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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

ENCERRADAS AS BUSCAS.

Um ano depois do desaparecimento do voo MH 370 da Malaysia Airlines, a indústria da aviação tenta desenvolver mecanismos que impeçam outro caso assim se repetir. A aeronave, um Boeing 777-200, sumiu com 239 pessoas a bordo em 8 de março do ano passado, 40 minutos depois de decolar de Kuala Lumpur a Pequim.É um dos episódios mais misteriosos da história da aviação. Os destroços jamais foram encontrados. As buscas continuam. Na sexta-feira, a Icao (Organização Internacional de Aviação Civil, na sigla em inglês), entidade ligada à Organização das Nações Unidas, disse pretender que, até 2016, os aviões tenham um sistema que informe a sua posição geográfica a cada 15 minutos; até 2021, a intenção é que o monitoramento seja a cada um minuto.
60 mil quilômetros de area marítima
 foram vasculhadas sem encontrar
 um minimo sinal da aeronave.
Equipamentos de ultima geração foram 
utilizados e nada foi detectado
 que pudesse levar ao avião.
A indústria da aviação entende que o voo 370 foi uma anomalia que provavelmente não se repetirá. O desaparecimento do Boeing 777 dificulta o principal objetivo de uma investigação de um acidente aéreo: evitar que outros aconteçam pelas mesmas razões. As buscas ocorreram (ja encerradas) no oceano Índico, em uma área de 60 mil quilômetros quadrados, a 1,8 mil quilômetros da Austrália, onde um grupo de investigadores que analisou as últimas transmissões acredita que o avião possa ter caído. Mais de 40% da área foi verificada; o perímetro, chamado de zona de buscas prioritária, será coberto em maio, num investimento de US$ 60 milhões. Imagine, então, alguém caminhar por uma área quase nove vezes maior do que a região metropolitana de São Paulo à procura de alguma coisa. 
Como pode um avião desse tamanho
 simplesmente desaparecer no ar?
As famílias ate hoje buscam respostas para
 esse desaparecimento que intriga a 
todos, sem exceção.
E agora imagine fazê-lo em águas de até 5 mil metros de profundidade."Temos um alvo muito pequeno numa área muito extensa", diz Dixon. "Um avião pode parecer grande quando alguém o vê no solo, mas em relação à area em que estamos procurando ele é bem pequeno." E a área de buscas é apenas parte do que se acredita ser a rota que o MH370 pode ter percorrido, o avião desviou do plano de voo original, entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China. Um erro mínimo nos cálculos pode simplesmente significar que os navios estão procurando pelo Boeing 777 no lugar errado. Mais um imenso mistério que intriga as autoridades aeroviárias do mundo inteiro,Suicídio do piloto. Falha mecânica. Sequestro. Ato terrorista. As hipóteses sobre o que aconteceu com o avião da Malaysia Airlines continuam a se multiplicar diariamente.
Uma pergunta que não quer
 calar, e desafia as autoridades
 a decifrarem esse imenso mistério.
Restam apenas aos familiares a triste 
lembrança de seus entes queridos. 
 A aeronave desapareceu no dia 8 de março de 2015 e se tornou um dos maiores mistério da história da aviação civil. Nem toda a tecnologia de hoje em dia foi suficiente para sabermos o que ocorreu com o avião. Quatro dias depois de a aeronave ter oficialmente desaparecido, as autoridades locais revelaram evidências de que o avião tinha voltado para o Estreito de Malaca e estava, portanto, no lado oposto da Península Malaia, onde deveria estar. Os investigadores sabem que o Boeing 777 mudou drasticamente de altitude, chegando primeiramente a 45 mil pés e, em seguida, caindo para cerca de 23 mil pés, e que a aeronave pode ter voado durante até seis horas após a última mensagem oficial recebida. Com essas informações, as equipes de investigação acreditam que a hipótese de falha catastrófica é um cenário altamente improvável e que a mudança de direção do avião foi intencional.
Fonte FOLHAPRESS.
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