problemas cardíacos e não conseguiu fugir. Foi encontrado dias depois, morto sob a sombra de uma árvore. Os amotinados  que sobraram na ilha, passaram para o comando do preso Francisco Faria Junior que solidarizou-se com os policiais imobilizados e trancafiados nos pavilhões, assim sendo, soltaram todos os militares na intenção de abrandar suas penas. Foram recapturados 129 detentos fugitivos entre eles, o chefe “Pereira Lima”, enquanto outros seus desapareceram sem que nunca mais se ouvisse falar deles. Em 1955, com Juíz, Promotor e Advogados que ficaram na ilha por três anos, foi instituído um Fórum que julgou todos os fugitivos recapturados

Os heróis

Em toda a celebração do dia 20 de junho, a Secretaria de Turismo de Ubatuba promove um evento que reúne cerca de 250 pessoas, chamados “Filhos da Ilha” (descendentes e nascidos na ilha na época da rebelião) quando é prestada uma homenagem aos Heróis mortos durante o “levante da Ilha Anchieta”. Seus familiares são reunidos em um evento que tem por objetivo manter viva essa memória. No confronto com os detentos do Presídio da Ilha Anchieta, faleceram os seguintes funcionários:


Militares:

Sargento Melchíades Alves de Oliveira

Cabo Hilário Rosa
Soldado Carmo da Silva
Soldado José Eugênio Paduan
Soldado Bento Moreira
Soldado Benedito Damásio dos Santos
Soldado José Laurindo
Soldado Octávio dos Santos
Civis:Oswaldo dos Santos
Portugal de Souza Pacheco.
Fonte Wikipedia.