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domingo, 2 de agosto de 2015

ENERGIAS ALTERNATIVAS.

O cenário de referência da World Energy Outlook (WEO 2000) projeta que a demanda por energia alternativa renovável crescerá 2,3% ao ano, ao longo das duas próximas décadas, portanto, acima do crescimento médio da demanda geral de energia. Excetuando-se a hidroelétrica, a demanda total crescerá em torno de 2,8% ao ano. Entretanto, esta projeção não prevê intervenções de externalidades no mercado, como políticas públicas ou pressões sociais.
Fontes de energia alternativa
O interesse despertado nos anos 90 para uso da biomassa como fonte energética elevou a sua oferta para 55 EJ, na virada do século. A tendência futura transparece nos inúmeros trabalhos de cenarização que apontam a biomassa com uma das principais fontes de energia do século XXI. Hoogwijk et al (2001) analisaram diversos estudos de cenários, dividindo-os em dois grupamentos principais: os cenários com foco na pesquisa (FP) e aqueles que são dirigidos para a demanda (DD). Nos diferentes cenários FP, o potencial da biomassa varia entre 67 e 450 EJ para o período 2025-2050. e para os DD de 28 a 220 EJ, no mesmo período. A participação da biomassa na matriz varia entre 7 e 27%.
O investimento da energia renovável no
 Brasil é quase zero, não existindo nenhum
 tipo de financiamento bancario para este setor. 
A biomassa aparenta ser a maior e a mais sustentável fonte de energia alternativa renovável, composta por 220 bilhões de toneladas de matéria seca anual (aproximadamente 4.500 EJ), pronta para uso energético (Hall & Rao, 1999). Outros autores reduzem o potencial efetivamente sustentável para cerca de 3.000 EJ, donde o valor médio observado nos cenários (270 EJ) é apenas marginal e constitui o que pode ser prontamente aproveitado, com custos competitivos, considerando as barreiras culturais e de portabilidade da energia.
Nos países em desenvolvimento, a bioenergia continuará a ser uma importante fonte na matriz energética. Sem as externalidades do mercado, a crescente urbanização e o aumento da renda per capita, fariam com que a demanda por outras fontes, que não as bioenergéticas, crescesse a taxas maiores. Como resultado, a participação da bioenergia tenderia a reduzir de 24% para 15%, até 2020.Grandes placas de captação de energia solar,com á energia retirada do sol, sem taxas ou tarifas mensais, por isso ainda são absurdamente muito caras, apesar da sua grande utilidade pratica e econômica, não existe interesse dos governos em seu investimento, por não gerar tributos aos mesmos,  (isso apenas no Brasil) Grande campo de painéis receptores para captação de energia solar.
Campos de painéis solares na Alemanha.
O Brasil possui sol e vento em demasia 
em todos os estados, mas não esta 
havendo por parte dos governos, interesse em 
se criar subsídios específicos para esta area.
As energias alternativas renováveis têm o potencial técnico de atender grande parte da demanda incremental de energia do mundo, independente da origem da demanda (eletricidade, aquecimento ou transporte). Há três aspectos importantes a salientar: a viabilidade econômica, a sustentabilidade de cada fonte e a disponibilidade de recursos renováveis para geração de energia, que variam entre as diferentes regiões do globo.
Campos específicos com ventiladores 
geradores, para captação da energia
 eólica, produzida pelos ventos.
De instalação e manutenção muito 
simples o aero gerador é 
o simbolo da criação de energia 
alternativa renovável.
Em varios paises do mundo, como Holanda, Suecia,
 Espanha, Alemanha, ja existem diversos campos para á 
extração da energia eolica dos ventos, o 
Brasil apenas esta engatinhando nessa areaAs regiões tropicais possuem forte incidência de radiação solar, enquanto as áreas planas, em especial as costeiras, apresentam maior potencial eólico. Já a energia geotérmica é mais abundante nas regiões com atividade vulcânica intensa. O lixo está disponível em qualquer lugar e tanto seu volume quanto o grau de concentração, aumentam com a urbanização. A principal discrepância ocorre na biomassa, onde poucos países dispõem de condições de ampliar a área de agricultura energética, sem competir com outros usos da terra, como alimentação, lazer, moradia, vias de transporte, reservas de proteção ambiental, etc.
Energias alternativas, painéis de captação 
da luz solar, que é uma energia renovável.
Aero gerador, transforma á energia eolica 
em energia eletrica com grande aproveitamento.
O lugar menos ensolarado do Brasil (Florianópolis) recebe 40% mais energia solar do que o lugar mais ensolarado da Alemanha”, compara o especialista Ricardo Rüther, do Laboratório de Energia Solar da Universidade de Santa Catarina(UFSC). Segundo ele, só em 2007, os alemães instalaram em seus telhados, na forma de paineis dolares, o equivalente ao que produz a usina nuclear de Angra 2 (1.200 megawatts). O país europeu é o pioneiro no incentivo ao uso da energia solar, com um programa federal que subsidia a produção. No Brasil, o uso da energia solar ainda se resume a aquecedores para água de chuveiro. O uso de sistemas fotovoltaicos para produção de eletricidade é bastante limitado. 
Existem inúmeras opções de energia, 
o que falta é o interesse politico.
Mas o potencial é enorme. “Se a área do lago de Itaipu fosse coberta com painéis solares, isso produziria mais do que o dobro da energia que é produzida pela via hidrelétrica“, afirma Rüther. No lugar dos atuais 25%, a usina produziria 50% da eletricidade consumida no Brasil.Um problema é o preço: a energia elétrica solar ainda custa cerca de dez vezes mais do que a energia elétrica convencional, segundo o pesquisador Enio Pereira, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais(Inpe). Outra é a escala: “O que teria de ser instalado em Itaipu corresponde a cerca de dez vezes o que já se instalou de painéis fotovoltaicos até hoje no mundo”, afirma Rüther.
Fonte BBC.
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