Visualizações de páginas da semana passada

TODAS AS POSTAGENS DO BLOG

OBRIGADO PELA VISITA, SEJA BEM VINDO, ESPERO QUE GOSTE, VOLTE SEMPRE.
Loading...

Pesquisar este blog

domingo, 19 de abril de 2015

PAM REINOLDS.


O neurocirurgião Dr. Robert Spetzler, diretor do Instituto Neurológico Barrow, em Phoenix, Arizona,disse a essa mulher, de 35 anos, natural de Atlanta, Geórgia, mãe de três filhos, que para a operar teria de lhe parar o coração. Durante esse período, as suas funções cerebrais cessariam completamente. Para todos os efeitos clínicos, estaria morta durante alguns minutos.Depois de anestesiada, foram inseridos nos seus ouvidos cabos ligados a uma máquina que emitia sons rítmicos. O objectivo era medir as funções do tronco cerebral (que controla a audição e outras atividades involuntárias). Uma série de outros instrumentos mediam-lhe o ritmo cardíaco, a respiração, a temperatura do corpo e outros sinais vitais. Os seus membros foram imobilizados, e os olhos, lubrificados e colados com adesivo.Enquanto Spetzler ligava a serra cirúrgica para abrir o crânio da paciente, aconteceu algo que nenhum dos sofisticados instrumentos de monitorização pôde detectar: Pam Reynolds sentiu-se «saltar» do próprio corpo. Pairou  acima dos ombros do médico e pôs-se a observar a operação.
Pouquissimas pessoas conseguiram
 regressar dessa viagem, e contar 
os momentos que passaram.
Poucas pessoas possuem a capacidade
 de conhecerem seu perispirito.

 «Viu» Spetzler segurar um objeto que se assemelhava a uma escova de dentes eléctrica. Uma voz feminina queixou-se de que as veias da paciente eram estreitas demais. Pam teve a impressão de que estavam a preparar-se para lhe operar a virilha.Isso não podia ser verdade, pensou para consigo. Tratava-se de uma operação ao cérebro. Pam partiu do princípio de que o que estavam a fazer-lhe no interior do crânio lhe provocara alucinações. Mas, embora os seus olhos e ouvidos estivessem efetivamente tapados e selados, o que ela vira e ouvira estava efetivamente a acontecer. A serra cirúrgica assemelhava-se a uma escova de dentes eléctrica. Os cirurgiões estavam realmente a trabalhar na sua virilha, através da qual introduziram cateteres, que ligaram o seu coração a um ventilador.Spetzler deu ordem para que a paciente fosse posta em «paragem» o seu coração foi parado e todo o sangue drenado. De acordo com todas as leituras, com todos os instrumentos, a vida abandonou o corpo de Pam Reynolds.
Com um tunel muito iluminado no
 fundo, e com seres astrais do outro lado.
Pam Reinolds nos apresentou
 uma experiencia repleta de 
detalhes sobre visões extra corpo.
 E ela deu por si a viajar ao longo de um túnel em direcção a uma luz. Na extremidade do túnel encontrou a avó, que já morrera havia muito, e alguns outros parentes. O tempo pareceu parar. Então, um tio levou-a de volta ao seu corpo e disse-lhe para regressar. Foi como dar um mergulho em água gelada. Quando recuperou a consciência, Pam contou a Spetzler tudo o que vira e vivenciara.Dez anos mais tarde, o Dr. Spetzler ainda não sabe que pensar do relato de Pam Reynolds; nem entra em especulações. «Isso está muito para lá da minha área de especialidade.» Hoje em dia, os progressos da medicina permitem aos médicos a ressuscitação de pessoas que há tempos teriam sido consideradas clinicamente mortas. Com efeito, a medicina, as intervenções cirúrgicas e a capacidade de monitorizar os sinais neurológicos mais débeis empurraram para mais longe o limiar da morte. O que ninguém previu foi o grande número de pacientes que recuperariam com histórias parecidas com a de Pam Reynolds: narrativas de experiências extracorporais, viagens por túneis e encontros com anjos ou entes queridos já falecidos. Esse fenômeno foi rotulado de experiência de quase morte (EQM). A princípio, quase todos os médicos ignoraram esse tipo de relatos. 
Um caminho que levara a algum lugar,
 mas que se torna um misterio indecifravel, 
pois poucas pessoas conseguem vivencia-la.
Um misterio que nos envolve e que
 poucos de nos conseguimos entende-lo.
A explicação médica convencional era de alucinações provocadas por alterações no cérebro moribundo. Essa interpretação punha, porém, um problema: alucinações dessas só poderiam ocorrer se se mantivessem algumas funções cerebrais. A partir do momento em que o electroencefalograma não acusa mais do que uma linha recta, o cérebro estaria sensivelmente nas mesmas condições que um computador com a corrente desligada e os circuitos isolados. Não poderia nem ter alucinações, nem fazer fosse o que fosse. O aparente paradoxo da ocorrência de percepções em casos de EQM, quando não existe um cérebro funcional para as apreender, deixou cientistas, teólogos e pessoas comuns em busca de respostas. Se as teorias científicas habitualmente aceites sobre vida, morte e consciência estiverem correctas, esse tipo de experiências não devia, pura e simplesmente, acontecer. Razão por que há quem argumente que a ciência tem de admitir a possibilidade de que as EQM sejam uma prova da existência da alma.Outros continuam cépticos. Pedi a uma investigadora britânica, a Dr.ª Susan Blackmore, um parecer sobre a EQM de Pam Reynolds. «Se o caso que descreve é verdadeiro», respondeu Blackmore por correio eletrónico, «toda a ciência teria que ser reescrita».
A vida não termina no caixão 
como muitos imaginam, existe algo 
muito mais profundo e divino apos isso.
Diversas experiencias de pessoas
 contam sobre uma flutuação acima 
do corpo, e com visões extraordinárias.
Agora alem dessa extraordinária experiencia de pós morte, tambem houve uma situação que poucas pessoas conhecem, quando foi detectado o aneurisma cerebral em Pam Reinolds, os medicos tinham pouquíssimo tempo para agirem, pois o bombeamento automático feito pelo coração, criaria uma inchação no local da aneurisma, sendo que poderia haver uma explosão na arteria, causando uma hemorragia cerebral, que causaria a sua morte instantânea devido a esse trauma gravíssimo, porem os médicos para que não houvesse a morte dela, então resolveram mata-la antes que ela morresse, da para entender essa situação? O tratamento utilizado pelos medicos para salva-la, a deixaram em um estado de pseudo morte, para que não houvessem riscos de hemorragia cerebral, então teoricamente ela morreu e logo em seguida foi ressuscitada, quando seu sangue foi recolocado em seu corpo com a temperatura normal, e aos poucos ela foi recobrando a consciência e voltou a vida e teve a oportunidade de testemunhar sua experiencia pos morte.
Fonte Vida Apos a Morte.
Postar um comentário