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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

ABUSO DE AUTORIDADE EXPLICITO.

O juiz Marcelo Testa Baldochi, da comarca de Senador La Rocque (a cerca de 650 km de São Luís, vizinha a Imperatriz), no Maranhão, deu voz de prisão a três funcionários da empresa aérea TAM, após chegar atrasado para o embarque a Ribeirão Preto, em São Paulo, e ser impedido de entrar na aeronave. O episódio ocorreu na noite do último sábado no aeroporto Renato Cortez Moreira, em Imperatriz, e foi gravado num celular por uma pessoa que estava presente no guichê da TAM.
Essa situação ja esta começando a virar
 rotina nas grandes cidades, um dia desses
 um outro juiz totalmente errado em sua 
postura, deu voz de prisão a uma agente 
de transito que cumpria o seu dever legal.
O juiz Dr Marcelo Testa Baldochi, 
passou por cima de todos os
 procedimentos de segurança da
 empresa e prendeu os funcionários.
“Quietinho. O senhor está presinho, não sai daqui. Pra aprender a respeitar”, pode-se ouvir o magistrado dizer a um atendente da empresa aérea. “E o senhor também”, diz o juiz a outro funcionário que supostamente tenta intervir a favor do colega. A Polícia Militar foi chamada e conduziu três funcionários apontados pelo juiz ao Plantão da 10ª Delegacia Regional de Imperatriz. O delegado Regional Francisco de Assis Ramos ouviu os funcionários e os liberou em seguida. Segundo ele, os funcionários foram conduzidos sob a acusação de “desrespeitar o Código do Consumidor”, mas não foram mantidos presos porque “a parte acusadora, o juiz, não compareceu à delegacia”.
Uma situação que era exclusiva 
de policiais, agora tambem ja são 
utilizados por alguns juizes.

Existem os procedimentos normais
 de segurança que não podem serem
 burlados nem pelo presidente da republica!
O vídeo gravado no guichê da TAM foi divulgado em alguns portais maranhenses. Em nota, a TAM informou que a que “segue todos os procedimentos de embarque regidos pela Legislação do setor” e que “está colaborando e prestando todos os esclarecimentos às autoridades”.O GLOBO apurou que um dos funcionários conduzidos à polícia disse a colegas de trabalho que se sentiu “humilhado” pelo juiz, já que os procedimentos de embarque já haviam sido encerrados. Apenas cumpri as normas da empresa e da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), não autorizando ninguém a entrar na aeronave após o fechamento das portas da sala de embarque  disse um dos funcionários.
A lei é para todos e os juizes são
os primeiros a terem que 
respeita-las rigorosamente!

Ele em um passado recente foi
 vitima de agressão por um
 flanelinha a pauladas.
No Guia do Passageiro, elaborado pela Anac, “todo passageiro deve se apresentar para o check-in no horário estipulado pela companhia aérea”, ou seja, em geral com ao menos uma hora de antecedência. O juiz Gervásio Protásio dos Santos, presidente da Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA), afirmou que não compactua com a atitude do juiz Marcelo Baldochi, atitude que, segundo Protásio, “só denigre a magistratura”.Ele afirmou, ainda, que vai “pedir à Corregedoria do Tribunal de Justiça do Maranhão a apuração do caso”. O GLOBO não conseguiu contato, nesta segunda-feira, com o juiz Marcelo Testa Baldochi.
Alguns meritíssimos juízes estão 
deixando as repartições fechadas, 
e começando a agirem como policia!
grande diferença entre o caso da
 agente e esse caso é que dessa vez o
 Tribunal de Justiça do Maranhão 
repreendeu e foi contra esse abuso do juiz.
O magistrado já foi acusado pela fiscalização do grupo móvel do Ministério do Trabalho, em 2007, de se utilizar de 25 trabalhadores em situação degradante (análoga à escravidão) numa propriedade sua a Fazenda Pôr do Sol, em Bom Jardim (MA). Em 2011, Testa Baldochi foi condenado pela Justiça maranhense a indenizar em R$ 31 mil quatro desses trabalhadores.Em dezembro de 2012, o juiz foi agredido a facadas e pedradas por um flanelinha, a quem não aceitou dar dinheiro, na saída de uma pizzaria, em Imperatriz.
Fonte O Globo.
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