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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

CAPÍTULOS DO TEMPO.

Imagine um amestrador ou melhor uma amestradora diferente, que criava e ensinava borboletas a realizarem malabarismos, dando piruetas  rabos-de arraia, e fazendo diversas manobras radicais pela sala, e imagine também depois de toda essa performance radical, um vilão muito mal-intencionado, conseguisse de uma forma totalmente inusitada e criminosa, invadir a mente desses insetos inofensivos, e injetar nelas,  uma vontade assassina, onde a partir disso, elas começariam depois de cada malabarismo espetacular, também assassinarem algumas pessoas minunciosamente escolhidas, utilizando para isso de diversas maneiras muito eficazes.
Delicadas borboletas, doutrinadas
 para matar pessoas, segundo o filme.
Essa é uma das cenas que eu assisti do filme do 007 Na Mira dos Assassinos com Roger Moore, tinha isso e muito mais, ainda não é a toa que a franquia criada por Ian Fleming seja uma das mais lucrativas de todos os tempos, é porque consegue de uma maneira muito criativa e fantástica prender o espectador, e isso não significa possuir grandes efeitos especias e tecnologia, mesmo quando do primeiro filme "Dr No, com Sean Conery" quando os computadores se pareciam com guarda-roupas de tão grandes, ja se podia verificar, uma grande visão futurista das historias, do carro que podia voar ou virar um submarino, de armas embutidas de grande potencial de fogo,  quedas de grandes alturas, e as saídas espetaculares através de para-quedas, etc.
As maquetes reproduzem fielmente 
o que sera utilizado no futuro.
Relembro uma historia do Alex Raymond, escritor e desenhista, criador de vários personagens em quadrinhos, e criador de Flash Gordon, quando em uma de suas historias do herói, ele havia contraído um tumor cancerigino (Flash Gordon), e pelas analises do doutor Hans Zargoff, apos biópisia do tecido atingido, constatou ser um tumor maligno altamente agressivo e o herói com apenas 32 anos de idade, teria pouco tempo de vida, quem sabe alguns meses, não mais do que isso, e então o doutor Zarkoff, ministrou um medicamento, na ultima tentativa de cura-lo do mal.
Existem muitas similaridades 
entre a ficção e a realidade.
E para isso receitou o nada mais nada menos do que o Interferon injetável  e em apenas poucas doses ele conseguiu verificar a regressão do tumor e em pouco tempo ja não existia mais nenhum vestígio da doença, agora você ate pode perguntar mais o que tem isso a ver? É bem simples, isso tudo ocorreu em um capitulo de uma historia de ficção cientifica em quadrinhos no ano de 1968, quando esse medicamento Interferon ainda era pura especulação, não se tinha nada conclusivo da sua eficacia nem contra resfriado, nem se cogitava usa-lo no combate ao câncer, principalmente de um tipo de câncer agressivo.
Flash Gordon, um herói da ficção, 
que foi curado do câncer pelo Interferon.
  E vindo de uma historia em quadrinhos da cura completa do personagem, onde tudo é possível, pois são imortais, e não morrem nunca,   mas a realidade pura disso foi que em 1995, a medicina começou a utilizar o Interferon no combate ao câncer  e constatou-se realmente sua grande eficacia contra essa doença, então isso foi uma visão futurista do autor da historia que via uma grande possibilidade de eficacia do medicamento  contrariando ate a própria medicina, que teve que se dobrar mais uma vez ao gênio futurista da ficção cientifica.
Interferon utilizado em tratamentos 
de tipos mais raros e agressivos de câncer.
E quando poderemos utilizar a ficção cientifica e tirar-mos proveitos dela, grandes exemplos de viagens estelares, maquinas voadoras, submarinas, foram escritas e deixadas a nós por verdadeiros gênios da ficção cientifica, como Gene Rodeberry, Julio Verne, H.G. Wells, e que saíram do papel, e provaram serem de grande utilidade ao nosso mundo, isso tudo começou com precisamente na era pré-histórica, com desenhos que foram feitos nas paredes das cavernas, e que em muitas vezes davam o sentido de aeronaves espaciais e de seres espaciais, mas quem realmente colocou isso no papel como um invento futurista, e quase foi parar dentro uma fogueira por causa disso foi o gênio Leonardo da Vinci.
Muita gente conhece da Vinci
 apenas pelas suas pinturas em quadros,
 mas ele foi um gênio acima do seu tempo.
Ele projetou de 1470 até meados de sua morte em 1519, diversos desenhos, que hoje foram aperfeiçoados e são largamente utilizados, como a ponte giratória  que são utilizados pelos Batalhões de Engenharia e Combate, do Exercito brasileiro, e também são utilizadas em casos de quedas de pontes, montadas pelos batalhões, ele projetou o planador com asas, feitos de material super leve, ao qual sua ideia seria que eles voassem sem nenhum tipo de propulsão, utilizando-se apenas das correntes termais, mas como ele possuía uma inteligencia e uma visão muito futurista e muito acima de sua época, ele enfrentou diversos problemas, por causa disso, e ate foi chamado de bruxo pela igreja católica  e só não foi parar dentro de uma fogueira por intervenção  direta do rei João II (rei de Napoles).
Fonte BBC.

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