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sábado, 12 de setembro de 2015

MENINO NO FREEZER.

A mãe e o padrasto do menino Ezra, de 7 anos, Lee Ann Finck e Mzee Shabani, viajaram para a África no dia 3 deste mês, segundo informações da Polícia Civil. O corpo do menino foi encontrado na sexta-feira (4) dentro do freezer na residência onde vivia com os dois, em um prédio na Rua Santo Amaro, na região central de São Paulo. As informações foram passadas ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) pela Polícia Federal, que encontrou os registros da saída de Lee, Mzee e as duas filhas do casal. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não especificou, no entanto, para qual país africano o casal e as duas filhas viajaram.
O menino Ezra vivia com o padrasto
 e a mãe que viajaram para
 o Senegal na Africa.
Imagens do menino caminhando
 pelo corredor da casa onde moravam.
De acordo com a SSP, o casal não foi indiciado pelo crime e por isso não é considerado foragido. O DHPP aguarda o laudo necroscópico para saber a causa e a data da morte do menino. O Conselho Tutelar informou que Ezra foi atendido em junho de 2014 após receber denúncia que a criança apresentava sinais de espancamento. A mãe declarou, segundo o conselho, que batia "no intuito de educar, e não machucar"No mesmo ano foi concedida uma liminar de acolhimento, suspendendo o convívio familiar de Ezra com o padrasto e a mãe. Em 15 de janeiro deste ano, o juiz Rodrigo Vieira Murat permitiu o retorno do menino ao convívio com o casal e determinou que o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) acompanhasse a família por seis meses. 
Momento em que o garoto passeava
 no shopping com os pais.
Uma família aparentemente normal, 
mas que escondia um terrível 
e macabro segredo.
O desembargador do Tribunal de Justiça, Antônio Carlos Malheiros, disse que o menino foi acompanhado durante seis meses e depois devolvido à família após pedido da própria criança. Como nenhum familiar procurou o IML (Instituto Médico Legal) para liberar o corpo da criança, o delegado que investiga o caso prorrogou o prazo de reconhecimento de três dias para que o menino não seja enterrado como indigente. A polícia informou que entrou em contato com o consulado da África do Sul para tratar de liberação do corpo de Ezra. Segundo o boletim de ocorrência, o menino teria aparentemente cinco anos e vivia com a mãe, o padrasto de 26 anos e duas irmãs. Na loja de doces da família de origem sul-africana, dá para ver pelo vidro que sobrou pouca coisa. Os vizinhos disseram que o local foi arrombado e saqueado.
O IML retirou o corpinho da criança
 do freezer e a policia aguarda os
 laudos periciais para indiciar o casal.
A revolta dos vizinhos ficou estampada
 na porta do comercio onde 
ocorreu o bárbaro crime.
 A Polícia Civil informa que a investigação está em andamento, com coleta de imagens, depoimentos, levantamento de informações com a Polícia Federal e com a Delegacia do Aeroporto, bem como de ligações telefônicas recentes. A família era dona de uma bomboniere no térreo do edifício e morava no primeiro andar. Por volta das 18h40 de sexta, vizinhos ligaram para a polícia para verificar se havia algo estranho no apartamento. O primo do padrasto do menino contou à polícia ter estranhado o fato de o vendedor de 26 anos deixar de abrir a bomboniere. Ele foi até o apartamento e, na porta, sentiu um cheiro muito forte.O homem chamou o proprietário do imóvel e lá encontraram, no freezer, o corpo do menino enrolado em um lençol e em sacos plásticos, segundo o boletim de ocorrência.Segundo o primo, o menino era filho da companheira do vendedor. Agentes da Polícia Técnico-Científica foram acionados para fazer perícia.
Fonte G1 noticias.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

OPERAÇÃO BLECAUTE.

“Operação Blecaute” deu um duro golpe no PCC (Primeiro Comando da Capital) ao bloquear contas bancárias, prender integrantes em liberdade e transferir membros já detidos. Esta é avaliação do coordenador do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), promotor  Marcos Alex Vera.“É um atraso de vida para esses criminosos. É pouco provável que eles vão parar porque saindo os líderes, os que estão abaixo na hierarquia sobem”, revela o promotor sobre a forma de atuação da quadrilha. Segundo Marcos, as quatro ações principais do Gaeco que atrapalham a atuação da facção são: bloqueio de 140 contas bancárias; sequestro de valores movimentados em contas correntes (R$ 3 milhões), bloqueio de linhas telefônicas; e prisão de colaboradores do meio externo e transferência de integrantes encarcerados. 
Deixaram essa quadrilha crescer
 e se espalhar, e agora eles 
estão em toda parte.
Cartas incriminatórias apreendidas pelos
 Asps,  da quadrilha ordenando
 a morte de policiais e 
agentes penitenciarios.
Com isso, a segurança pública do Estado pretende dificultar as ações do PCC, que são emitidas do estado de São Paulo. Início da operação segundo informações do comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel Carlos Alberto David dos Santos, a “Operação Blecaute”, deflagrada pelo Gaeco em conjunto com a PM, teve início em março, após a morte de um policial militar da reserva em Três Lagoas. “Eles tinham intenção de cometer atentados em Campo Grande, Dourados e Paranaíba. As investigações começaram em março, depois da morte de Otacílio. Posterior a isso, o alvo foi um policial militar do bairro Moreninhas”, revelou o coronel. As vítimas do PCC em Mato Grosso do Sul eram aleatórias. No entanto, todas deveriam ser policiais militares ou agentes penitenciários. A ordem de São Paulo era para que agentes da lei fossem mortos em Mato Grosso do Sul, com o intuito de a facção mostrar o poder que tinha no Brasil.
O serviço integrado de inteligencia
 das policiais e do GAECO, em 
conjunto realizaram as prisões.
Com certeza foi um grande baque
 nas ações do crime organizado 
que ficara  por um bom tempo sem ação.
 “Por conta do trabalho preventivo conseguimos prender os responsáveis dos atentados e evitar outros quatro”, comenta David, que também lembro que todas as ações foram feitas com o serviço de inteligência das instituições. O coronel Deusdete de Oliveira, diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), explicou que no início o trabalho foi a organização de um organograma que mostrasse o perfil da população carcerária no Estado. Foi necessário estabelecer as ligações externas e internas de cada detento para saber qual o grau de influência que cada um exercia nos demais. “Pegamos esses dados e encaminhamos ao Ministério Público, Gaeco e Polícia Militar”, conta. Após as investigações, foi constatado que Mato Grosso do Sul possui 328 integrantes do PCC dentro de unidades carcerárias ou no meio externo. Todos atuando de acordo com regras recebidas de São Paulo.
E tambem a policia ja solicitou a
 prisão preventiva do grande 
cabeça de todo esse esquema 
criminoso neguinho Capuava,
 (aceita pela justiça) que foi solto 
indevidamente pela justiça de São
 Paulo, e segundo informações o
 mesmo ja se encontra fora do páis.
Grandes prisões dos tidos cabeças
 de todo esse esquema criminoso
em São Paulo e  em todo o pais.
Na Operação Blecaute foi verificado que o bando movimentava 140 contas correntes no Estado. Algumas delas eram em nome de pessoas jurídicas, sendo que todas as contas estavam em nomes de laranjas. Ao todo, desde janeiro deste ano, o PCC movimentou R$ 3 milhões. A maior parte desse dinheiro era usada para financiar o tráfico de drogas e era encaminhada para São Paulo. O montante que chegava ao estado vizinho tinha um destino certo: a “cidade proibida”. Essa cúpula, segundo o procurador, era o mesmo grupo de autoriza ações em outros estados do Brasil, inclusive determinavam ataques ao Mato Grosso do Sul. Além de ter a função de praticar crimes, o PCC em Mato Grosso do Sul funciona como uma sociedade organizada, revela o procurador Marcos. Lideranças do bando tinham o poder de decisão sobre a vida e ações dos integrantes. “Uma opressão de facção para faccionados”, define Marcos.
As conversas realizadas de dentro
 das cadeias pelos aparelhos celulares,
 ajudam em muito no trabalho da policia. 
Marcola ainda é o grande lider dessa
 quadrilha porem hoje eles possuem
 diversos "antenas"ou "sintonias", 
que distribuem as ordens da quadrilha.
“Existia a venda de rifas para a arrecadação de dinheiro. Eles tinham metas a cumprir. Eles tinha que contribuir até com uma mensalidade de R$ 400, sendo que quem não paga é colocado no  livro negro e pode ser até morto”, explica.Diante da iminência de ações criminosas do PCC, o Gaeco de Mato Grosso do Sul passou a investigar a facção. Segundo o promotor Marcos Vera, foi constatado a existência de pessoas ligadas ao bando em países vizinhos como a Bolívia e o Paraguai. “Encontramos ligações com pessoas que moram até no Peru”, disse o promotor. Ainda de acordo com Marcos o objetivo da investigação era saber como essa facção agia no Estado. “Como atuavam e se comunicavam”, completa.
Fonte Uol Noticias.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE.

As imagens angustiantes do menino sírio de três anos de idade, primeiro deitado de barriga para baixo, morto, na areia de uma praia turca, em seguida o corpo sem vida embalado por um agente de salvamento, parecem ter aberto os olhos do mundo para a desesperadora crise que tem acontecido diariamente nas fronteiras da Europa. A família do menino, que se chamava Alan Kurdi, vinha de Kobani, fugindo junto com centenas de milhares de outros sírios. O cerco prolongado do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) e uma intensa campanha de bombardeios dos Estados Unidos deixou a cidade no norte da Síria em ruínas: casas, sistema de abastecimento de água, eletricidade, saneamento e infraestrutura médica, tudo foi destruído.
Refugiados fogem de seus países de
 origem e realizam perigosa
 jornada rumo a Europa.
 O menino, sua mãe e seu irmão de cinco anos estavam entre os 12 sírios que se afogaram na tentativa de chegar à Grécia. Destruído psicologicamente, seu pai, o único sobrevivente da família, disse que voltaria para a Síria com os corpos, tendo afirmado a parentes que gostaria de morrer e ser enterrado ao lado deles. Há muitos culpados por essas mortes, que são apenas algumas das milhares de pessoas que perderam as vidas tentando atravessar o Mediterrâneo ou morreram sufocadas após se espremer em vans como sardinhas. O Governo do Canadá ignorou o pedido feito em junho pela tia do menino, que vive na Columbia Britânica, para conceder asilo à família de Alan. Os países da União Europeia têm tratado a onda de refugiados com repressão e dissuasão, construindo novas cercas, criando verdadeiros campos de concentração e mobilizando a polícia de choque, para erguer uma Europa fortificada, para manter bem longe famílias desesperadas como a de Alan mesmo que seja preciso condenar milhares e milhares à morte.
Eles preferem morrer a ter que 
conviver com o terror em seus países.

E os EUA? Os políticos e a mídia americana continuam convenientemente mudos sobre o papel central de Washington na criação desta tragédia que assistimos em diversas fronteiras da Europa. O Washington Post, por exemplo, publicou um editorial no início da semana afirmando que “não se pode esperar que a Europa consiga resolver sozinha um problema originado no Afeganistão, no Sudão, na Líbia e, acima de tudo, na Síria”. O New York Times usou o mesmo raciocínio, escrevendo: “As raízes desta catástrofe estão em crises que a União Europeia não pode resolver sozinha: as guerras na Síria e no Iraque, o caos na Líbia...”Quais são, por sua vez, as "raízes" das crises nestes países, que deram origem a esta "catástrofe"? A resposta a esta pergunta é apenas um retumbante silêncio. Qualquer consideração séria do que está por trás da onda de refugiados dirigindo-se para a Europa leva à conclusão inevitável de que se trata não apenas de uma tragédia, mas de um crime. 
Viajando em embarcações sem 
nenhuma condição, tudo em 
nome de uma vida melhor.
Mais precisamente, a crise é o trágico subproduto de uma política criminosa de guerras e de intervenções para mudança de regime, implementadas sistematicamente pelo imperialismo norte-americano com a ajuda e a cumplicidade de seus aliados da Europa Ocidental ao longo de quase 25 anos. Com a dissolução da União Soviética, em 1991, a elite governante dos EUA concluiu que estava livre para explorar o incomparável poderio militar do país como forma de compensar o processo de declínio econômico do capitalismo americano. Por meio de agressão militar, Washington embarcou na estratégia de estabelecer sua hegemonia sobre os principais mercados e fontes de matérias-primas, começando pelas regiões ricas em energia do Oriente Médio e da Ásia Central.
Por terra e por mar, são milhares
 de refugiados tentando a sorte alem terra.
A estratégia foi resumida de forma simplificada numa frase do Wall Street Journal, logo após a primeira guerra contra o Iraque, em 1991: "O uso da força funciona".O que o mundo testemunha hoje, com os milhares de refugiados desesperados na tentativa de chegar à Europa, é efeito desta política, mantida desde então. Em mais de uma década, as guerras do Afeganistão e do Iraque, travadas com o pretexto de serem "contra o terrorismo", e justificadas com mentiras infames sobre "armas iraquianas de destruição em massa", só foram capazes de devastar sociedades inteiras, matando centenas de milhares de homens, mulheres e crianças. A estas guerras seguiu-se a guerra por mudança de regime  liderada pelos EUA e OTAN  que derrubou o governo de Muammar Gaddafi e transformou a Líbia em um arremedo de país, arruinado pela luta contínua entre milícias rivais. Então veio a guerra civil síria  alimentada, armada e financiada pelo imperialismo norte-americano e seus aliados, com o objetivo de derrubar Bashar Al-Assad e substituí-lo por um fantoche obediente às ordens ocidentais.
A triste imagem do menino sírio Alan
 morto afogado, mexeram com
 os sentimentos humanitários
 dos grandes  lideres europeus.
As intervenções predatórias na Líbia e na Síria foram feitas em nome dos "direitos humanos" e da "democracia", recebendo o apoio de uma série de organizações de pseudo-esquerda que representam camadas privilegiadas da classe média o Partido da Esquerda, na Alemanha, o Novo Partido Anticapitalista (NPA), na França, a Organização Internacional Socialista, nos EUA, entre outros. Alguns chegaram a saudar as ações de milícias islamistas armadas e financiadas pela CIA e chamá-las de "revoluções"A situação atual e a pressão insuportável de morte e destruição que leva centenas de milhares de pessoas à fuga desesperada e fatal representam a confluência de todos estes crimes do imperialismo. A ascensão do ISIS e as guerras civis sectárias e sangrentas em curso no Iraque e na Síria são o produto da devastação do Iraque pelos EUA, seguida do apoio da CIA e dos aliados regionais do imperialismo americano ao ISIS e às milícias islamistas semelhantes na Síria.
Precisou uma criança inocente 
morrer, para que os grandes
 lideres mundiais percebessem
 a gravidade dessa situação!
Ninguém foi responsabilizado por esses crimes. Bush, Cheney, Rumsfeld, Rice, Powell e outros do Governo Bush, que travaram uma guerra de agressão no Iraque com base em mentiras continuam totalmente impunes. No Governo atual, de Obama para baixo, ainda precisam dar explicações pelas catástrofes que desencadearam na Líbia e na Síria. Os cúmplices são muitos, do Congresso dos Estados Unidos, que tem atuado como um carneirinho no que diz respeito às políticas de guerra, a uma mídia chapa branca, que ajuda a legitimar perante o público americano guerras baseadas em mentiras, passando pelos pseudo-esquerdistas que atribuem um papel progressista ao imperialismo dos EUA e suas "intervenções humanitárias". Juntos, são responsáveis %u20B%u20Bpelo que acontece hoje nas fronteiras da Europa, que deve ser visto, mais do que uma tragédia, como um prolongado e contínuo crime de guerra.
Fonte Washington Post.

domingo, 6 de setembro de 2015

TERROR EXPLICITO.

Triste rotina dessa praça 
recheada de marginais!
Um tiroteio terminou com a morte de duas pessoas nas escadarias da Catedral da Sé, região central de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (4). Segundo a Polícia Militar, Luís Antonio da Silva, estava armado e abordou uma mulher de 25 anos no local. Um outro homem que estava em frente à igreja tentou intervir e ajudar a vítima, mas acabou sendo morto a tiros. Imagens gravadas por celulares de pessoas que testemunharam o crime mostram que um tiroteio começou depois que Francisco Erasmo Rodrigues de Lima empurrou o homem que mantinham Elenilza Mariana de Oliveira Martins como refém.
Parecia cena de cinema, mas 
era tudo realidade da rotineira 
violência urbana brasileira.
Francisco Erasmo Rodrigues de 
Lima de 61 anos, heroicamente 
intercedeu e enfrentou o marginal
 armado e salvou a mulher.
 Vídeos mostram também que o criminoso disparou pelo menos dois tiros contra o homem que tentou libertar a refém.  Os dois homens morreram na cena do crime. Elenilza foi ferida e encaminhada para um pronto-socorro da região. Policiais militares participaram do tiroteio. Informados da tentativa de assalto por testemunhas, eles foram ao local e acompanhavam à distância o desenrolar da história.O tiroteio, que aconteceu por volta das 14h, foi acompanhado por dezenas de pessoas. A Arquidiocese de São Paulo publicou uma nota em sua página lamentando as mortes em frente à Catedral.
E na luta entre ambos, a mulher se 
soltou, mas o marginal pegou a
 arma e disparou dois tiros
 mortais contra o heroi.
Que ficou um tempo ainda 
em pé , mas devido a gravidade 
dos ferimentos caiu e morreu no local.
Um homem de azul intervém e pula sobre as duas pessoas e começa a lutar com o homem armado. A mulher, que era feita de refém, desce as escadas correndo. Na sequência, são ouvidos tiros. O outro homem, que tentou ajudar a vítima, caminha lentamente até as portas fechadas da igreja e cai. Mais tiros são disparados, o homem que segurava a mulher cai e policiais militares se aproximam do corpo. Para quem não conhece essa praça da Sé em São Paulo,  é o marco zero do estado de São Paulo, um ponto de relevante importância, mas que infelizmente esta jogado as traças.
E do outro lado da escadaria, o corpo
 do marginal assassino, Luiz Antonio 
da Silva de 49 anos, e ex condenado.
A policia tentava a negociação com
 o sequestrador, ate que o segundo
 homem entrou em ação e tudo
 virou terror explicito.
Pois precisamente naquele local, é o lugar de encontro de diversas variedades de pessoas de  todos os  tipos, que vão desde moradores de ruas vindos de todas as partes do pais, trombadinhas, usuários de varias drogas, menores de idade infratores, punguistas, falsários, golpistas, traficantes, assaltantes e tudo o que não presta. E infelizmente devido ao descaso do poder publico esse amontoado de gente onde uma boa parcela são marginais ficam por ali tranquilamente agindo e sem serem importunados por ninguém, e tirando o sossego das pessoas que por ali circulam. A situação é tão feia que depois que anoitece nem assombração tem coragem de passar por aquele local, que fica a merce de marginais. E essa situação ocorrida na Sexta Feira passada, ja era tida como uma tragedia anunciada, e ate que demorou para que isso ocorresse.
Fonte Uol Noticias.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

LAVA A JATO.

Há possibilidade da Justiça portuguesa decretar prisão preventiva do Luiz Inácio Lula da Silva antes mesmo da Justiça brasileira. Luiz Eduardo de Oliveira e Silva foi solto por não apresentar indício de participação efetiva no esquema do Lava Jato, segundo imprensa. O Ministério Público português, acha o contrário, pois o Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão do José Dirceu, teve reunido com o nada menos do que o poderoso presidente do Banco Espírito Santos, antes de intervenção do Banco Central. Luiz Eduardo finge ser uma pessoa humilde de pouca articulação, mas as aparências enganam. Em Portugal, conforme notícia do jornal  Público o Luiz Eduardo Oliveira e Silva juntamente com o irmão José Dirceu e Lula da Silva estão sendo objeto de investigações. 
Luiz Inacio Lula da Silva podera 
dividir uma cela com o seu "socio"
 portugues Jose Socrates breve.
Uma sociedade envolvendo
 milhões de dinheiro recebido de
 grandes empreiteiras do Brasil.
Para quem não se lembra, o mesmo jornal Público, realizou uma   reportagem sobre doações ilegais do Portugal Telecom com a campanha do Lula e Silva, na reeleição, com recursos da Portugal Telecom em cerca de $ 200 milhões de euros ou equivalente a cerca de R$ 700 milhões.  O  destino desta doação ilegal, está sendo investigado pelo Ministério Público português. A tratativa da doação da Portugal Telecom ocorreu, segundo o jornal com interferência direta do primeiro ministro português, José Sócrates e do presidente Lula da Silva. O primeiro ministro português encontra-se em prisão domiciliar por este e outros episódios de ladroagem. A investigação pelo Ministério Público português corre em segredo de justiça. 
Jose Socrates se achava um gênio
 do crime, e que nunca seria pego,
 mas as mãos da justiça foram
 muito mais astutas do que ele.
E agora tera muito tempo para 
meditar sobre muitos assuntos 
dentro de uma cela de cadeia.
Há possibilidade da Justiça portuguesa decretar prisão preventiva do Luiz Inácio Lula da Silva antes mesmo da Justiça brasileira. O ex primeiro ministro José Sócrates já está em prisão domiciliar. A Justiça portuguesa não é tão seletivo e tolerante como a Justiça brasileira. Pela notícia do jornal português, Luiz Eduardo é elemento de ligação do Lula da Silva com o crime praticado em Lisboa. Em Novembro de 2011, o consultor Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão de José Dirceu Oliveira Silva, sócios da JD Assessoria e Consultoria, esteve em Lisboa a fazer contatos, um deles foi com Ricardo Salgado. A empresa foi agora agora apanhada na operação Pixuleco, uma derivação do Lava Jato, por suspeita de ser usada como “biombo” para circulação e repasse de fundos ilícitos em grandes transações.
Enquanto a justiça brasileira 
tenta descobrir quem nasceu primeiro
 se foi o ovo ou a galinha, a justiça
 portuguesa age e coloca o politico 
bandido no lugar merecido, na cadeia!
A imagem mais esperada por toda
 a população brasileira, o chefe
 de todos esses esquemas de 
corrupção dentro de uma cadeia.
Há quatro anos,  quando Luiz Eduardo Oliveira Silva esteve em Lisboa, entre 3 e 15 de Novembro de 2011, as relações de negócio luso-brasileiras estavam ao rubro. No mercado estavam em  curso duas operações mediáticas: a venda, pela PT, de 50% da Vivo à Telefonica e o cruzamento de participações entre a PT e a Oi; e o governo de Passos Coelho já tinha aberto o dossier da venda da TAP que na altura envolveu German Efromovitch.Um dos contatos estabelecidos por Luiz Eduardo de Oliveira e Silva ocorreu na sede do BES, em Lisboa, e teve como interlocutor o ex-presidente do BES Ricardo Salgado. Não se sabe sobre que tema falaram, apenas que o encontro foi articulado pelo escritório de advocacia português Lima, Serra, Fernandes & Associados (LSF), ligado a João Abrantes Serra, parceiro das sociedades dos irmãos Oliveira Silva.
Políticos que tiveram tudo para se
  tornarem heróis públicos e ficarem
 na historia , mas traíram a população 
com suas ambições e desonestidades.
A boa vida de Lula pode estar de
 horas contadas, e tudo depende
 do que o seu ex-socio Jose
 Socrates disser a justiça portuguesa.
 Todas “prestadoras de serviços” dos dois lados do Atlântico e com boas ligações ao mundo da política e aos grandes negócios, em particular, os que envolvem decisões estatais. “O inquérito encontra-se em segredo de justiça.” Esta foi a resposta da Procuradoria-Geral da República quando questionada pelo PÚBLICO sobre se tinha conhecimento do encontro ocorrido em 2011 entre o ex-presidente do BES Ricardo Salgado e o consultor Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, sócio da JD Assessoria e Consultoria, bem como das matérias abordadas na reunião. O Ministério Público acrescentou não ter “neste momento, nada a adiantar” ao que já tem sido referido.
Fonte Pensa Brasil.