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domingo, 15 de novembro de 2015

MUITO GRATIFICANTE.

Uma criança de dois meses que havia se engasgado enquanto mamava no peito da mãe foi salva por telefone com a ajuda de um bombeiro em Marechal Candido Rondon, no oeste do Parana, no fim da tarde de domingo (5). Desesperada, a mãe acionou o socorro pelo telefone 193 e foi orientada pelo sargento Jairo Kaiser a como proceder para que a bebê voltasse a respirar normalmente.“Recebemos a ligação às 18h22. A mãe estava desesperada, relatando que a filha estava roxa e que não estava respirando. Pedi que ela estendesse o braço, deitasse a criança nele com a cabeça para baixo e que então desse palmadinhas nas costas do bebê”, descreveu.
Por incrível que possa parecer, mas 
casos de crianças engasgadas são 
corriqueiros, e acontecem a todo momento.
O corpo de bombeiros possuí  pessoal 
altamente treinado e especialistas 
nesse tipo de ocorrência e conseguem
 salvar muitas vidas preciosas.
Mais emocionante do que o salvamento
 so mesmo o encontro com a criança.
 “Procurei acalmá-la e, enquanto passava as orientações por telefone, ela as repassava para a avó até que conseguiram desobstruir as vias aéreas da criança”, contou o sargento ao lembrar que ocorrências como esta são bastante comuns. Da chamada até a chegada da ambulância no local foram cinco minutos. “Mas com as orientações, a criança desengasgou em cerca de três minutos. Este tempo é precioso para salvar uma vida”, destacou ao lembrar que em maio uma criança de nove meses acabou morrendo nas mesmas circunstâncias porque os pais preferiram levá-la diretamente ao hospital sem antes telefonar para o socorro. 
Um momento muito especial, pois a
 criança é muito fragil e o tempo 
relativamente curto para a ação.
A experiencia na maioria das
 vezes fala mais alto e diversas 
crianças são salvas mesmo a distancia.
O desespero dos pais da lugar
 ao conhecimento e intromissão 
oportuna de salva vidas de verdade.
“Infelizmente, naquele caso, foi muito tempo até o socorro.”Ainda no domingo, a menina foi levada de ambulância até o hospital onde foi examinada e liberada em seguida. “Isso nunca tinha acontecido antes. Minha filha tem outros dois filhos rapazes, de 17 e 20 anos, e esta bebezinha. Graças a Deus o bombeiro ajudou a gente com as orientações até a ambulância chegar. Agora a Thauany, minha neta, está bem”, comentou a dona de casa Maria Joana Pereira.Casos de engasgamento, observou Kaiser, são bastante comuns, assim como os de hemorragia e de acidentes domésticos, entre outros. “É preciso lembrar às pessoas que todo bombeiro está apto a socorrer quem esteja passando por um caso de risco ou de emergência. Por isso, é fundamental que procurem esta orientação especializada antes de qualquer outra atitude”, reforçou.
Fonte G1 noticias.
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