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domingo, 16 de maio de 2021

 9000 Mortos essa tragedia faz o
 Titanic parecer apenas fichinha!
Á maior tragédia de todos 
os tempos nos mares!

Uma das ultimas fotos do navio antes de ser afundado
Kreuzfahrtschiff Wilhelm Gustloff
Wilhelm Gustloff -
Dedicamos o dia de hoje mais uma vez às vítimas do maior desastre marítimo da humanidade: o torpedeamento do navio-hospital alemão, o Wilhelm Gustloff.
No inverno de 1945, bem no final da 2ª Guerra Mundial, um navio alemão que transportava milhares civis refugiados da guerra, o Wilhelm Gustloff, foi afundando por um submarino soviético nas águas do Mar Báltico. Quase todos os que estavam a bordo pereceram afogados ou devido a hipotermia provocada pela baixíssima temperatura do mar. O número de vítimas foi tamanho – é tido como o maior naufrágio civil do mundo - que superou em muito as do transatlântico Titanic, cujo afundamento ocorreu em 1912, sem porém que provocasse a mesma comoção.
Fuga pelo Báltico
“Matem! Matem!.. Usem a força e quebrem o orgulho racial dessas mulheres alemãs. Peguem-nas como legítimo botim. Avante como uma tempestade, galantes soldados do Exército Vermelho.”
Ilya Ehrenburg, jornalista soviético, 1945
Numa daquelas noites prussianas gélidas do Norte europeu, em 30 janeiro de 1945, com o termômetro marcando 10° abaixo de zero, o ex-cruzeiro de luxo alemão M/S Wilhelm Gustloff, de 25 mil toneladas - desde 1940 transformado em hospital flutuante - , deslocava-se apinhadíssimo de gente pelo Mar Báltico.
Este "ex-cruzeiro de luxo" fazia parte do programa KDF - Kraft durch Freude - que proporcionava um período de férias anuais para os trabalhadores alemães. Qualquer semelhança com os governos ditos "democráticos" da atual ordem mundial é somentemera coincidência.
Projetado para levar duas mil pessoas, carregava naquele momento mais de nove mil, a maioria mulheres e crianças que fugiam da invasão russa. O Exército Vermelho vinha, por assim dizer, nos calcanhares deles, seguindo a mesma rota que os seus antepassados mongóis, no século 13, usaram para atingir o Ocidente. Os que escapavam eram civis alemães que até então moravam na Prússia Oriental e nos Estados Bálticos que, apavorados, fugiam pelo Golfo de Danzig da vingança dos soviéticos. Organizaram para eles uma espécie de solução de emergência, recolhendo-os dos portos do leste da Alemanha para que alcançassem, por mar, as áreas mais seguras do Ocidente. Os que iam a bordo não tinha a mínima idéia que seriam os protagonistas da maior tragédia marítima de todos os tempos, quase superior seis vezes as vitimas do transatlântico Titanic, naufrágio ocorrido 32 anos antes (1.517 mortos).
O naufrágio
Quando haviam cumprido a metade do caminho, um pouco depois das 21 horas, três torpedos do submarino russo S-13 os atingiram. O Wilhelm Gustloff logo adernou. A multidão que se agarrava no convés começou a ser jogada na água. Outros, apavorados, saltavam diretamente lá do alto. A gritaria no convés era acompanhada de tiros dos que preferiam suicidar-se ou atirar nos familiares antes. Os soldados feridos, imobilizados, despediam-se uns dos outros. Como distribuir os parcos botes salva-vidas para 9.343 passageiros, sendo que muitos deles estavam cobertos de gelo? O SOS foi lançado e aos poucos começaram a chegar os auxílios. Os faróis dos barcos e das lanchas de socorro vararam a noite inteira em busca de sinais de vida, enquanto corpos, milhares deles, vagavam sem destino em meio aos blocos de gelo, boiando salpicados de neve. Os que conseguiam ser resgatados estavam enregelados, as mãos azuladas e encarangadas e o olhar petrificado. Ao amanhecer as equipes de salvamento haviam retirado 1.239 náufragos (outros reduzem-nos para 996) daquele horror. A situação só não foi pior porque eles estavam próximos ao litoral da Pomerânia, mesmo assim supõe-se que oito mil pereceram.
Os submarinos soviéticos continuaram por perto praticando a caça e, dez dias depois, afundaram o General von Steuben (3 mil mortos) e ainda, em 16 de abril de 1945, puseram a pique o Goya (cerca de 7 mil, a maioria soldados). Portanto, em matéria de matança de civis o M/S Wilhelm Gustloff, realmente empunhou a taça da desgraça.
Se bem que a operação de remoção do maior número possível de civis alemães orientais foi tida como um sucesso, pois conseguiram o translado de 2 milhões deles para fora da órbita soviética, a tragédia daquele barco de turismo adaptado para às pressas para a fuga, perdurou no tempo como um desastre que poderia ter sido evitado, não fosse o clima de revanche que embalava os soviéticos. Revanche que se estendeu para os maus tratos da grande parte da população civil do Leste da Alemanha, com ondas de estupros, pilhagens, saques, desordens, espancamentos e brutalização geral dos vencidos.
Seus destroços repousam para 
sempre no fundo do Mar Báltico
Es war die größte Schiffskatastrophe aller Zeiten. Ein russisches U-Boot torpedierte am 30. Januar 1945 das Flüchtlingsschiff "Wilhelm Gustloff". Für über 10.000 Menschen begann ein dramatischer Überlebenskampf.
Um roteiro de atrocidades
Na época dizia-se que era merecido. Que os alemães haviam se portado do mesmo modo quando adentraram na URSS em 1941. Quem começou a reverter esta opinião entre eles, foi Alexander Soljenitsine.
Cada vez mais fica evidente que o comportamento do Exército Alemão era exemplar, merecendo o reconhecimento de todos os historiadores sérios,como o exército que mais respeitou as convenções da guerra. A propaganda de guerra aliada tenta até hoje perpetuar a mentira, porém, a verdade, uma vez reconhecida, torna-se óbvia.
Cada vez mais furioso com o regime comunista, Soljenitsine que fez parte das tropas de ocupação – era oficial de artilharia - pessoalmente testemunhou as atrocidades que seus conterrâneos haviam cometido. Envergonhado, acabou por denunciar aqueles horrores num longo poema intitulado Prosskie Nochi (Noites Prussianas, 120 páginas, 1974), revelando à opinião pública da então URSS, o que de fato acontecera na Alemanha naqueles meses de conquista e ocupação, quando pelotões inteiros de soldados russos submetiam as alemãs, dos oito aos sessenta anos, a estupros coletivos, cortando o pescoço daquelas que resistiam ou se lhes opunham. Ele acreditou que tudo aquilo decorreu, que deu-se tal roteiro de atrocidades, devido os comunistas"terem afastado a Rússia de Deus", retirando do soldado raso, dos Ivans que passaram a acampar na Alemanha, qualquer sentimento de piedade ou compaixão para com os derrotados. Ao contrário, incitou-os aos barbarismos a pretexto de estarem lutando contra o decadente mundo burguês em sua forma fascista.
O torpedeamento do navio pelo submarino
 russo S 13, resultou em mais de nove mil mortes!
Aquele navio grande, majestoso, que virou até filme não foi o maior naufrágio da história. Mas virou filme porque foi uma inovação para sua época e a guerra, era já tão comum, qual a graça de fazer um filme sobre ela? Com o Pan e o acidente da TAM, a disputa de atenções fica acirrada. Esporte, que é saúde, vida, ou o fogo, que trouxe a morte e a tristeza?
Titanic
 antes da tragedia
Titanic
 depois da tragedia, seus destroços repousam 
no fundo gelado e escuro do  Oceano Atlantico

Tinha 269m de comprimento, pesava quase 50t e viajava a uma velocidade média de 44Km/h (24 nós).
A viagem inaugural levou 2208 passageiros, as estimativas são de que entre 1489 ~ 1516 pessoas morreram entre passageiros e tripulação. E eu ainda acho que haviam mais algumas pessoas “ilegais”.
Distribuição por classe social:
* Primeira-classe: 324
* Segunda-classe: 285
* Terceira-classe: 708
* Tripulação: 891
Há boatos de que a terceira classe era melhor que a primeira classe de muitos navios.
Em 10 de abril iniciou-se a viagem inaugural que 4 dias depois resultaria no “naufrágio de inauguração”.
O desastre deu iní cio na noite de 14 de abril, quando um dos vigias do mastro avistou o iceberg. Apenas 47 segundos depois da visualização do iceberg o navio se chocou contra o mesmo.
Menos de 2 horas depois da colisão, o navio já descia a pique para o fundo do oceano.
O que ajudou bastante a aumentar o número de mortos foi a pouca quantidade de botes salva-vidas, no plano original deveriam ter 64 botes, mas só haviam 16. Pelas leis inglesas só era permitido levar 14 botes, ao contrário, o navio se tornaria ilegal.
Apesar do Titanic ter sido uma tragédia na sua viagem inaugural, não é ele quem leva o tí tulo de maior naufrágio do mundo.
O campeão de mortes foi um navio alemão,Wilhelm Gustloff, que transportava 9000 civis refugiados, em sua maioria mulheres e crianças. Ao contrário do Titanic não foi mero acaso nem despreparo, o naufrágio foi “encomendado”. Em 30 de janeiro de 1945 um submarino soviético lançou três torpedos contra o navio e o afundou.
Ainda conseguiram ser resgatadas em torno de 1200 pessoas, pois o navio estava próximo ao litoral da Pormerônia, mas há quem diga que mais de 8000 pessoas morreram.
Os submarinos soviéticos continuaram sua “caça” e 10 dias depois afundaram o General von Steuben causando 3000 mortes. Em 16 de abril daquele mesmo ano foi a pique o Goya com quase 7000 mortos, a maioria soldados.
Portanto, em matéria de matança de civis o M/S Wilhelm Gustloff, realmente empunhou a taça da desgraça.

Naufragios famosos 

Fonte Wikipedia

ENGANAMOS CONAN DOYLE!


Em 1917, duas simples meninas adolescentes em Yorkshire produziram fotos que tinham tirado de fadas em seu jardim. Elsie Wright (6) e sua prima Frances Griffiths (10) usaram uma máquina fotográfica simples e dizia-se que não possuíam qualquer conhecimento de fotografia ou truques fotográficos.
Uma das meninas, observando as
 fadinhas num arbusto brincando.
Peritos fotográficos que foram consultados declararam que nenhum dos negativos tinham sido forjados, não havia nenhuma evidência de dupla exposição e que um borrão leve de uma das fadas na fotografia número 1 indicava que a fada estava se movendo durante a exposição de 1/50 ou 1/100 segundos. Eles pareciam não sequer entender a explicação mais simples de que as fadas eram recortes de papel simples fixados nos arbustos, balançando ligeiramente com a brisa. Conan Doyle e outros crentes também não estavam aborrecidos pelo fato de que as asas das fadas nunca mostravam borrões de movimento, até mesmo na imagem da fada calmamente posada de pé em pleno ar. Aparentemente asas de fada não funcionam como as asas de um beija-flor.
 Foto 2 Frances, uma 
das meninas, conversando
 com um suposto duende.
Quase ninguém pode olhar para estas fotografias hoje e aceitá-las como qualquer coisa que não fraudes. A iluminação nas fadas não combina com a das meninas. As figuras das fadas têm uma aparência plana, de recorte. Mas espiritualistas e outros, que preferem um mundo de magia e fantasia, aceitaram as fotografias como evidência genuína para fadas.
Foto 3, de novo á menina
 fotografada com uma fadinha
 bem proxima do seu rosto. 
Sir Arthur Conan Doyle ( Sir uma honrosa condecoração feita pelo rei ou rainha de um pais monárquico, que significa senhor de algo ou domínio, um titulo de nobreza abaixo de Barão, nesse caso Conan Doyle foi condecorado pelo rei Eduardo VII  em 1902), não apenas aceitou estas fotografias como genuínas, ele até escreveu dois panfletos e um livro que atestavam a autenticidade destas fotografias, incluindo muito folclore de fadas adicional. O livro dele, A Vinda das Fadas (The Coming of the Fairies), ainda é publicado, e algumas pessoas ainda acreditam que as fotografias são autênticas. Os livros de Doyle são leitura muito interessante até mesmo hoje. A convicção de Doyle no espiritualismo convenceu muitas pessoas de que o criador de Sherlock Holmes não era tão brilhante quanto a criação fictícia dele.
 Á ultima das fotos mostra á fadinha
 oferecendo uma flor para Elsie.
Alguns pensaram que Conan Doyle estava louco, mas ele defendeu a realidade de fadas com toda a evidência que pôde encontrar. Ele se opôs aos argumentos dos descrentes. Na realidade, os argumentos dele soam surpreendentemente semelhantes sob todos os aspectos a livros atuais promovendo a idéia de que seres alienígenas nos visitam em OVNIs. Robert Sheaffer escreveu um artigo inteligente traçando estes paralelos de forma maravlihosa. 
O criador do fantastico Sherlock
 Holmes e o seu fiel mordomo Watson,
 foi enganado por duas simples crianças!
Com o passar dos anos persistiu o mistério. Só alguns fanáticos acreditaram que as fotografias eram de fadas reais, mas o mistério dos detalhes de como (e por que) elas foram feitas continuou fascinando os estudantes sérios de brincadeiras, fraudes e enganações. Na verdade ele não foi enganado pelas crianças mas deixou-se ser enganado, ele quis acreditar naquela historia fantasiosa, e continuar vivendo em mundos paralelos, ainda nos dias de hoje muitas pessoas também se deixam enganar por historias fantasticas de ocultismos de imagens e falsos deuses, o ceticismo em pleno seculo XXI, ainda domina as mentes humanas, á Biblia Sagrada sabiamente prega num versiculo que diz: Conhecereis á verdade e ela vos libertaras (João capitulo 8 versiculo 32).
Sir Arthur Conan Doyle, era 
fascinado por assuntos de 
espiritualidade e ocultimo.
 Que se pesquisarem um pouco, conseguiriam facilmente descobrir as verdades, mas preferem fingir que acreditam, e vivem se auto-enganando e acorrentadas á uma pseudo prisão karmatica, porque á verdade as vezes pode causar traumas passageiros,  e á mentira causara uma falsa impressão de alivio, que se tornara um monstro, e quando vier á tona causara danos terriveis e incuraveis. 
Quando as meninas (já adultas) foram entrevistadas, suas respostas eram evasivas. Em uma entrevista da BBC em 1975 Elsie disse: "Eu lhe contei que elas são fotografias de invenções de nossa imaginação e é nisso que vou insistir". Em 1977 Fred Gettings tropeçou em evidência importante enquanto trabalhava em um estudo de ilustrações de livro do começo do século XIX. Ele achou desenhos por Claude A. Shepperson no livro infantil de 1915 que as meninas poderiam ter facilmente possuído, e que eram, sem dúvida, os modelos para as fadas que apareceram nas fotografias.
Houldini, preso em varios cadeados
 e correntes , se desvencilhava
 desses facilmente, ele também ficava
 por varios minutos embaixo d´agua sem respirar.
Isso tudo poderia ter sido evitado se o escritor e grande criador do maior detetive de todos os tempos, Sherlock Holmes, tivesse deixado o detetive investigar essa historia, fatalmente com sua astúcia e infinita perspicacia  ele rapidamente traria á verdade á tona, mas acontece que Sir Arthur Conan Doyle vivia praticamente em dois mundos paralelos o mundo real e o mundo das fantasias, por onde o escritor era vidrado por historias de espiritualismo,  misterios e ilusionismo.


Ele também era um grande amigo do magico  Harry Houdini (Ehrich Weiss), que é considerado o maior magico ilusionista de todos os tempos.
Fonte Wikipedia.

IMPRENSA VERSUS "DITADURA".


O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a validade da decisão da juíza Maria Marleide Maciel Queiroz, de Fortaleza, e liberou a publicação de reportagem da revista “Isto É” sobre a suposta ligação do governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), com as irregularidades da Petrobras. O ministro argumentou que a imprensa não pode ser impedida de veicular informação jornalística. Segundo ele, em caso de haver crime contra a honra na notícia, eventual punição deve ser aplicada depois da publicação do texto.
A população deve ser informada 
sobre todas as noticias, e a liberdade
“A Constituição proíbe, expressamente, a censura  isto é, a possibilidade de o Estado interferir no conteúdo da manifestação do pensamento e a licença prévia, bem como protege o sigilo da fonte”, escreveu Barroso. “As liberdades de expressão, informação e imprensa são pressupostos para o funcionamento dos regimes democráticos, que dependem da existência de um mercado de livre circulação de fatos, ideias e opiniões. Existe interesse público no seu exercício, independentemente da qualidade do conteúdo que esteja sendo veiculado."
O STF, concedeu o direito
 constitucional da prestação de
 serviços de informaçãoa revista.



No último fim de semana, a juíza impediu a circulação da revista, exigiu o recolhimento de exemplares já distribuídos e estipulou multa diária de R$ 5 milhões no caso de descumprimento da ordem judicial. Para Barroso, a decisão foi uma forma de censura prévia à imprensa.“A decisão reclamada impôs censura prévia a uma publicação jornalística em situação que não admite esse tipo de providência”, afirmou o ministro. “A solução adequada é permitir a divulgação da notícia, podendo o interessado valer-se de mecanismos de reparação a posteriori."
As mordaças da injustiça, fazem

 parte do triste passado do pais.
A decisão da juíza do Ceará foi dada em resposta a um pedido judicial feito pela defesa de Cid Gomes. O governador teria sido procurado pela revista para comentar a informação de que Paulo Roberto Costa o teria citado em depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal. Costa foi preso na Operação Lava Jato sob a acusação de participar de um esquema de lavagem de dinheiro e pagamento de propina a políticos.Depois de firmar acordo de delação premiada com o Ministério Público, Costa prestou depoimento incriminando governadores, parlamentares e um ministro. No pedido feito à Justiça, a defesa de Cid Gomes argumentou que o governador não tinha envolvimento com os fatos. 
Cid Gomes atual governador do Ceara,
 se sentiu ofendido por publicação, quem não 
deve não teme, se ele não fez nada, depois ele
 processa a revistas, mas ele não tem o direito constitucional de interditar a publicação.
O governador pediu, ainda, segredo de justiça, alegando privacidade e intimidade que envolve os fatos.Barroso, no entanto, afirmou que a informação jornalística deve ser divulgada, mesmo sem a veracidade comprovada.“De fato, no mundo atual, no qual se exige que a informação circule cada vez mais rapidamente, seria impossível pretender que apenas verdades incontestáveis fossem divulgadas pela mídia. Em muitos casos, isso seria o mesmo que inviabilizar a liberdade de informação, sobretudo de informação jornalística, marcada por juízos de verossimilhança e probabilidade”, escreveu o ministro.Barroso também argumentou que não há prova de que os repórteres da revista tenham cometido irregularidade para obter acesso ao depoimento de Costa. “Embora as informações em questão aparentemente estejam protegidas por segredo de justiça, não há elementos mínimos para concluir que a violação tenha partido dos profissionais da imprensa que receberam as informações”, afirmou.
Fonte O Globo.

sábado, 24 de abril de 2021

O QUINTO BEATLE.

O produtor musical britânico George Martin, conhecido por seu trabalho com os Beatles, morreu na terça-feira (8) aos 90 anos, informou seu empresário.Conhecido como "o quinto beatle", Martin estava em casa e morreu em paz, segundo a imprensa britânica. A causa da morte não foi divulgada. Em comunicado, a família agradeceu "a todos pelos pensamentos, orações e mensagens de apoio". Ringo Starr, baterista dos Beatles, usou as redes sociais para lamentar a morte de George Martin, que não só descobriu o quarteto britânico como produziu mais de 700 álbuns ao longo de sua carreira de cinco décadas. Em mensagem publicada no Twitter, Ringo escreveu: "Deus abençoe George Martin, paz e amor para Judy e sua família. Com amor, Ringo e Barbara. George, você vai fazer falta. George fará falta."Martin ajudou Ringo, Paul McCartney, John Lennon e George Harrison,  a alcançarem o estrelato, nos anos 1960. 
George Martin em uma de suas ultimas
 aparições sendo homenageado 
ao lado de Ringo Starr.
Ele deixou um legado musical
 que ja faz parte da historia 
contemporânea do Rock n Roll.
Ele também era músico e trabalhou nos arranjos de músicas como “Yesterday” e “A day in the life”.Além dos Beatles, produziu artistas como Earth, Wind and Fire, Linkin Park, Elton John, Celine Dion, Dire Straits, Sting, Rolling Stones e o tenor Jose Carreras.Falar desse genio musical chamado George Martin ou Sir George Martin condecorado pela rainha Elisabeth II, por valiosos serviços prestados, é um imenso prazer, agora é humanamente impossível de-se dizer tudo o que ele fez para a musica em apenas um Blog. Necessitaria-se de varios outros blogs para se conseguir escrever apenas um pouco da vida de George Martin. Gentilmente chamado de o quinto beatle, não a toa, pois devido a sua imensa participação junto aos quatro rapazes de Liverpool, e praticamente isso surgiu desde o principio da banda, e dividia isso com muita honra com o tambem genio (dos negocios) Byan Epstein.
Alguns meses apos eles terem sido rejeitados pela produtora Decca, eles estouravam nas paradas de sucessos britânicas com Love Me Do.
Foi um sucesso estonteante e que
 parecia  nunca ter fim, era um
 disco de ouro atras do outro.
George Martin acompanhava os quatro rapazes e mais Bryan, quando eles fizeram um ensaio musical para a gravadora Decca, em meados de 1961,   e tambem acompanhou a mesma ridicularizar e desprezar os rapazes alegando que eles eram ruins e que não conseguiriam nada na vida, agora Martin era um musico consagrado, que escrevia canções para diversos programas de tv britânicos, e que percebeu algo de diferente naqueles rapazes. Perguntado varias vezes sobre isso, mas tarde ele respondeu "Ora eles eram rapazes esforçados e tinha, talento, e eu me senti no lugar deles e muito humilhado ao ouvir aquela recusa da Decca". Eles póderiam simplesmente serem um pouco educados e dizerem " No momento nos não estamos fechando contrato com ninguem, mas voces são bons e ainda vencerão".
George Martin ouvia as canções  
e transformava os acordes sofisticados
 em simples melodias faceis de guardar.
Era um perfeccionista que transformava
 um som em uma suave melodia.
Sir George Martin, sua genialidade
 musical tambem ajudou diversas
 outras bandas de sucessos.
George Martin disse que essa humilhante recusa quem sabe tenha sido o grande estopim para fazer com os quatro e todos nos, simplesmente não aceitasse-mos aquilo, e enxerga-se-mos que poderia-mos desmentir aquele produtor e vencer-mos no mundo da musica sem a ajuda dele, e realmente foi o que aconteceu. Quem sabe se a Decca não tivesse rejeitado os rapazes, eles gravariam um long play, fazeriam algum sucesso, mas não seriam nem sombra do que foram, as vezes o ser humano precisa ser colocado aprova para demostrar todo o seu potencial, vai se saber. E desde essa epoca ele estava presente com os rapazes, nos momentos bons e tambem nos momentos ruins, e foi ele que decidiu tirar o baterista da banda Peter Best, ao considera-lo muito arrogante e rebelde, ao qual poderia desviar o foco dos outros.George Martin foi um sem duvidaum gênio musical de raríssimo talento, no convívio direto com os rapazes, ele pode verificar as extravagancias de Ringo Starr principalmente com vestimentas.
Ao ser convidado por John e Paul para 
produzir o disco Let It Be, ele falou que
 so faria se fosse como nos velhos 
tempos, e eles então toparam.
Let It Be,  ultimo disco produzido
 com os Beatles, pois logo em 
seguida eles se separariam.
Em 1996 ele se juntaria novamente
 aos rapazes (menos John Lennon) 
na produção do documentario
 Anthology, sobre os Beatles.
A pseudo liderança de Paul que não aceitava muito ficar relevado a um segundo plano abaixo de John, o genio quieto e ao mesmo tempo explosivo de George que falava pouco, mas quando abria a boca era decisivo em sua fala e principalmente dos trejeitos malucos de John que adorava imitar animais, mandou fazer um toca discos invertido para tocar alguns acordes ao contrario (inclusive alguns desses acordes foram utilizados em algumas canções como Strawbewrry Fields Forever, Tomorrow Never Knows, Sargeant Peppers Lonely Hearts Band, Revoluction 9, e varias outras), e fazia gestos e barulhos estranhos, ao qual George Martin rapidamente escrevia uma nota musical para aquele ruido estranho. Sem duvida alguma o empresario Bryan Epstein, e o maestro George Martin foram decisivos na carreira dos quatro rapazes de Liverpool,  e se não houvesse a presença deles quem sabe o que teria sido dessa que é considerada a melhor banda musical de todos os tempos The Beatles.
Fonte BBC.