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terça-feira, 24 de outubro de 2023

ILHA ANCHIETA, A REBELIÃO.


A ilha tem duas praias principais: a do Sul e a do Presídio, além de dois morros: Morro do Papagaio (ao norte) e Morro do Farol. A comunicação da ilha com Ubatuba e Caraguatatuba praticamente não existia naquele tempo. Depois de confinar nos anos 30, os presos políticos durante a ditadura de Getúlio Vargas, novamente criava-se uma instituição penal na Ilha Anchieta.
Um lugar de rara beleza natural, que 
no passado abrigou um presidio.
Em 1942 era instalado o Presídio da Ilha Anchieta. Em frente à praia, ficava, e ainda fica, o frontispício do antigo presídio. Adentrando, o pátio onde os presos se reuniam. Em volta do pátio, no formato retangular, uma espécie de “vila” compostas pelos pavilhões de grades onde ficavam confinados os 453 presos, todos de alta periculosidade. À esquerda de quem olha para a entrada do presídio, por uma trilha que segue rumo ao Morro do Papagaio, ficava o quartel com sua sala de armas.
No pátio, grupos rivais se digladiavam constantemente, sendo contidos pelo pequeno efetivo de guardas, apenas 50 policiais, aproximadamente. O líder de todos eles era o perigoso João Pereira Lima, o “Pernambuco”. Seu “staf” era formado por outros não menos perigosos como “Mocoroa”, “Daziza”, “China Show” e “Diabo Loiro”
Do presidio restam apenas
 ruínas e á triste historia 
dessa terrível carnificina.
O preso Portuga era o cérebro!

Tudo começou a mudar com a chegada de Álvaro da Conceição Carvalho Farto, o “Portuga”, sujeito inteligente, formado em engenharia, que aos poucos foi se tornando ciente do ambiente em volta. Um certo dia (sem perceber um plano a longo prazo de rebelião), o diretor do presídio, Fausto Sady Ferreira, transferiu “Portuga” para uma cela solitária. O bandido alegava que estava correndo risco de vida entre os demais presos. Era já o início do esquema para elaborar um projeto completo de todo o presídio sem que ninguém atrapalhasse.
Todos os detentos, a partir de então, receberam funções específicas. A princípio, sob as ordens de Pereira Lima, os presos passaram a buscar amizade com os policiais e familiares. Brincavam com as crianças da ilha, sorriam, cumprimentavam respeitosamente as senhoras, enfim, ficaram, de uma hora pra a outra, “gentis”. 
Á fachada do presidio, que aos poucos
 vai se decompondo com o tempo.
Um projeto ardiloso.
Cada um tinha que ter um posto, dessa forma, o preso que era o barbeiro, chamado por todos “Mão Francesa” teria que dar um jeito de transferir seu atendimento para a barbearia das Praças, onde poderia ver o interior do destacamento. “Mão Francesa”, que era homossexual passivo, ganhou a confiança dos militares, enquanto ia copiando as escalas de serviço e os pormenores, ou seja, a intimidade do destacamento. O presidiário “Leitão” ficou incumbido de fazer o diretor Sady praticar tiros. O diretor era ótimo atirador, mas a ilha era silenciosa já que não se usavam mais as armas. O armamento ficava guardado (vejam que ironia) em uma sala do quartel, que ficava na trilha do Morro do Papagaio, cerca de 300 metros acima do pátio.Por isso, “Leitão” passou a bajular o diretor Sady para que o mesmo mostrasse sua perícia com armas, certamente, os estampidos passariam a ser corriqueiros e ninguém estranharia qualquer barulho de tiros. Estratégias de “Portuga”, que também incumbiu os presos que cortavam lenha no Morro do Papagaio a ganharem a confiança dos soldados; apenas dois guardas que faziam a escolta de doze presos.
E então, harmonia total na ilha, acabaram as brigas entre grupos, os presos sorriam, acendiam suas bitas de cigarros nos cigarros dos soldados que nem andavam armados. Também passaram a fazer tarefas nas casas dos policiais e dos funcionários civis, uma confiança total. 
Os tripulantes da lancha Ubatubinha 
de longe avistaram fumaça e 
desconfiados, não desembarcaram 
na ilha, retornando para o alto-mar.
Chegou o dia!
O clima estava preparado. Outro preso, o “Fumaça”, que trabalhava no almoxarifado, ficou incumbido de descobrir o dia exato em que a lancha “Ubatubinha” vinha de Santos trazendo (como acontecia uma vez por mês) mantimentos para a ilha. A lancha era uma grande embarcação e serviria perfeitamente para o plano de fuga. Descobriram então o dia: ela viria no dia 20 de junho. O plano teve então prosseguimento na véspera, dia 19, quando foi assassinado o preso “dedo-duro” Flores, vulgo “Dentinho”. Os detentos o enterraram bem fundo na praia do bananal, depois espalharam o boato que “Dentinho” vinha comentando sobre a vontade de fugir.
O diretor Fausto Sady, adorava matar a
 tiros os urubus, isso ele fazia incentivado pelo preso leitão, logicamente isso fazia parte do plano, pois o alarme utilizado era um tiro para o ar, e com os constantes disparos do ingênuo diretor, esse sinal de alarme foi para o espaço.
Mataram “dois coelhos com uma paulada só”: eliminaram um perigo ao plano de fuga enquanto fariam com que o diminuísse o efetivo pois os policiais teriam que organizar uma busca do desaparecido. Dito e feito: após a contagem, seis soldados mais o funcionário “Escoteiro” saíram em busca do suposto fugitivo.
Plano em execução.
Rumo ao Morro do Papagaio, a primeira comitiva de doze presos sendo escoltada pelo sargento Theodósio Rodrigues dos Santos mais o soldado Geraldo Braga foi em busca de lenha. Outro grupo maior, com 110 presos, seguiu para Ponta da Cruz onde recolheria a lenha cortada no dia anterior, com a escolta de apenas dois soldados, Hilário Rosa e Manoel França Ayres e dois guardas civis desarmados, Higino Perez e Helio Barros.
Á lancha Ubatubinha era 
uma barcaça de tamanho médio  
equivalente á uma escuna de turismo.
Ao lado do soldado Ayres, o chefão João Pereira Lima, de repente, retira-lhe o fuzil sem qualquer resistência pois o soldado pensou que fosse brincadeira. Ayres e os dois funcionários foram amarrados em uma árvore. Um dos presos foi chamar o soldado Hilário que seguia à frente do grupo. Ao se aproximar, Hilário foi morto friamente por Pereira Lima com um tiro de fuzil no rosto.
Esse estampido também estava no plano de fuga, pois sinalizava ao outro grupo para que os “doze” também imobilizassem Theodózio e Braga enquanto preparava o desfecho lá embaixo, nos pavilhões. Afinal, o tiro agora era normal para quem estava lá no destacamento. Poderia ser o diretor Sady praticando o seu rotineiro “tiro ao “urubu”. Os “doze” então atacaram os policiais com golpes de machado, matando-os e tomando duas armas de fogo.

O massacre
Descendo, atacaram de surpresa o quartel, começando com o tiro desferido por Pereira Lima que matou pelas costas o soldado armeiro Otávio dos Santos. Em seguida, foram mortos outros policiais que lutaram bravamente, mas não conseguiam chegar até a sala de armas, já que outro bandido, o sanguinário China Show, mantinha todos afastados através de uma janela lateral. Os bandidos, assim, armados até os dentes, desceram até o presídio e atacaram a casa do diretor Fausto Sady e do Comandante do Destacamento, Tenente Odvaldo Silva. O bandido China Show, após ferir o diretor Sady, foi até a casa do chefe de disciplina, Portugal de Souza Pacheco e o matou diante da esposa e filhos.

Foi o maior massacre que se teve notícia até então e a maior rebelião na história dos presídios em todo o mundo.
Á costa da Ilha Achieta, era infestada de tubarões, isso porque era jogada grande quantidade de sangue e restos de peixes na praia, para atrai-los, para inibir qualquer tentativa de fuga a nado.


Erro no projeto.
Para completar a carnificina, os bandidos libertaram todos os presidiários, enquanto “Daziza” e “China Show” era os que mais se divertiam. Pereira Lima, o chefão, ordenou que ninguém tocasse as mulheres e as crianças, e assim foi feito.
Segundo o policial do presídio, ainda vivo e atualmente trabalhando como monitor da ilha, PM José Salomão das Chagas, a lancha “Ubatubinha” passava pelo “boqueirão”  (trecho entre as escarpas da ilha e do continente), quando percebeu-se uma fumaça preta que surgia da ilha. Imediatamente, a lancha fez a volta e retornou ao continente.O que o inteligente “Portuga” não previa é que os detentos, na sanha da destruição, fossem atear fogo aos pavilhões. Dessa forma, o plano foi por “água a baixo”.Pereira Lima determinou então efetuar a fuga em uma embarcação menor, a lancha do presídio de nome “Carneiro da Fonte”, conhecida no presídio por “bailarina”, devido ao seu movimento parecido a uma dança nos dias de mar revolto.
Mas um detalhe tenebroso dessa historia, é que á lancha menor so cabiam 50 pessoas e eles eram ao todo 90, que com certeza só os levaria para o fundo do mar, sabendo disso, um dos chefes Pereira Lima, começou á metralhar os companheiros de fuga e atira-los para os tubarões, para esvaziar á lancha.

Todavia, uma embarcação que comportava apenas 50 pessoas não poderia levar os 90 que nela tentavam a fuga. Então, vários detentos, principalmente os de maior peso, foram jogados ao mar para deleite dos tubarões. Com a falta de experiência do piloto improvisado, o bandido “Timoshenko”, a lancha “Carneiro da Fonte” encalhou na praia rasa de Ubatumirim. Na ilha, outros que não embarcaram na lancha, fugiram em canoas.
O Exercito  foi fundamental
 para á recaptura dos amotinados que
se escondiam na vasta Serra do Mar.
Recapturados.
No dia seguinte, todas as guarnições do Vale do Paraíba estavam na Ilha. Acontece que o soldado Simão Rosa da Cunha conseguiu nadar até o continente e fez com que a notícia sobre o levante chegasse até o Batalhão Militar de Taubaté. “Portuga” tinha problemas cardíacos e não conseguiu fugir. Foi encontrado dias depois, morto sob a sombra de uma árvore. Os amotinados  que sobraram na ilha, passaram para o comando do preso Francisco Faria Junior que solidarizou-se com os policiais imobilizados e trancafiados nos pavilhões, assim sendo, soltaram todos os militares na intenção de abrandar suas penas. Foram recapturados 129 detentos fugitivos entre eles, o chefe “Pereira Lima”, enquanto outros seus desapareceram sem que nunca mais se ouvisse falar deles. Em 1955, com Juíz, Promotor e Advogados que ficaram na ilha por três anos, foi instituído um Fórum que julgou todos os fugitivos recapturados

Os heróis

Em toda a celebração do dia 20 de junho, a Secretaria de Turismo de Ubatuba promove um evento que reúne cerca de 250 pessoas, chamados “Filhos da Ilha” (descendentes e nascidos na ilha na época da rebelião) quando é prestada uma homenagem aos Heróis mortos durante o “levante da Ilha Anchieta”. Seus familiares são reunidos em um evento que tem por objetivo manter viva essa memória. No confronto com os detentos do Presídio da Ilha Anchieta, faleceram os seguintes funcionários:


Militares:

Sargento Melchíades Alves de Oliveira
Cabo Hilário Rosa
Soldado Carmo da Silva
Soldado José Eugênio Paduan
Soldado Bento Moreira
Soldado Benedito Damásio dos Santos
Soldado José Laurindo
Soldado Octávio dos Santos
Civis:Oswaldo dos Santos
Portugal de Souza Pacheco.
Fonte Wikipedia.

MUNDOS CONVEXOS.

O início do extraordinário desenvolvimento do Japão deu-se no princípio do século XX, tendo-se posto rapidamente a par das inovações tecnológicas ocidentais após a abertura ao comércio e às relações internacionais (1853). De fato, com a derrota da Rússia em 1905, que então detinha uma das mais poderosas forças armadas a nível mundial, o Japão começou a afirmar-se militarmente. De facto, em 1931 tinha já anexado a Manchúria e em 1937 iniciou a invasão da China, enquanto que entre 1940 e 1945 controlava as zonas mais prósperas da China.
O T34 um robô com tecnologia 100% japonesa, consiste em um segurança que imobiliza um oponente atirando em cima dele uma inofensiva  rede, e pode ser controlado pelo celular
Desde o século XIX que o desenvolvimento industrial foi orientado pelo Estado, tendo-se criado a longo prazo uma sólida estrutura económica concorrencial, além do Japão se embeber da tecnologia e da cultura da China e assim criar bases sólidas para a estrutura interna do país (no que diz respeito à administração pública e criação de infraestruturas de transportes e energia). Estas realizações revelaram-se valiosas para o sucesso do país aquando da abertura ao comércio externo e sobretudo após a participação na Segunda Guerra Mundial, em que o Japão foi arrasado pelos bombardeios dos Estados Unidos (particularmente com as bombas atómicas caídas em Hiroshima e Nagasáki)
Geminoid F. é o nome de uma Robô japonesa que estreou nos palcos de uma peça de teatro chamada Sayonara. Geminoid F. atuou durante 20 minutos no festival de Artes de Tóquio. Hoje em dia no Japão os  robôs humanóides  dão banho em pacientes de hospitais, servem bebidas e cozinham mas é a primeira vez que um Robô se estreia numa peça de teatro. A Geminoid F. esteve todos os 20 minutos sentada no palco e estava sendo controlada por uma pessoa na platéia.
Mas não estamos nem um pouco afim de falar-mos de guerras e nem de tragédias, pois como diz um sabio provérbio popular, nada melhor do que um dia após o outro, e esse povo fantástico, especialista em dar á volta por cima, e superar todos os obstáculos, ja fizeram isso incontáveis vezes e ressurgiram do nada, e ejetaram como uma astronave destino ao futuro, sim o futuro os aguarda povo japonês pelas suas determinações e vontade de vencer e de viver.
Aeroporto Internacional de Kansai (Osaka, Japão)
É um aeroporto que surpreende por estar construído em uma ilha artificial(no meio do mar, tecnologia 100% japonesa) próxima a península de Osaka por meio de uma ponte de 3 kilometros. Uma obra realmente deslumbrante
Á vida hoje parece estar em contraste com todo aquele ideal de crescimento em tecnologia e de uma economia sólida e competitiva, e como num passe de mágicas, ou feitiço ou sei lá o que, ruiu como um castelo de areia, mas nada disso sera suficiente para conter toda essa super energia, que em muito supera toda essa outra gerada pelos potentes reatores.
Na onda dos carros e bicicletas com tecnologia verde, os pesquisadores japoneses agora se debruçam sobre projetos para a produção em série de ônibus elétricos.

O veículo seria inspirado no Eliica(abaixo), um carro elétrico de oito rodas movido a bateria de íon de lítio, desenvolvido pela Universidade de Keio, em Tóquio.
O Eliica mede 5.1 metros, acelera de 0 a 100 km/h em apenas quatro segundos e é capaz de chegar a uma velocidade de 370 km/h.
Nesse verdadeiro bombardeio destruidor, como se fossem pragas atacando em massa, e vindas de todos o lados, quase não dando nem tempo para se respirar, á certeza fundamental que fica escancarada é que não foi apenas o povo japonês que perdeu com isso tudo, mas fomos todos nós que os admiramos,  e ja nos acostumamos com o conforto das incontáveis criações aperfeiçoadas ao máximo por essas mentes hiper criativas e geniais.
Teatro Nô e Kyôgen, ícones 
da cultura japonesa

Para falar apenas  uma pequena parte de tudo de bom que esse povo possui, seria necessário não só um Blog, mais sim varios Blogs, mas eu humildemente neste meu Blog, desejo a todo povo japonês, as demais pessoas que vivenciam esses drama, aos heróis que como os Kamikases do  passado, entregam suas vidas para que seus semelhantes tenham um futuro próspero e também um prospero restabelecimento e que Deus abençõe a todos.
Fonte BBC.

"EXCÊNTRICOS HERÓIS ANÔNIMOS".

Em 5 de outubro de 1999, pouco antes de uma devastadora avalanche varrer as encostas próximas do acampamento-base do monte Shishapangma (8.027 metros), matando o montanhista Alex Lowe, ele parecia “quase certamente entusiasmado e feliz”, descreveu na época seu amigo Gordon Wiltsie, fotógrafo da National Geographic“Que seu corpo descanse para sempre no lado tibetano da montanha é um bom lugar”, afirmou. A avalanche também matou o cinegrafista Dave Bridges, 29 anos, além de causar ferimentos leves em Conrad Anker. Lowe tinha 40 anos e era considerado o melhor alínista da historia da America do Norte e um dos maiores no cenário internacional. Os caprichos dos movimentos glaciares acabam de impedir o desejo de Wiltsie: os corpos de Lowe e Bridges foram encontrados, por puro acaso, pelos alpinistas Ueli Steck e David Goettler, que atualmente busca abrir nessa montanha uma nova via de escaladas com um desnível de 2.000 metros.
Alex Lowe  o primeiro a esquerda
 ao lado de Conrad Anker
alpinista que foi soterrado
 por uma avalanche em 1999.
Os perigos rondam de todos os lados,
 as vidas dos destemidos alpinistas, 
Conrad Anker levou anos para superar a morte do seu grande amigo e mentor, seu parceiro de escalada, seu alter ego. Demorou a entender por que, estando tão perto, a avalanche poupou sua vida. Seus colegas de expedição procuraram os corpos durante dias, sem sucesso. Dois anos depois da tragédia, Conrad Anker se casou com a viúva de Alex Lowe, Jennifer, e adotou os três filhos dele, Max, de 10 anos, Sam, de 6, e Isaac, de 3. Em seguida, criaram a Alex Lowe Foundation, uma organização beneficente cujo site estampa nesta segunda-feira o título: “Alívio”.Muitos dos que perdem um ente querido na montanha fazem o impossível para recuperar seus restos. É uma forma de encerrar o luto, olhar ao futuro, de virar uma página que, entretanto, sempre continuará presa. É a necessidade de saber que a pessoa desaparecida não será encontrada por um desconhecido. Conrad Anker e sua esposa estavam por acaso no Nepal, trabalhando para sua fundação quando receberam a ligação do suíço Ueli Steck e do alemão David Goettler.
Conrado Anker  considerado o melhor
 alpinista americano sobreviveu por muito
 pouco e viu seu grande amigo ser
 engolido pela avalanche.
Alex Lowe virou uma lenda por sua imensa
 capacidade em vencer os grandes picos
 e tambem por ter salvo muitos alpinistas. 
 Descreveram dois corpos “ainda presos no gelo azul, mas emergindo da geleira”. Os dois fizeram a mesma descrição da roupa, e Anker soube, “sem nenhuma dúvida”, que haviam encontrado os restos de seus amigos. “A descoberta traz alívio a Jennifer, nossa família e a mim, e fecha um círculo”, declarou Anker. Sua mulher, Jennifer, escreveu no site da fundação: “Alex e David desapareceram, foram capturados e permaneceram congelados no tempo. Agora agradecemos por conseguirmos recuperá-los”. O casal irá agora ao acampamento-base de Shishapangma com a ideia de “dar descanso” aos dois alpinistas. Conrad Anker agora é um dos alpinistas mais respeitados do momento, um homem que vive com sua família em Bozeman, Montana e que percorreu quase o mesmo caminho de sucesso de seu amigo Alex. Por isso se prendeu a um detalhe: “é bom que seus restos tenham sido encontrados por alpinistas. Não foram encontrados por um pastor com seus iaques.
Por tras de uma belíssima imagem, 
se escondem grandes perigos.
O tempo muda de uma hora para outra 
deixando os alpinistas a sua própria sorte.
Sem duvida as avalanches ainda
 são as maiores causadoras de
 mortes nas escaladas.
 Não foi um alpinista amador. David e Ueli são feitos do mesmo barro que eu e Alex”, declarou à revista OutsideUeli Steck é o melhor alpinista do momento, uma pessoa à frente de seu tempo que acabou com muitas barreiras psicológicas no mundo do alpinismo. Se Alex Lowe é lembrado por seus resgastes no Denali, salvando vidas sem pensar na sua, Steck se lembra dele por seus gestos no lado Sul do Annapurna: foi o único capaz de socorrer Iñaki Ochoa de Olza em sua agonia na montanha, impedindo que morresse sozinho, e anos depois retornou para realizar no mesmo lugar uma escalada de outro mundo: escalou e desceu a parede por um novo caminho em 28 horas. Conrad Anker foi co-protagonista de um grande documentário chamado Retorno a Meruque, após receber o prêmio do júri no Festival de Sundance em 2015, chegou a ser exibido em circuito comercial nos Estados Unidos. Foi um enorme e inesperado sucesso. Anker explica no filme como superou a perda de seus dois mentores: Mugs Stump e Alex Lowe, e ao lado de dois alpinistas muito mais jovens do que ele realiza o caminho da conquista da Barbatana de Tubarão do Meru. Anker fala da necessidade e da sorte de contar com um mentor que ajude o alpinista jovem a entender a montanha, seus códigos, sua essência, seus dramas, suas leis não escritas. E a continuar vivendo quando a perda o paralisa completamente.
Fonte El Pais.

FILTRO SOLAR HOMÉRICO.

A possibilidade de que o aquecimento global vai desencadear uma abrupta mudança climática é algo que as pessoas podem não querer pensar. Mas astrônomo da Universidade do Arizona Roger Angel pensa sobre isso.O Dr Angel é uma das mentes mais brilhantes do mundo, como professor da Universidade do Arizona, e o Centro de Astronomia Óptica Adaptativa.Ele ganhou honras superiores para suas muitas extraordinárias idéias conceituais que se tornaram práticas soluções de engenharia para a astronomia.Para o ano passado, Angel foi procurando maneiras de esfriar a Terra em uma emergência. Ele está estudando a viabilidade da implantação de um guarda-sol em um espaço de crise do aquecimento global, uma crise onde se torna claro que a Terra é inequivocamente dirigida para a mudança climática desastrosa dentro de uma década ou duas.
Uma gigantesca película formada por
 lentes, serviriam como um filtro, cuja á
 função seria de filtrar ás luzes do sol,
 e reduzirem á temperatura da Terra.
Angel é agora a publicação de um primeiro papel, detalhados acadêmicos, "Viabilidade de resfriar a Terra com uma nuvem de pequenas espaçonaves perto L1", no Proceedings of the National Academy of Sciences. O plano seria lançar uma constelação de trilhões de espaçonave de vôo livre pequena um milhão de quilômetros acima da Terra numa órbita alinhada com o sol, chamado de L-1 em órbita.
Á camada de ozônio cresce á cada
 dia e com ele também aumenta á temperatura
 do planeta, que modifica o clima 
vertiginosamente nos continentes.
A nave se formaria uma nuvem, cilíndrica com um diâmetro de cerca de metade da Terra, e cerca de 10 vezes mais. Cerca de 10 por cento da luz solar que passa através do comprimento de 60.000 milhas da nuvem, apontando longitudinalmente entre a Terra eo Sol, seria desviada para longe do nosso planeta. O efeito seria o de reduzir a luz solar de maneira uniforme em cerca de 2 por cento em todo o planeta, o suficiente para equilibrar o aquecimento de uma duplicação do dióxido de carbono atmosférico na atmosfera da Terra.
Quem acompanhou o seriado Jornada nas Estrelas, como eu acompanhei, deve ficar fascinado com essa noticia, uma salvação vinda do espaço sideral!
Pesquisadores propuseram várias alternativas para o resfriamento do planeta, incluindo dispersores de aerossóis na atmosfera da Terra. A idéia de um espaço na sombra L1 desviar a luz solar da Terra foi proposta inicialmente por James Early do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, em 1989. "As idéias anteriores foram para o maior, mais pesada que as estruturas precisaria de fabricação e lançamento da lua, que é bastante futurista," Angel disse. "Eu queria fazer o pára-sol de" flyers ", nave pequena, leve e extremamente fina que pode ser completamente montada e lançada da Terra, em pilhas de um milhão de cada vez. Quando chegarem L1, eles seriam tratados fora do pilha em uma nuvem. Não há nada para montar no espaço. "

Poderia até ser coisa de doido se
 essa teoria não fosse realizada por um dos maiores gênios da atualidade, Dr Roger Angel.
Os panfletos leves projetados por Angel seriam feitos de uma película transparente com furos pequenos. Cada passageiro seria de dois metros de diâmetro, 1 / 5000 de uma polegada de espessura e pesam cerca de um grama, o mesmo que uma borboleta grande. Ele usaria "MEMS" espelhos tecnologia como velas pequenas que inclinariam para manter a posição dos panfletos na constelação em órbita. Transparência do flyer e mecanismo de direção á impedir que ele seja surpreendido pela pressão da radiação. Pressão de radiação é a pressão da luz do sol em si.A massa total de todos os pilotos que compõem a estrutura de pára-sol do espaço seria de 20 milhões de toneladas. Em US $ 10.000 por libra, o lançamento de foguetes convencionais química é proibitivamente caro. Anjo propõe usar uma maneira mais barata desenvolvido pela Sandia National Laboratories para os lançamentos espaciais eletromagnética, que poderiam trazer o custo baixo para tão pouco como US$ 20 por libra.
Um trabalho minucioso, mas que alcançara 
resultados plenos depois de iniciado.
O pára-sol pode ser implantado por um total de 20 lançadores eletromagnéticos lançar uma pilha de panfletos a cada 5 minutos durante 10 anos. Os lançadores eletromagnéticos ideal seria executado em energia hidrelétrica, mas mesmo no pior cenário ambiental com carvão eletricidade gerada, cada tonelada de carbono usada para produzir eletricidade poderia atenuar o efeito de 1.000 toneladas de carbono atmosférico.
Á camada de lentes ficara num lugar 
de vácuo e acompanhara á orbita da Terra.
Uma vez impelido para além da atmosfera da Terra e da gravidade com lançadores eletromagnéticos, as pilhas flyer será dirigido para L-1 órbita por energia solar propulsão iônica, um novo método comprovado no espaço pela Agência Espacial Europeia SMART-1 da lua orbiter e Deep Space 1 da NASA sonda."O conceito se baseia em tecnologias existentes," Angel disse. "Parece factível que poderia ser desenvolvido e implantado em cerca de 25 anos a um custo de alguns trilhões de dólares. Com cuidado, a sombra solar deve durar cerca de 50 anos. Então, o custo médio é cerca de US$ 100 bilhões por ano, ou cerca de dois décimos de um por cento do produto global nacional. "
Os poluentes tem destruído á camada de ozônio em escalas assustadoras, cada miligrama de poluição a mais na estratosfera também, causa uma miligrama á menos de proteção do planeta.
Se essa ideia vai dar ou não vai 
dar certo, alguém tem que fazer 
alguma coisa antes que saja tarde demais!
Ele acrescentou: "O pára-sol não é nenhum substituto para o desenvolvimento de energias renováveis, a única solução permanente. A nível semelhante maciça de inovação tecnológica e investimento financeiro pode garantir isso. "Mas se o planeta entra em uma crise climática abrupta que só pode ser fixado por arrefecimento, que seria bom para estar pronto com algumas soluções de sombreamento que foram elaboradas."então temos que colocar á mão na massa o quanto antes.
Fonte BBC.

TITANIC O RETORNO.

Está aí um tema cinematográfico que nunca morre: a cena final de Titanic! Poderia Jack (Leonardo di Caprio) ter sobrevivido ao naufrágio do navio se Rose (Kate Winlet) tivesse dividido com ele a infame porta fluente que parecia grande o bastante para os dois? Muito já se falou sobre o assunto, inclusive, em 2012, James Cameron participou de um epsodio do programa Caçadores de Mito do Discovery Chanell (MythBusters) que provava a possível sobrevivência dos dois enamorados se eles tivessem amarrado o colete salva-vidas debaixo da tábua. Alguns anos depois, o diretor volta a falar sobre o assunto e a defender a cena final do seu longa. "Ok, vamos esclarecer isso". Você é Jack, está na água a 28 graus e seu cérebro começando a ter hipotermia. Agora, os Caçadores de Mito pedem que você tire o seu colete salva-vidas, que tire o dela, mergulhe para baixo da porta e o amarre de alguma forma.  Isso não vai levar apenas dois minutos, o que significa que você está submerso em uma água a 28 graus tentando amarrar essa coisa. Isso vai levar uns cinco ou dez minutos, então quando você subir já estará morto. Isso não funcionaria. 
Uma tragedia transformada em
 uma bela historia de amor.
O Titanic fotografado momentos
 antes da fatídica tragedia.
"A melhor escolha dele foi manter a parte superior do seu corpo fora da água e esperar que fosse resgatado por um barco antes de morrer", disse Cameron em entrevista ao The Daily BeastNa época, quando foi ao programa, o diretor deu uma resposta simples e direta, que deixou os apresentadores Adam Savage e  Jamie Hyneman, sem argumentos: "Eu acho que vocês estão esquecendo algo importante. O roteiro diz que Jack morre, ele tem que morrer. Talvez nós tenhamos estragado tudo. A tábua deveria ser um pouco menor. Mas o cara vai afundar!".  Além de falar sobre Titanic (1997), Cameron também falou sobre o atual contexto político dos EUA e a preocupação com as medidas tomadas por Donald Thump. Se estou preocupado? Claro! Eu sou como qualquer outra pessoa com boa consciência e inteligência razoável. Acho que nós somos a civilização mais idiota da história agora e que provavelmente falarão sobre nós daqui a quatro mil anos coçando as cabeças, como falam de Atlantis. Quem são esses caras? O que eles fizeram para chatear os deuses tanto assim e acabarem enterrados sob 30 metros de lama? O mundo está basicamente de cabeça para baixo agora, e o tipo de diálogo que sai dessas pessoas soa como George Orwell. 
O filme Titanic rendeu ao diretor James
 Cameron a fantastica coleção de 11
 estatuetas do premio Oscar, e bilhões
 de dolares em retorno financeiro, 
agora uma continuação pode com
 certeza trazer muito mais.
Na verdade ninguém gostou da morte do
 personagem Jack Dawson no final do
 filme, quem sabe agora James 
Cameron reveja  isso.
Fatos alternativos? Não existe essa coisa de fatos alternativos! Essas pessoas são insanas, mas estou mantendo a cabeça baixa, fazendo as coisas que eu pensei que estaria fazendo se a Hyllary (Clinton) fosse eleita. Estou fazendo meus filmes do Avatar, meu trabalho climático, minha agricultura sustentável. Você só pode fazer o que pode fazer", disse o diretor. O cinema americano realiza grandes historias  e imensos sucessos de bilheteria e audiência, e não é segredo para ninguem que sempre que um bom filme obtem imenso sucesso como assim o foi o excelente filme sobre a tragedia do inesquecível navio dos sonhos (ou pesadelo) Titanic, sempre os produtores arranjam um jeitinho para criarem uma segunda versão, ou em alguns casos ate mais de uma versão como aconteceu com Tubarão, Guerra nas Estrelas, Super Man, O Senhor dos Aneis, e varios outros filmes de sucesso. Transformando esse sucesso em uma saga. Logicamente nem todas as sequencias conseguem tanto sucesso como o primeiro filme, mas mesmo assim vale muito a pena em se investir nas sequencias, Ainda mais de um filme aclamado pela critica. 
Um desenho feito na epoca do naufrágio
 atraves do testemunho de
 alguns sobreviventes.
O diretor James Cameron foi fiel em
 praticamente tudo referente a essa
 historia, e o filme retratou todos 
os fatos com grandiosos 
requintes de detalhes.
Hoje seus restos históricos que ainda
 sobram, repousam no fundo do oceano
 Atlântico, sendo corroídos pelo tempo.
Aquele que foi no passado sinônimo
 de poder e de riqueza, hoje é apenas 
um monte de sucata perdido para sempre.
Vencedor de  11 prêmios Oscars, igualando o record de estatuetas do fantástico Ben Hur de 1959, com o lendario Charlton Heston e recentemente a saga O senhor dos Aneis (O Retorno do Rei) de 2003, tambem com 11 estatuetas. Sendo tambem esse filme Titanic a segunda maior bilheteria do cinema de todos os tempos ate hoje ($ 2, 183. 300,000 ou seja dois bilhões e 100 milhões de dolares) so perdendo para o filme Avatar tambem do diretor James Cameron com 2,7 bilhões de dolares, portanto sem duvida com grande certeza de imenso sucesso, vale a pena sim o lançamento de uma segunda versão da continuação dessa grande historia. Que marcou a todos nos pela tragedia de um navio considerado pela arrogância e prepotência humana de inafundável, mas que historicamente provou o contrario, naufragando em sua primeira e ultima viagem. Seria imensamente interessante uma nova versão  ressuscitando o aventureiro Jack Dawson, que ate agora ninguem entendeu porque teve que morrer nesse filme, quem sabe tenha sido essa a intenção do diretor James Cameron, promover a morte do personagem no filme, para poder traze-lo de volta em uma sequencia, quem pode saber.
Fonte Twenty Century fox.