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quarta-feira, 15 de junho de 2016

"EU ERA FELIZ E NÃO SABIA".

Os militares fizeram a Revolução Industrial no Brasil. O período de 1967 a 1979 foi marcado por construções faraônicas, obras que ainda hoje têm importância estratégica, validadas pela propaganda ufanista do “Brasil Grande”, e do “Ame-o ou deixe-o”. É inegável o avanço da infraestrutura que criaram a partir do nada, mas quando o general João Baptista Figueiredo saiu pelos fundos do Palácio do Planalto em 1985, encerrando o ciclo de governos militares no país, o cenário era irreconhecível: na esteira do desenvolvimentismo veio a estagnação econômica, a dívida externa e pesados impactos ambientais. Os presidentes militares criaram um modelo econômico que mudou o país. Autoritário e pragmático, esse padrão tecnocrata tinha o Estado como centro e a “eficiência técnica” como forma de administrar empresas estatais. O comandante da economia na época, o ministro da Fazenda Delfim Netto, conta que o desenvolvimentismo começou na década de 1950. “O Brasil é o país que mais cresceu em toda a América Latina até hoje. Crescemos 7,5% ao ano durante 32 anos.”O resultado prático foi que em 1964 o Brasil era o 45º PIB do mundo e, 21 anos depois, pulou para a 10ª posição. 
Inicio das obras da usina 
de Itaipu, no ano de de 1975.
Capaz de gerar 14.000 MWh, ja produziu
 ate hoje 2,3 bilhões de MWh, e sua
 energia fornece 15% de toda a 
energia consumida no pais.
A frase “O Brasil vai bem, mas o povo vai mal”, do presidente Emílio Garrastazu Médici, foi dita quando o PIB atingia 14% ao ano em plena campanha das grandes obras, mas o país se corroía em meio a aumento da desigualdade social e pobreza. Os militares promoveram uma entrada maciça de capital estrangeiro combinada com arrocho salarial, o que resultou em elevados índices de crescimento econômico e inflação baixa, colocando em prática a fórmula de Delfim Netto, de que era preciso esperar o bolo crescer para só depois dividi-lo. “Não se pode distribuir o que ainda não foi produzido a não ser tomando emprestado”, diz hoje Delfim, ao explicar a frase dos anos 70. Algumas das grandes obras do século 20 foram feitas no Brasil, e o ano de 1969 marcou o início com a Ponte Rio-Niterói, ainda a mais longa do Hemisfério Sul. Em 1974 veio a Hidrelétrica de Itaipu Binacional, a maior geradora de energia do mundo, à frente da chinesa Três Gargantas, e a Transamazônica.“A marca do regime militar e do capitalismo brasileiro era fazer uma propaganda ufanista com essas obras”, diz o historiador da USP Marcos Napolitano. 
O presidente do Brasil Ernesto 
Garrastazu Medici,  observando 
as obras da ponte Rio/Niteroi.
Hoje terminada e considerada uma
das maiores obras de infra 
estrutura do mundo moderno.
Em 1979, o Brasil triplicou a capacidade da indústria siderúrgica com o projeto Grande Carajás, numa área de 900 mil km², cerca de um décimo do território nacional. Os militares ainda começaram a implementar redes de metrô nas grandes capitais e ampliaram a malha rodoviária asfaltada de 3 mil para 45 mil quilômetros. Mas a ideologia do Brasil Potência teve seus tropeços. Um deles foi o polêmico projeto das usinas nucleares de Angra 1 e 2  hoje elas geram 1,57% da energia consumida do Brasil, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)  e da hidrelétrica de Balbina, de 1973, um monumento à estupidez idealizada na ditadura. Na época ela custou US$ 1 bilhão, inundou 2,36 mil km² de florestas nativas, criando um dos maiores lagos artificiais do mundo. Seu potencial energético é de meros 250 megawatts. Com pouco mais da metade da área do reservatório, Itaipu produz 56 vezes mais energia.A construção de Tucuruí, no Pará, em 1975, foi marcada por escândalos de corrupção e prevaricação. A obra desalojou comunidades, inundou enormes extensões de terra e destruiu a fauna e a flora locais. A usina é a quarta maior geradora de energia do mundo e, segundo a Eletronorte, foi feita para atender o polo mineral e metalúrgico do Pará.
Começo da construção da rodovia 
transamazônica em 1970.
Que foi abandonada pelos demais
 governos e hoje é apenas um 
caminho no meio da lama.
Está mais do que confirmado, inclusive por alguns participantes da luta armada, que a verdadeira intenção dos "resistentes", como alguns se intitulam, não era, apenas, derrubar o regime militar e sim implantar uma ditadura marxista-lenista. Se os militares não tivessem desfechado a Contra-Revolução em 1964,  uma  ditadura comunista estaria implantada no Brasil e estaríamos, até hoje, subjugados a um modelo ditatorial comunista, semelhante ao cubano, ou, no mínimo, estaríamos como a Colômbia, lutando, há mais de 40 anos,  contra uma guerrilha semelhante a que é mantida pelas Farc. Essa verdade não é revelada... Nega-se também que  a base do desenvolvimento do  país,  a infra-estrutura de hoje, foi criada e implantada durante o regime militar. Aproveitando o 46º aniversário da Contra -Revolução.  Terroristas não conhecem a palavra democracia, e suas lutas sanguentas são apenas para conseguirem o poder absoluto, e quando conseguem, dai então demostram suas verdadeiras caras demoníacas. Ou seja nossos militares do passado foram os nossos grandes herois, e devemos nossa liberdade social de hoje a todos eles.
Usinas Nucleares de Angra 1,2, e 
 tambem da epoca dos militares.
Essas obras se tornaram um verdadeiro
elefante branco devido a periculosidade
 dessa energia atômica e da manutenção 
periódica contra os efeitos ao meio ambiente.
Nos governos militares o Brasil teve uma infinidades de mega obras sociais, todas em pleno funcionamento, havia um estado de disciplina no pais, e não havia tanta violência como nos dias de hoje. A corrupção era tão pequena que nem se dava  muita importância para tal, o patriotismo era pungente, e aprendia-se nas escolas desde muito cedo a amar a sua Patria e ao seu pais, com uma escola com um ensino de qualidade e dinâmico. Onde desde cedo a criança aprendia a cantar o Hino Nacional e honrar essa Patria abençoada. A preocupação fundamental dessas escolas era o ensino solido e nada dessa tal teoria de gêneros, a criminalidade era baixíssima, quase desprezível, não haviam explosões de caixas eletrônicos e nem muito menos assaltantes nas ruas com armas de guerra. Cracolândias (ou terra dos viciados), esse projeto diabólico na era militar, ou seja, não existia nem o projeto disso, pois naquela época existia a penalização de vadiagem, onde ninguém poderia ficar em grupinhos nas ruas sem fazer nada. Pois existe a diferenciação entre desempregado e vagabundo, um desempregado e aquele que perdeu seu emprego e provisoriamente perambula pelas ruas a procura de uma outra colocação, mas agora vagabundo, é aquele que não trabalha e nunca vai trabalhar e fica nas ruas fazendo tudo que não presta.
Uma das grandes obras do governo PT 
é a transposição do rio São Francisco, 
as obras iniciadas em 2007, e para serem
 encerradas em 2012, mas que ja foram
 gastos mais de 8 bilhões e ate agora 
não existe previsão de termino dessa obra.
E a maior obra desse governo, a reforma
 absurda de um porto na cidade
 de Mariel em Cuba a fundo perdido!
 Enfim um pais sem disciplina e com  um governo inerte e corrupto, propicia-se a instalação de tudo o que não presta, e o nosso povo não merece um governo aproveitador que visa apenas encher os próprios bolsos de dinheiro sujo e que abandona todos os seus principios e compromissos sociais ao léu. O governo militar não foi o mais perfeito do mundo porem nessa epoca o povo podia sorrir e sair as ruas tranquilamente. Diferente dos dias de hoje, onde vivemos uma verdadeira guerra urbana, com o crime organizado mandando no pais de ponta a ponta. E mesmo quando estão presos, eles de dentro das cadeias ainda conseguem realizar esse comando, pisando nas leis e no Estado de Direito de uma forma avassaladora. Fazendo a população refém dentro de suas próprias casas. Sendo tudo isso efeito colateral de um governo improbe e corrupto, que não teve condições de oferecer nem o basico ao cidadão brasileiro, que merece muito mais do que essa baderna social. A saida desse governo foi oportuna e necessária para o bem do pais, que caiu em descredito total perante o mundo. Agora novamente estamos caminhando a passos rasos, e rumo a verdadeira democracia sem maquiações ou inversões de valores. Como dizia sabiamente o escritor Monteiro Lobato. "Um pais se faz com homens e livros". E eu acrescento um pouco mais.  "Um pais se faz com homens, livros, justiça e trabalho".
Fonte WIKIPEDIA.
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