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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

"ADEUS QUERIDA"!

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (31), por 61 votos favoráveis e 20 contrários, o impeachment de Dilma Rousseff. A presidente afastada foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal  as chamadas "pedaladas fiscais" no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional, mas não foi punida com a inabilitação para funções públicas. Com isso, ela poderá se candidatar para cargos eletivos e também exercer outras funções na administração pública. A posse de Temer na Presidência da República foi realizada as 16 hs,   no plenário do Senado. A decisão de afastar Dilma definitivamente do comando do Palácio do Planalto foi tomada na primeira votação do julgamento final do processo de impeachment. A pedido de senadores aliados de Dilma, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, decidiu realizar duas votações no plenário (decisão inconstitucional).
Um administrador com apenas 7% de
 aprovação, não pode administrar
 nem um boteco de esquina!
Uma presidente ao qual suas maiores 
obras estão localizadas em outros 
países, não merece ficar no cargo.
A primeira, analisou apenas se a petista deveria perder o mandato de presidente da República. Na sequência, os senadores apreciaram se Dilma devia ficar inelegível por oito anos a partir de 1º de janeiro de 2019 e impedida de exercer qualquer função pública. Na votação, 42 senadores se posicionaram favoravelmente à inabilitação para funções públicas e 36 contrariamente. Outros 3 senadores se abstiveram. Para que ela ficasse impedida de exercer cargos públicos, eram necessários 54 votos favoráveis. Segundo a assessoria do Supremo, ainda nesta quarta, oficiais de Justiça notificarão a ex-presidente e o presidente em exercício Michel Temer sobre o resultado do julgamento. Temer foi  empossado presidente da República  na quarta mesmo, em sessão do Congresso Nacional  realizada no plenário da Câmara. Já Dilma deverá desocupar em até 30 dias o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília, e terá reduzida para oito servidores sua equipe de assessores, seguranças e motorista.
A algum tempo a relação entre
 presidente e vice, se encontravam
 estremecidas diante de varios desmandos!
Na verdade o ex presidente da Câmara 
dos Deputados Eduardo Cunha, foi o 
grande carrasco de Dilma Roussef!
A autorização para a abertura do processo foi dada em 02 de Dezembro de 2015,  pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, no mesmo dia em que a bancada do PT decidiu votar pela continuidade do processo de cassação contra ele no Conselho de Ética. Em 12 de maio, o Senado decidiu afastar Dilma,  e Temer assumiu a Presidência interinamente. Desde então, o processo de impeachment passou a ser conduzido pelo presidente do Supremo.  O pedido de impeachment contra Dilma, apresentado pelos juristas Miguel Reale Júnior, Janaina Paschoal e Hélio Bicudo, apontou que ela cometeu crime de responsabilidade ao editar três decretos de créditos suplementares sem autorização do Legislativo e ao praticar as chamadas “pedaladas fiscais”, que consistiram no atraso de pagamentos ao Banco do Brasil por subsídios agrícolas referentes ao Plano Safra.
Dilma em sua estrema arrogância e excesso
 de preciosismo, resolveu comprar briga
 com o "poderoso" Eduardo 
cunha e pagou muito caro!
Essa foto diz tudo, quem verdadeiramente
 Dilma e o PT representam e idolatram!
O novo presidente Michel Temer agora tera
 que começar do zero absoluto e refazer 
o pais de fora a fora, senão ele sera
 o próximo a cair fora!
Segundo os juristas  e agora o Congresso  Dilma descumpriu a Lei Orçamentária de 2015 e contraiu empréstimo com instituição financeira que controla  o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. 
Aliados da petista e seus advogados argumentaram, ao longo de todo o processo, que Dilma não cometeu ilegalidade e que não houve dolo ou má-fé na abertura de créditos suplementares. Além disso, que as chamadas “pedaladas” não são empréstimos, mas prestações de serviços cujos pagamentos foram regularizados após orientações do Tribunal de Contas da União (TCU). 
A defesa da ex-presidente afirmou ainda que o processo de impeachment foi aberto como ato de “vingança” do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por não ter recebido apoio da bancada do PT para barrar o processo de cassação contra ele.

Fonte G1 Noticias.
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