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sábado, 18 de julho de 2015

CIDADE BOMBA.

Os fogos de artifício, marca registrada do réveillon no mundo inteiro, têm um outro significado para uma pequena cidade em Minas Gerais. Em Santo Antonio do Monte são produzidos 96% dos fogos de artifício do Brasil.Os moradores estão mais que acostumados com esse tipo de espetáculo. Mas não deixam de se encantar. Uma herança cultural que deixa os adultos orgulhosos e fascina as crianças.Para fazer o que todo mundo gosta, praticamente toda a cidade se envolve. Dona Isabel nasceu numa família de fogueteiros. E começou a trabalhar nos galpões aos 8 anos de idade. Ela mostra registros da produção de fogos em Santo Antônio do Monte do século XIX. Desde então, as fabricas espalhadas por toda a região rural movem a economia da cidade.
Um espetáculo de rara beleza e
 que movimenta muito dinheiro.
O que seriam das noites de Reveilon
 sem as cores maravilhosas
 dos fogos de artificio.
É uma atividade que exige muitos cuidados. Para evitar o risco de curto-circuito, os funcionários contam apenas com a luz natural. Energia elétrica, nem pensar! Em alguns setores, o chão é coberto de água para não haver o atrito da pólvora com o piso ou calçados. Tudo artesanal. Santo Antônio do Monte abriga também o único centro tecnológico em pirotecnia da América Latina. No local, são verificadas a qualidade e a segurança dos fogos. “Caso o consumidor adquira o fogo de artifício, ele vire ele e caia alguma coisa de dentro do tubo, não compre este produto porque ele pode estar com com problemas e pode causar um acidente”, alerta Fábio Oliveira de Faria, técnico em química.
Uma fabricação artesanal e muito
 perigosa, ao qual qualquer 
descuido se tornara fatal.
Essa quantidade de fogos ja é o
 suficiente para explodir o galpão
 inteiro, com as pessoas junto.
Um engenheiro químico ensina como acender os fogos com segurança. “Você encaixa um foguete no outro, de forma que esse estopim fique do lado contrário do outro estopim, encaixa o terceiro, você vai estar acionando o fogo de artifício”, explica José Expedito do Amaral Júnior. O melhor mesmo é com o foguete apoiado numa base. É o que sugere a longa experiência de Seu Bené. Palavra de quem conhece o assunto. Afinal, boa parte do brilho do réveillon vem das mãos desse povo. Eu vi ontem uma reportagem na TV Band sobre esses locais onde se produzem fogos de artificio e fiquei de queixo caído ao ver como isso é feito.
Quando acontecem as explosões, 
muito pouco sobra dos galpões
 e das pessoas que trabalham.
Sem duvida alguma esse é um dos
 serviços mais perigosos do mundo,
 onde não pode haver a minima falha.
Pessoas fabricando esses fogos de artificio, trabalhando em pequenos galpões com tambores de 200 litros cheios ate o bico de pólvora. E tinha locais onde os trabalhadores ficavam com botas de borracha trabalhando num lugar de agua ate nas canelas, para não ter perigo de algum atrito com a pólvora, eles derramavam grandes quantidades de pólvora em cima de mesas e depois iam colocando essa pólvora nas embalagens, tudo muito artesanal e perigoso. Sabe quando que eu aceitaria trabalhar com uma coisa dessas...Mas é nunca! Estar ali no galpão com 200 quilos de pólvora, e entra um vaga-lume ali dentro ou então sai uma faísca e pronto ja era! Vai tudo para os ares. Coisa de louco isso!
Fonte TV Band.
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