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segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

SETE MARAVILHAS.

As sete maravilhas do mundo é uma lista famosa de majestosas obras artísticas e arquitetônicas. Há duas listas das sete maravilhas do mundo, uma é do mundo antigo e a outra é do mundo atual. As sete maravilhas do mundo antigo São obras erguidas durante a Antiguidade Clássica, atualmente a única que resiste parcialmente intactas são as Pirâmides de Gizé. A lista das sete maravilhas do mundo antigo:
Pirâmides de Gizé:
Estas três majestosas pirâmides foram construídas como tumbas reais para os reis Kufu (ou Queóps), Quefren e Menkaure (ou Miquerinos) - pai, filho e neto. A maior delas, com 146,6 m de altura (49 andares), é chamada Grande Piramide, e foi construída cerca de 2550 A.C. para Kufu, no auge do antigo reinado do Egito. As pirâmides de Gizé são um dos monumentos mais famosos do mundo. Como todas as pirâmides, cada uma faz parte de um importante complexo que compreende um templo, uma rampa, um templo funerário e as pirâmides menores das rainhas, todo cercado de túmulos(mastabas) dos sacerdotese pessoas do governo, uma autêntica cidade para os mortos. As valas aos pés das pirâmides continham botes desmontados: parte integral da vida no Nilo sendo considerados fundamentais na vida após a morte, porque os  egipicios acreditavam que o defunto-rei navegaria pelo céu junto ao Rei-sol. Apesar das complicadas medidas de segurança, como sistemas de bloqueio com pedregulhos e grades de granito, todas as pirâmides do Antigo Imperio foram profanadas e roubadas possivelmente antes de 2000 A.C.. A  Grande Piramide, de 450 pés de altura, é a maior de todas as 80 pirâmides do Egito. Se a Grande Pirâmide estivesse na cidade de New Iork por exemplo, ela poderia cobrir sete quarteirões. Todos os quatro lados são praticamente do mesmo comprimento, com uma exatidão não existente apenas por alguns centímetros. Isso mostra como os antigos egípcios estavam avançados na matematica e na engenharia numa época em que muitos povos do mundo ainda eram caçadores e andarilhos. A Grande Pirâmide manteve-se como a mais alta estrutura feita pelo homem até a construção da Torre Eifeel, em 1900, 4.400 anos depois da construção da pirâmide.
Estátua de Zeus em Olímpia:
 

A estátua media de 12 a 15 metros de altura - o equivalente a um prédio de cinco andares - e era toda de marfim e ébano. Seus olhos eram pedras preciosas. Fídias esculpiu Zeus sentado num trono. Ele esculpiu a estátua com material de joalheiro. Na mão direita levava a estatueta de Nike, deusa da Vitória; na esquerda, uma esfera sob a qual se debruçava uma águia. Supõe-se que, como em representações de outros artistas, o Zeus de Fídias também mostrasse o cenho franzido. A lenda dizia que quando Zeus franzia a fronte o Olimpo todo tremia. Quando a estátua foi construída, a rivalidade entre Atenas e Esparte pela hegemonia no Mediterraneo e na Grecia continental mergulhou os gregos numa sucessão de guerras. Os combates, no entanto, não prejudicaram as realizações culturais e artísticas da época. Ao contrário, o século V a.C. ficou conhecido como o século de ouro na história grega devido ao extraordinário florescimento da arquitetura, escultura e outras artes. A estátua de Zeus desapareceu sem deixar vestígios em  Contantinoplano século V d.C., local para onde a colossal estátua tinha sido transladada, quando quase todo seu material precioso de ouro, marfim e pedras preciosas já tinha sido retirado.
Jardins suspensos da Babilônia:
Os Jardins Suspensos da Babilônia foram uma das sete maravilhas do mundo antigo. É talvez uma das maravilhas relatadas sobre que menos se sabe. Muito se especula sobre suas possíveis formas e dimensões, mas nenhuma descrição detalhada ou vestígio arquelogico foi encontrada, exceto um poço fora do comum que parece ter sido usado para bombear água. Seis montes de terra artificiais, com terraços arborizados, apoiados em colunas de 25 a 100 metros de altura, construídos pelo rei Nabucodonosor, para agradar e consolar sua esposa preferida Amitis que nascera na ,Media um reino vizinho, e vivia com saudades dos campos e florestas de sua terra. Chegava-se a eles por uma escada de marmore. Também chamados de Jardins Suspensos de Semiranis, foram construídos no seculo VI A.C. , no sul da Mesopotamia, na Bailonia. Os terraços foram construídos um em cima do outro e eram irrigados pela água bombeada do rio Eufrates Nesses terraços estavam plantadas árvores e flores tropicais e alamedas de altas palmeiras. Dos jardins podia-se ver as belezas da cidade abaixo. Não se sabe quando foram destruídos. Suspeita-se que sua destruição tenha ocorrido na mesma época da destruição do palácio de Nabucodonosor, pois há boatos de que os jardins foram construídos sobre seu palácio
Templo de Ártemis em Éfeso:
O templo de Ártemis homenageava a deusa dos bosques, a Diana romana. Os colonizadores gregos encontraram os habitantes da Ásia Menor cultuando uma deusa que identificaram como Ártemis. Então construíram um pequeno templo que foi reconstruído e aumentado muitas vezes. Somente na quarta expansão o templo, que levou 120 anos para ser terminado, foi incluído na lista das sete maravilhas do mundo antigo. Media 138 metros de comprimento por 71,5 metros de largura com colunas de 19,5 metros de altura e era famoso pelas obras de arte, entre elas a escultura da deusa em ébano, ouro,  prata  e pedra preta. Foi destruído duas vezes: a primeira em  356 A.C. (na noite do nascimento de Alexandre o grande) num incêndio causado por  Heróstrato; a segunda no século III D.C. por um ataque dos godos. Restam algumas escrituras e objetos, expostos em Londres. No templo, chegaram a trabalhar centenas de sacerdotisas virgens, as quais praticavam a abstinência sexual e artes mágicas, acreditando na superioridade feminina.
Mausoléu de Halicarnassus:
Mausolo decidiu construir uma nova capital, tão difícil de capturar quanto magnífica para ser vista. Ele escolheu a cidade de Halicarnasso: se navios bloqueassem um pequeno canal, podiam manter todos os navios inimigos à distância. Adequou-a a um príncipe guerreiro: seus operários aprofundaram o porto da cidade e usaram a areia dragada para fazer armas protetoras em frente ao canal. Em terra, calçaram praças, ruas e casas para cidadãos normais, e em um lado do porto construíram um massivo palacio fortificado, com vista do mar e das colinas — lugares de onde inimigos atacariam.Em terra, construíram-se ainda muralhas e torres de guarda, um teatro em estilo grgo e um templo para  Ares– o deus grego da guerra.Mausolo e Artemísia gastaram uma soma gigantesca de impostos para embelezar a cidade. Compraram estatuas, templos  e edificios de mármore cintilante. No centro da cidade Mausolo traçou um plano para estabelecer um lugar de descanso para seu corpo após a sua morte. Ela seria uma tumba que mostraria para sempre como ele e sua rainha foram ricos.
Colosso de Rhodes:
O Colosso de Rodes foi uma estatua de Hélios, deus grego do sol, construída entre  292 A.C.e 280 A.C. pelo  escultor Carés de Lindos. A estátua tinha trinta metros de altura, 70 toneladas e era feita de bronze. Tornou-se uma das sete maravilhas do mundo antigoJá que o colosso tinha um pé apoiado em cada margem do  canal que dava acesso ao porto, todas as embarcações que chegasse à  ilha grega de Rodes, no Egeu por volta de 280 a.C. passaria obrigatoriamente sob as pernas da estátua de Hélios, protetor do lugar. Com 30 metros de altura, toda de bronze e oca, a estátua começou a ser esculpida em 292 a.C. pelo escultor Carés, que a concluiu doze anos depois. Na mão direita da estátua havia um faról que orientava as embarcações à noite. Era uma estátua tão imponente que um  homem de estatura normal não conseguiria abraçar seu polegarO povo de Rodes mandou construir o monumento para comemorar a retirada das  tropas do rei macedonio Demetrio, que promovera um longo cerco à ilha na tentativa de conquistá-la. Demétrio era filho do general Antígono, que herdou de Alexandre, uma parte do imperio grego. O material utilizado na escultura foi obtido da fundição dos armamentos que os macedônios ali abandonaram. A estátua ficou em pé por apenas 55 anos, quando um terremoto atirou-a para o fundo da baía de Rodes, onde ficou esquecida até à chegada dos árabes, no seculo VII pois os habitantes de Rodes não o reconstruíram (isso deveu-se ao fato de que eles visitaram um oráculo próximo dali, e esse recomendou-lhes não reconstruírem o colosso). Os árabes, então, venderam-na como sucata. Para ter-se uma ideia do volume do material, foram necessários novecentos camelos para o transportar. Aquela estátua, considerada uma obra maravilhosa, levou Carés a suicidar-se logo após tê-la terminado, desgostoso com o pouco reconhecimento público.
Farol de Alexandria:
O farol de Alexandria (em grego, ὁ Φάρος της Ἀλεξανδρείαςera uma torre construída em 280 A.C. na ilha de Faros (uma ilha, hoje uma peninsula, situada na baia da  cidade egipsia de Alexandria e ligada por mar  ao porto desta) para servir como um marco de entrada para o porto e posteriormente, como um farol.Considerada uma das maiores produções da técnica da Antiguidade, foi construído pelo arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido mando de Ptolomeu. Sobre uma base quadrada erguia-se a esbelta torre octogonal de mármore, com uma altura que variava entre 115 e 150 metros de altura, que por mais de cinco séculos manteve-se entre as mais altas estruturas feitas pelo homem. Em seu interior ardia uma chama que, através de espelhos, iluminava a uma distância de até 50 quilômetros daí a grande fama e imponência daquele farol, que fizeram-no a ser identificado como uma das sete maravilhas do mundo por Antiparo de Sidon.Em 1994, um time de arqueológicos mergulhadores, utilizando uma série de equipamentos sofisticados (localizadores via satélite, medidor eletrônico de distância e etc), encontraram sob as águas de Alexandria grandes blocos de pedra e estátuas do farol.
Fonte Wikipedia.

EXTREMOS.

Em nosso mundo existem lugares extremos, onde a vida se torna muito difícil  mas o ser humano consegue superar todas essas dificuldades e viver nesses lugares, e se dar muito bem,  isso deve-se ao seu grande extinto de sobrevivência  herdado dos seus antepassados que também encontraram grandes dificuldades de sobrevivência  e superavam tudo e conseguiam ir levando as suas vidas como podiam, pois isso faz parte da natureza humana, ou diríamos faz parte da natureza animal, do extinto de sobrevivência.
O ser humano consegue sobreviver 
em lugares extremos e se adapta 
muito bem a eles.
E provavelmente é esse fator que permite com que a vida se mantenha sempre no planeta, e também o reciclamento natural dos seres, permitindo que os fortes sobrevivam, e assim as novas gerações serão sempre mais fortes do que as do passado, mas também existe um detalhe muito importante sobre essa reciclagem natural, o homem com todo o seu pseudo-poder, consegue com suas constantes invenções e criações, dar uma pitada de transformação a essa natureza compactada, construindo com isso uma metamorfose química que vem aos poucos minando toda a energia de restauração do planeta e também  capaz de destruir a si próprio numa escala assustadora.
A vida humana persiste ate em lugares
 onde o mar vira pedra de gelo.
Por mais que o ser humano consiga viver em um ambiente extremamente gelado como é o caso da Sibéria na Russia onde os moradores em certas ocasiões do ano convivem com temperaturas de 50 graus abaixo de zero, uma temperatura capaz de congelar uma pessoa em apenas alguns segundos, e em testes realizados por especialistas  um litro de água foi fervido e jogado no ar e essa mesma água congelou antes de cair ao chão, de tão fria que essa região, então e mesmo assim o ser humano consegue morar e viver nessa região congelante.
Tribos de nômades do deserto, eles 
conseguem tirar aguá de pedra 
literalmente falando.
Também  no deserto, onde a vida é quase impossível pelas imensas variações extremas  do clima, onde durante o dia, pode-se facilmente chegar aos 50 graus de calor, e enquanto que a noite essa mesma se inverte e pode chegar a 20 graus abaixo de zero, e os animais que vivem nessa região são os mais venenosos, e os mais resistentes que se tem conhecimento, mas para um ser humano tona-se quase impossível de-se sobreviver nesse local, mas mesmo assim existem algumas aldeias de pessoas nômades  que vão de um lado ao outro e conseguem retirar daquele ambiente inóspito algum algum alimento, e conhecem oásis de aguá e terra boa.
Moradores da Sibéria enfrentam temperaturas
 de até 50 graus abaixo de zero.
Pessoas da Sibéria convivem com 
temperaturas altamente congelantes.
Futuramente com as constantes devastações da nossa natureza, fauna e flora, o homem terá que procurar um lugar para viver, e desde ja ir cevando o mesmo, para que possa então escapar dessa destruição causada por si mesmo, e não sera nenhuma novidade se em algum lugar no tempo, o ser humano criar um acampamento em um planeta do sistema solar para te-lo como um lar, sonda-se muito sobre a Lua e os planetas mais próximos, Marte e Vênus, e com certeza se isso realmente ocorrer, o homem terá grande capacidade de conseguir sobreviver nesses ambientes sem nenhuma dificuldade.
Ate no espaço o homem possui 
os seus meios de sobrevivência.
E com uma tecnologia de ponta, terá alimentos compactados, desidratados e concentrados, que lhe dará uma alimentação regrada e suficiente, e em todas essas viagens espaciais desde a época do primeiro voo espacial feito pelo russo Yuri Gagaryn, o homem tem se dado muito bem nesse fator de alimentação, naquela época os seus alimentos eram todos concentrados e muito nutritivos, e estavam embalados em tubos como os tubos de pasta dental, mas nos dias de hoje a tecnologia alimentar sofreu mudanças muito expressivas, sendo utilizado o processo de liofilização, onde o alimento é congelado a uma temperatura de 40 graus negativos, e todo o seu liquido é retirado no processo de sublimação, dando-lhes maior durabilidade, e deixando-os como uma gelatina, isso para que não se quebrem ou soltem migalhas, pois em um lugar onde não exite nada para se retirar alimentos, tudo o que se possui deve ser economizado ao máximo.
Fonte Tecnomundo e Ciência.

PRESIDIO MODELO.

O Brasil é responsável por uma das mais altas taxas de reincidência criminal em todo o mundo. No país a taxa média de reincidência (amplamente admitida mas nunca comprovada empiricamente) é de mais ou menos 70%, ou seja, 7 em cada 10 criminosos voltam a cometer algum tipo de crime após saírem da cadeia.  Alguns perguntariam “Por quê?”. E eu pergunto: “Por que não”? O que esperar de um sistema que propõe reabilitar e reinserir aqueles que cometerem algum tipo de crime, mas nada oferece para que essa situação realmente aconteça? Presídios em estado de depredação total, pouquíssimos programas educacionais e laborais para os detentos, praticamente nenhum incentivo cultural, e, ainda, uma sinistra cultura (mas que divertem muitas pessoas) de que bandido bom é bandido morto (a vingança é uma festa, dizia Nietzsche).
Como um lugar desses pode recuperar
 alguém? Isso é um deposito
 de lixo humano!
Presas mulheres tambem não 
encontram nenhuma facilidade 
dentro dos presídios brasileiros.
 Situação contrária é encontrada na Noruega.  Considerada pela ONU, em 2012, o melhor país para se viver (1º no ranking do IDH) e de acordo com levantamento feito pelo Instituto Avante Brasil, o 8º país com a menor taxa de homicídios no mundo, lá o sistema carcerário chega a reabilitar 80% dos criminosos, ou seja, apenas 2 em cada 10 presos voltam a cometer crimes; é uma das menores taxas de reincidência do mundo. Em uma prisão em Bastoy, chamada de ilha paradisíaca, essa reincidência é de cerca de 16% entre os homicidas, estupradores e traficantes que por ali passaram. Os EUA chegam a registrar 60% de reincidência e o Reino Unido, 50%. A média europeia é 50%. A Noruega associa as baixas taxas de reincidência ao fato de ter seu sistema penal pautado na reabilitação e não na punição por vingança ou retaliação do criminoso. A reabilitação, nesse caso, não é uma opção, ela é obrigatória. 
Os presídios no Brasil não possuem
 a minima condição de recuperar 
ninguém, as imagens comprovam isso!
Um acumulo de gente imprestável
 que se unem e ficam ainda 
muito mais imprestáveis!
Dessa forma, qualquer criminoso poderá ser condenado à pena máxima prevista pela legislação do país (21 anos), e, se o indivíduo não comprovar estar totalmente reabilitado para o convívio social, a pena será prorrogada, em mais 5 anos, até que sua reintegração seja comprovada.  No presídio, um prédio, em meio a uma floresta, decorado com grafites e quadros nos corredores, e na qual as celas não possuem grades, mas sim uma boa cama, banheiro com vaso sanitário, chuveiro, toalhas brancas e porta, televisão de tela plana, mesa, cadeira e armário, quadro para afixar papéis e fotos, além de geladeiras. Encontra-se lá uma ampla biblioteca, ginásio de esportes, campo de futebol, chalés para os presos receberem os familiares, estúdio de gravação de música e oficinas de trabalho. Nessas oficinas são oferecidos cursos de formação profissional, cursos educacionais e o trabalhador recebe uma pequena remuneração. 
Os modelos prisionais Noruegueses
 estão bem longe das masmorras 
prisionais pelo mundo, e seus
 resultados são ótimos.
No lugar das terriveis celas hiper
 lotadas, alojamentos sem grades 
ou algo que lembre uma prisão.
Para controlar o ócio, oferecer muitas atividades educacionais, de trabalho e lazer são as estratégias. A prisão é construída em blocos de oito celas cada (alguns deles, como estupradores e pedófilos ficam em blocos separados). Cada bloco contém uma cozinha, comida fornecida pela prisão e preparada pelos próprios presos. Cada bloco tem sua cozinha. A comida é fornecida pela prisão, mas é preparada pelos próprios detentos, que podem comprar alimentos no mercado interno para abastecer seus refrigeradores. Todos os responsáveis pelo cuidado dos detentos devem passar por no mínimo dois anos de preparação para o cargo, em um curso superior, tendo como obrigação fundamental mostrar respeito a todos que ali estão. Partem do pressuposto que ao mostrarem respeito, os outros também aprenderão a respeitar.
Onde os sentenciados realizam trabalhos
 e pagam por todos os seu confortos,
 e uma fração do seus salários
 vai para as sua vitimas.
Esse modelo prisional norueguês consegue
 a reinserção social altíssima próxima 
dos 85%, ao qual torna esse 
modelo um grande sucesso.
 A diferença entre o sistema de execução penal norueguês em relação ao sistema da maioria dos países, como o brasileiro, americano, inglês é que ele é fundamentado na ideia que a prisão é a privação da liberdade, e pautado na reabilitação e não no tratamento cruel e na vingança. O detento, nesse modelo, é obrigado a mostrar progressos educacionais, laborais e comportamentais, e, dessa forma, provar que pode ter o direito de exercer sua liberdade novamente junto a sociedade.  A diferença entre os dois países (Noruega e Brasil) é a seguinte: enquanto lá os presos saem e praticamente não cometem crimes, respeitando a população, aqui os presos saem roubando e matando pessoas. Mas essas são consequências aparentemente colaterais, porque a população manifesta muito mais prazer no massacre contra o preso produzido dentro dos presídios (a vingança é uma festa, dizia Nietzsche).
** Colaborou Flávia Mestriner Botelho, socióloga e pesquisadora do instituto. 

TRABALHO DE FORMIGA.

A busca por moléculas naturais capazes de combater doenças em seres humanos sempre foi um trabalho "de formiguinha" da ciência, envolvendo a coleta, isolamento e análise de milhares de compostos de plantas, animais e micróbios da natureza, que precisam ser testados, um a um, sobre uma grande variedade de alvos terapêuticos. No caso de um novo projeto de pesquisa anunciado ontem, porém, essa expressão ganha sentido literal. Cientistas do Brasil e dos Estados Unidos vão, literalmente, enfiar a mão em formigueiros e coletar formigas por todo o País em busca de novas moléculas capazes de destruir fungos, parasitas e, quem sabe, até células cancerígenas. 
Uma colonia de formigas pode conter bilhões
 de fungos diversificados, que podem ser 
utilizados vastamente pela medicina.
Na verdade as formigas não se
 alimentam das folhas como se imaginava.
Não nos insetos propriamente ditos, mas nas bactérias que vivem sobre suas carapaças e impedem que suas colônias subterrâneas sejam contaminadas por fungos nocivos à sua sobrevivência. O projeto foi aprovado "com louvor" num edital conjunto dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), cujo resultado foi anunciado ontem pelo presidente do NIH, Francis Collins, em sua primeira visita ao Brasil. O projeto está previsto para durar cinco anos, e o valor de financiamento ainda não foi divulgado oficialmente pelas instituições. Mônica Tallarico Pupo, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, é a pesquisadora principal do lado brasileiro. 
E  se alimentam dos fungos que elas
 cultivam nessas mesmas folhas.
Jon Clardy, de Harvard, lidera pelo lado americano.A meta, segundo Mônica, é isolar cerca de 500 linhagens de bactérias simbiontes de formigas por ano, para serem testadas contra fungos infecciosos (que atacam, principalmente, pacientes com sistema imunológico comprometido), parasitas tropicais (em especial, os da doença de Chagas e leishmaniose) e células tumorais."Vamos começar pelas formigas agricultoras", diz ela, que já desenvolve um projeto semelhante, de menor escala, com formigas saúvas. Agora, serão coletadas amostras de várias espécies, de biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga.Fazendeiras. O termo "agricultoras" refere-se ao fato de essas formigas cultivarem "plantações" de fungos dentro de seus formigueiros. Os pedaços de folhas que elas carregam para dentro das colônias não é alimento para elas, mas para os fungos  que, por sua vez, são o verdadeiro alimento das formigas.
Ate a terrível molécula do cânceresta sendo
 combatida com enzimas encontradas
 em fungos cultivados pelas formigas.
Como todo bom agricultor, as formigas não querem que suas plantações sejam contaminadas por pragas  neste caso, fungos oportunistas, que não servem de alimento para elas. E quem evita que elas carreguem esporos desses fungos para dentro dos formigueiros são bactérias que vivem em suas carapaças e destroem rapidamente esses organismos. A meta dos cientistas é estudar essas bactérias e descobrir as moléculas que elas usam para destruir os fungos. Feito isso, a esperança é que algumas dessas moléculas sirvam como base para o desenvolvimento de novos fármacos. 
Uma arma biológica com grandes
 esperanças na cura de diversas doenças.
A rainha das formigas sauva, espalha seus
 ovos por toda parte, criando novos 
formigueiros e novas colonias.
A vantagem com relação a projetos semelhantes, que buscam moléculas com ação farmacológica na biodiversidade, é que a "triagem inicial de bactérias já foi feita pelas formigas", aponta Mônica. Collins falou com entusiasmo do projeto nesta quinta-feira, 22, na Fapesp. "Não é uma ideia incrível?", disse. "Uma série de compostos completamente novos poderá emergir dessa pesquisa." O projeto recebeu a melhor nota entre todos que foram submetidos ao NIH no edital. As grandes descobertas cientificas comprovadamente se iniciam atraves dos pequenos seres, sem duvida essa é uma afirmação muito realista sobre a imensa funcionalidade biológica dos micro-organismos, que utilizados corretamente pela comunidade cientifica, nos trarão imensas realizações medicinais no cambate a diversas doenças tidas e conhecidas como  incuráveis.
Fonte Readers Diggest.

O HOMEM ERRADO.

O Homem Errado é o que mais representa o seu medo da polícia. Esse pavor começou quando o diretor tinha apenas cinco anos: depois de ter feito alguma travessura, o seu pai o mandou para o delegado com um bilhete, pedindo que o homem prendesse seu filho por cinco minutos. A experiência durou pouco, mas foi o bastante para traumatizar o menino por toda a vida. O resultado pode ser visto em quase todos os seus filmes: a polícia, além de ser ineficiente, está sempre do lado errado, perseguindo o protagonista inocente. O que difere essas outras obras de O Homem Errado é a ênfase que Hitchcock dá aos danos que essa força pode causar ao homem comum. 
Um homem normal, que de uma hora
 para outra tem sua vida revirada.
No resto de sua filmografia, os policiais quase nunca são levados a sério, ganhando até mesmo ares cômicos de vez em quando, já que nunca conseguem se apoderar do personagem principal (pelo menos por um longo período de tempo). Nesta produção, não há espaço para humor: a polícia não só prende Manny como arruína sua vida. Percebe-se que até o modo como Hitch filma a polícia é diferente: são filmados de maneira muito próximas, mas não como pessoas, e sim como meros instrumentos (ora ele só mostra seus pés e mãos, ora seus rostos de perfil, impassíveis como estátuas) ou seres insensíveis ao sofrimento do protagonista e da plateia, que toma as dores do músico. 
Estar em uma situação dessas, faz
 a cabeça viajar em pensamentos.
Assim, a antipatia de Hitchcock pela polícia vai aos poucos contagiando os espectadores. O típico humor hitchcockiano não está presente aqui porque o Mestre se esforçou para se manter fiel à história o máximo possível. Ele próprio admitiu que morreu de medo de se afastar da narrativa original, o que deve tê-lo impedido de inserir seus toques mais costumeiros, como as sequências cômicas. Se levarmos em conta o caráter verídico de O Homem Errado, percebemos que ficariam muito deslocadas cenas de humor: quem é que acharia graça de qualquer coisa sabendo que, em algum lugar e alguma hora, um homem realmente passou pelos sofrimentados apresentados na tela?
Um musico que se ve em uma situação
 muito constrangedora e cruel.
Dito isso, podemos passar para a construção primorosa do suspense deste filme. O filme começa leve e banal, com Fonda se apresentando no clube, lendo o jornal na volta para a casa, conversando com sua mulher e filhos… Essas cenas aparentemente inúteis, na verdade, tem dupla importância: elas contrastam com os fatos ainda por vir (é a volta da história do cidadão simples que é obrigado a sair da rotina e viver algum tipo de jornada, temática cara à obra de Hitchcoch) e, principalmente, permitem que nos identifiquemos com Manny. Ele é um homem direito, vive uma vida sem qualquer agitação, totalmente preenchida pelo trabalho e amor à família. Sabemos, de antemão, que ele nunca poderia ter feito nada fora da lei. É por causa dessa boa apresentação na calmaria, que torcemos tanto para Manny provar a sua inocência na tempestade.
Uma historia que pode muito bem se
 encaixar na vida de qualquer pessoa normal.
Como pode ser desconfortável passar por
 uma situação dessas, mesmo atraves da ficção.
A grande tematica dessa historia urbana, é o fato da grande comoção causada aos telespectadores, que praticamente se colocam no lugar do personagem Manny Balestero (Henry Fonda), devido a sua grande peculariedade com a maioria das pessoas, fazendo com que fiquem do lado do acusado, e contra a policia, em uma relação absolutamente possivel a qualquer cidadão. E devido a isso causa uma estrema sensação de frustração a todos quando a policia então, resolve coloca-lo atras das grades pura e simplesmente. Logicamente em qualquer caso de crime, alguem deve ser responsabilizado, mas quando tudo leva a crer que esta havendo um grande engano, e uma injustiça esta sendo feita, para a policia essa possibilidade é muito pequena ao ponto de pura e simplesmente, não acreditar nele, e deixa-lo em uma situação incomoda, pois tambem a policia tem a obrigação moral de descobrir e prender o culpado, mesmo que em certas ocasiões não se tenha 100% de certeza sobre a sua culpa, mas é preciso dar uma resposta a sociedade... E essa resposta pode ser o homem errado.
Fonte BBC.

INVERSÃO DE VALORES.

Atrás das grades, homens perigosos, condenados por terem cometido assassinatos em série  e temidos pela população  são assediados e desejados por uma específica fração de pessoas que sente atração, admiração e desejo por esses criminosos. Assim foi com Francisco de Assis Pereira, que ficou conhecido como o Maníaco do Parque. Depois de assassinar dez garotas e violentar outras 11 no Parque do Estado, em São Paulo, entre 1997 e 1998, ele chegou a receber em torno de mil cartas só no primeiro mês de sua estadia no presídio onde cumpre pena. Hibristofilia é o termo usado pelos criminologistas  e não os cientistas  para descrever essa atração sexual por assassinos violentos. 
Francisco de Assis Pereira o  maniaco
 do parque assassinou varias mulheres, 
e hoje na cadeia possui um fã clube 
de dar inveja ha   muitos astros da
televisão e cinema que existem por ai.
Mesmo com varias condenações ao qual 
nunca mais saira da cadeia, ele se casou
com uma mulher de Santa Catarina, "que 
diz ser amor a primeira vista", agora a 
pergunta que fica: Quem dos dois é 
mais louco, ele ou a mulher?
A primeira pessoa a fazer referência ao comportamento foi o psicólogo e sexólogo John Money, nos anos 50. Para ele, a hibristofilia  coloquialmente conhecida como “Síndrome de Bonnie e Clyde”, fazendo referência ao casal de criminosos que cometia assaltos pelo interior dos Estados Unidos nos anos 30 tratava-se de uma patologia, ou seja, um dos tipos mais raros de parafilias sexuais (preferências anormais e doentias ou verdadeiros transtornos) que aconteciam, geralmente, com mulheres heterossexuais. Autora de “Women Who Love Men Who Kill” (“Mulheres que Amam Homens que Matam”, em tradução livre), a escritora norte-americana Sheila Isenberg entrevistou dezenas dessas mulheres e concluiu que o perfil predominante é o de “meninas perdidas”, moças “danificadas” por infâncias dolorosas. 
Quem cria cobras com imensa exatidão
 e certeza, um belo dia sera atacado por
 uma delas, sem duvida alguma disso.
Pessoas que defendem essa bandeira, são
 as mais protegidas, e não vivem o dia a dia
 normal do cidadão, e sentem prazer ao 
verem as pessoas sendo atacadas
 pelos criminosos, e querem aumentar
 ainda mais suas satisfações.
Uma parcela significativa delas tinha um histórico de abuso e relacionamentos violentos na infância,  e por isso, viviam em um mundo de fantasias, considera a autora. O mesmo também pode se afirmar sobre essas pessoas que ficam defendendo criminosos a todo momento e chegando ao ponto de "chama-los de vitimas da sociedade", desprezando totalmente suas maldades e seus crimes. Ora ficamos abismados ao assistir-mos através dos jornais um crime bárbaro daquele capaz de arrepiar até uma pedra de gelo, porem logo em seguida aparecem esses tais demônios sociais com suas teses diabólicas para tentarem atenuar o crime, como se nada tivesse acontecido.
O Deputado Federal Jean Willis é
 um desses citados ao qual possui verdadeira admiração por quem 
não presta, sendo um fã incondicional
 do criminoso Che Guevara.
A incoerência em pessoa de alguém
 que idolólatra aquele que poderia
 facilmente ser o seu carrasco.
Pessoas que agem dessa forma anti racional, são pessoas perturbadas mentalmente e com disfunções cerebrais graves, que desconhecem esse mal a que sofrem, alem do fato também de possuírem tendencias sadomasoquistas (sentem prazer com a dor e sofrimento) e imaginarem que toda a população tambem assim o seja, um grande exemplo de tudo isso é  Ernesto Guevara de la Serna ou como mais conhecido "Ernesto Che Guevara", um dos maiores assassinos a que se tem noticia nesse seculo, porem muita gente o tem como um grande heroi, e estampam a sua imagem em camisetas. Ernesto Che Guevara, assassinou milhares de pessoas e entre elas estavam mulheres, crianças e homossexuais ao que ele tinha grande nojo e desprezo, inclusive aqui em nosso pais existe um deputado Federal Jean Willis (homossexual assumido) que é um grande fã e seguidor da ideias de Che Guevara. Demostrando que essa psicopatia é mesmo intensa e complexa.
Fonte Readers Diggest.