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terça-feira, 19 de julho de 2016

TERRA DE ZUMBIS!

A internação compulsória de usuários de crack adotada pelo governo de São Paulo é vista como “o caminho a ser percorrido” por um dos médicos mais conceituados do país: Dr Drauzio Varella. Ele saiu em defesa da internação dos dependentes. A medida foi sancionada pelo governador Geraldo Alckmin no mes passado com o objetivo de conter o tráfico e o consumo de drogas, além de ajudar a salvar vidas. Na sua avaliação, o mecanismo vai ajudar a conter o problema no estado. Alckmin lembrou que nos últimos meses esteve na região da Cracolândia acompanhando o drama de quem vive essa triste realidade.
São pessoas de todas as idades que
 se encontram perdidos nesse mundo, 
necessitando urgentemente de uma mão amiga.
“Essas pessoas precisam por parte do governo, de uma ação enérgica que leve em conta a necessidade imediata de internação. Os jovens e adultos estão perdendo o rumo, o controle das suas próprias vidas e precisam dessa parceria real, que é exatamente o que o governador vem fazendo em São Paulo”, apontou nesta segunda-feira, Drauzio Varella confirma a posição correta adotada por Alckmin. “É nela que estamos apostando”. “Temos certeza que a internação obrigatória é o único caminho possível para mudar essa realidade”, completou.
Um ciclo vicioso do mal que cresce 
a cada dia aos olhos do mundo.
Para Varella, é preciso ter uma política nacional e uma legislação especifica, para definir as grandes diretrizes. De acordo com ele, cada cidade precisa criar estruturas locais de atendimento. “Nós perdemos muito tempo. Não fizemos campanhas educacionais, não trabalhamos as crianças. Agora todos ficam horrorizados. Temos que ter aulas nas escolas, aprender desde pequeno. Precisamos chegar antes da dependência”, acrescentou o médico. A medida faz parte de uma ação integrada do governo com o Ministério Público, o Tribunal de Justiça e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Uma equipe de saúde, ao abordar o usuário de crack, fará uma avaliação médica no paciente. Se for confirmado que a pessoa perdeu o domínio físico e psicológico, um juiz determina a internação compulsória.
Um assunto que ja deu muitas paginas 
de noticias, e nenhuma solução encontrada.
O Relatório Brasileiro sobre Drogas, publicado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), informa que o uso de entorpecentes é um dos maiores problemas de saúde pública enfrentados no Brasil. Dados do levantamento revelam que, na região Sudeste, 24,5% das pessoas já fizeram uso de algum tipo de droga em algum momento da vida. No Nordeste, o percentual é de 27,6%. Na região Norte, o índice fica em 14,4%, seguido da região Sul, com 14,8%, e do Centro-Oeste, com 17%.
Para o medico Dr  Drauzio Varella, essa é a unica solução a ser tomada pelo governo, pois os dependentes não possuem vontade própria.

O Brasil perdeu apenas para os Estados Unidos em número de usuários de cocaína em pó e crack em 2011. Foram 2,8 milhões de consumidores no país, contra 4,1 milhões registrados pelo primeiro colocado, segundo a pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisa de Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (Inpad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A informação é do site “Agência Brasil”.Segundo o site “Contas Abertas”, foram desembolsados no ano passado apenas 7% da verba do Fundo Nacional Antidrogas, vinculado ao Ministério da Justiça.

Sempre haverão aqueles que são

contra, mas a vida humana esta em primeiro lugar.


Estamos numa epidemia, quanto mais tempo passa, mais gente morre. Sempre faço uma pergunta nessas conversas: ‘Se fosse sua filha naquela situação, você deixaria lá para não interferir no livre arbítrio dela? Eu, se tivesse uma filha grávida, jogada na sarjeta, nem que fosse com camisa de força tiraria ela de lá”, diz o médico Drauzio Varella. Ate que enfim uma autoridade saiu de cima do muro e resolveu colocar a mão na massa para resolver essa terrível e dramática situação, muita gente falava, falava, mas não tinha atitude, infelizmente não existe outra coisa a ser feita a não ser isso, pois muitos dependentes, ja se tornaram escravos dos vícios e em sua vulnerabilidades, não possuem mais um domínio sobre a razão.
Somente quem tem um viciado na família 
sabe o tamanho dessa dor, abaixo uma
mãe que acorrentava o filho para que 
ele não se drogasse pelas ruas.

E no primeiro momento se convidado para se internar ele ate concorda, mas como não possuí mais nenhum domínio sobre sua mente, logo ele muda de ideia e não quer mais, e não podemos permitir que essas mesmas pessoas se destruam aos poucos as nossas vistas, temos que ajuda-los a saírem desse imenso precipício ao qual se encontram, e para isso deve-se ter uma atitude um pouco mais enérgica, pois junto de muitos doentes viciados crônicos  também se encontram muitos marginais que se escondem e aproveitam da situação para venderem drogas. E realizando isso o governo também poderá realizar uma reciclagem dos indivíduos  e conseguir através disto identificar os doentes dos marginais, e coloca-los em seus devidos lugares.
Fonte Folha de São Paulo.
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