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domingo, 26 de fevereiro de 2017

PSICOPATAS SÃO INCURÁVEIS!

Organizado, o psicopata prepara minuciosamente sua ação e só a comete quando e onde julga ideal. É impulsivo, mas não passional. Consegue administrar a tensão e o estresse, canalizando-os para a hora do crime. Em geral, procura humilhar, subjugar e causar dor. O tipo de crime depende do grau de psicopatia. Muitos cometem fraudes e estelionatos. Já outros optam pela violência  homicídios, estupros, sequestros e torturas. Após cometer o crime, tenta eliminar as provas de todo jeito. Muitos homicidas seriais esquartejam as vítimas para dar sumiço no corpo. Quando pego, ele nega categoricamente o crime. 
O elemento psicopata é um ser totalmente
 sociável, extremamente agradável, 
simpático e auxiliador, e consegue 
com isso embutir todo a sua maldade.
Para utiliza-la nos momentos corretos, 
onde sua vitima não tem mais
 como se defender ou fugir.
Ou começa a fingir: faz-se de louco, simula múltiplas personalidades. No processo, procura manipular todos, inclusive seu advogado e peritos. Tenta convencer o promotor, o juiz e a família das vítimas de sua inocência ou insanidade. Em geral, o psicopata pode seguir dois caminhos na Justiça brasileira. O juiz pode declará-lo imputável (tem plena consciência de seus atos e é punível como criminoso comum) ou semi-imputável (não consegue controlar seus atos, embora tenha consciência deles). Nesse segundo caso, o juiz pode reduzir de um a dois terços sua pena ou enviá-lo para um hospital de custódia, se considerar que tem tratamento.
Quem sabe um dos maiores assassinos 
seriais dos Estados Unidos e psicopata nato Theodore Robert Cowell ou como gostava de ser chamado "Tedy Bundy" que assassinou 54 mulheres, e foi executado na cadeira elétrica em 24/01/1989.

O psicopata prepara o seu caminho antes
 de sua ação criminosa, com muita
 frieza, estrema paciência, e finalizando
 tudo com uma crueldade ilimitável.
Muitos promotores brasileiros evitam a semi-imputabilidade, pois pode reduzir a pena. Além disso, quem vai para hospital de custódia em geral são criminosos diagnosticados com doença mental tratável, o que não é o caso da psicopatia. Como não há prisão especial para psicopata no Brasil, ele fica com os criminosos comuns. Por saber que a pena poderá ser reduzida caso se comporte bem, se passa por preso-modelo. Mas, por baixo dos panos, ameaça os outros presos, lidera rebeliões. Prejudica a reabilitação dos presos comuns, que passam a agir cruelmente para sobreviver. Mesmo décadas de prisão não bastam para “re-educar” o psicopata. Ele não se arrepende nem sente remorso. Uma vez soltos, 70% deles voltam a cometer crimes. A única coisa que ele aprende é evitar os erros que o levaram à prisão. 
Uma fera enjaulada dentro de um corpo 
normal, e que desperta com toda a 
 fúria e desprezo pela vida humana!

O cinema tem demostrado diversas 
variáveis psicopáticas, vinculadas 
aos seus perfis assassinos embutidos.
Noman Bates, personagem fictício e agradável gerente de hotel, incorpora fielmente essa característica psicopática, daquele ser muito atencioso e com segundas intenções.

Da próxima vez, agirá com ainda mais cuidado. A semi-imputabilidade é uma baita encrenca no Brasil, onde não existe prisão especial para psicopatas (como é o caso do Canadá). Colocá-los em presídios comuns prejudica a reabilitação dos outros presos  80% da população carcerária. E misturá-los com loucos em hospitais não faz sentido  a não ser que tenha também uma doença mental tratável. Portanto, para especialistas, o ideal seria julgar os psicopatas como semi-imputáveis e prendê-los em cadeias especiais. Lá, seriam acompanhados por profissionais especializados que determinariam sua possibilidade de sair e voltar à sociedade.
Fonte Dra Hilda Morana
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