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sábado, 20 de março de 2010

DOI MAIS EM MIM... DO QUE EM VOCE

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Mãe acorrenta filho usuário de drogas em Quixadá




Menor viciado em maconha e crack fica preso numa grade até a chegada de conselheiros tutelares em Quixadá

Quixadá. A auxiliar doméstica Maria Francilene Soares de Almeida, 35 anos, tomou uma atitude desesperada para livrar o filho das drogas. Ela acorrentou o menor de 15 anos, F.D.S., a uma grade, na creche transformada em abrigo para a família. Não suportava mais ver o mais velho de quatro irmãos consumindo crack pelas ruas de Quixadá. Para sustentar o vício, além de levar pequenos objetos de casa, ele já estava se envolvendo com traficantes. “A alternativa que tive foi acorrentá-lo”, desabafou.

Mãe acorrenta filho viciado em drogas no quintal de casa

Desesperada com a situação do filho Luiz Henrique Marques de Aguiar, 23 anos, a dona de casa Sueli Aparecida Marques Aguiar decidiu acorrentar seu filho no fundo do quintal, em Presidente Prudente (SP), para chamar a atenção das autoridades e evitar o contato do jovem com as drogas. A decisão de Sueli ocorreu nesta quarta-feira.
A dona de casa prendeu o filho com uma corrente por um dos tornozelos, amarrando a outra extremidade no pilar de sustentação da casa. A mãe contou que o filho cursava Administração de Empresas, quando se envolveu com entorpecentes há cerca de três anos. Depois de passar a depender das drogas, Luiz Henrique abandonou os estudos. Sueli contou que o filho consome por dia duas latas de cola de sapateiro, benzina e outros solventes, além de várias pedras de crack.
"Ele acabou com a nossa família. Minha mãe tem 83 anos e já teve até um derrame por conta dessa situação. Meu filho já vendeu tudo o que possuíamos. Começou com eletrodomésticos, depois vendeu botijões de gás, móveis e tudo o que conseguia levar. Depois fez o mesmo na casa da avó. Agora não temos mais nada. E ele está vendendo até as roupas do corpo para comprar droga", lamentou.
O jovem passou por um tratamento e permaneceu afastado das drogas por mais de um ano, porém, teve uma recaída e ficou pior que a primeira vez. A mãe afirmou que a família já solicitou junto ao Ministério Publico uma intervenção para internar o rapaz para tratamento, mas que até o momento não obteve respostas.
"Não temos mais onde pedir socorro, não sabemos mais o que fazer, então decidimos pedir auxilio da mídia para mostrar essa omissão de socorro por parte das autoridades. A saída que tivemos foi de acorrentá-lo e expor a situação, mostrar nosso desespero e pedir uma ajuda a quem puder nos amparar diante desta situação", desabafou a mãe.

Luiz Henrique foi acorrentado para evitar que entrasse em contato com as drogas Foto: Jorge Santos/Divulgação
Para que o filho, Bismarque Gomes, de 21 anos, um dia não tenha algemas nas mãos, Marinete Gomes, moradora em Campos, no Norte Fluminense, decidiu acorrentá-lo pelos pés no quarto onde dorme. Bismarque, segundo ela, é viciado em crack e é desta forma, com uma abstinência forçada, que Marinete tenta livrá-lo da droga depois de tê-lo internado em várias instituições para dependentes químicos, sem sucesso.

SÃO PAULO - Em um ato de desespero, a cozinheira Ivanilde Santos, de São José dos Campos, a 97 km de São Paulo, prendeu o filho em casa, usando corrente e cadeado. Ela batalha há três anos para ajudá-lo a se livrar das drogas. 




Os ferimentos nas mãos e nas pernas do adolescente, de 13 anos, foram provocados pela agressão de vizinhos, cansados das atitudes do menor. Segundo a mãe, ele tentou assaltar casas no bairro Campo dos Alemães, região sul da cidade, e também já teria roubado a própria família para conseguir dinheiro e comprar drogas


Doméstica mantinha adolescente, usuário de drogas, acorrentado durante todo o dia.




Ela teria dito aos policiais que teme que o filho, de 17 anos, seja morto por 
traficantes.

Foto: Reginaldo Pereira
Uma mãe acorrentou o filho de 16 anos, à cama em Caxias do Sul (RS). Ela disse que acorrentou o filho para tentar livrá-lo das drogas. Segundo ela, o adolescente é usuário de crack e já fugiu várias vezes de uma clínica de recuperação onde havia sido internado. Segundo ela, se acharem que deve ir presa, ela irá, o que quer ver é seu filho vivo, estudando e trabalhando.
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acorrentadoUm menino de apenas 10 anos vive acorrentado pela própria mãe que não encontra solução para o menino parar de usar drogas. Ela trabalha como faxineira em Santa Rita, mas há mais de um mês não está podendo trabalhar porque passa 24 horas por dia vigiando o filho, que tem ficar acorrentado em casa por causa do vício em maconha, cola de sapateiro e solvente.
Mãe acorrenta filho dependente químico para evitar que ele roube por João Varella.
Mãe mostra as correntes usadas para prender o próprio filho.

Maria* saiu para trabalhar acorrentada ao filho Ângelo*, de 14 anos. Esta foi a alternativa encontrada pela catadora de papel para lidar com a dependência química do filho. “Ele já roubou tudo aqui de casa: roupa de cama, talheres, panelas. Prefiro acorrentar antes que ele comece a roubar dos outros”, afirma Maria, que tem 55 anos. A catadora atualmente cozinha em latas, enquanto junta dinheiro para comprar uma panela.

São tantos os casos de adolescentes que estão dominados pelo vicio das drogas que seria necessário mais de um blog para publica-los, tudo isso deve-se a esses demônios traficantes, que aliciam os menores ainda criança.
Dando  a eles de graça,  uma porção da droga para experimentarem, no intuito de os viciarem no mal, e quando eles então ja se encontram dominados pelo vicio, esses bandidos mostram as suas garras.
Levando com isso as familias ao total desespero, por não conseguirem mais ter o controle sobre o filho.

E as entidades sociais, Conselho Tutelar, Prefeitura Municipal, Governo do Estado, Fundação Casa,  todas elas juntas serão incapazes de resolver esse enorme prejuizo causado por esse marginal.
Essas pessoas que ficam penalizadas com um preso sofrendo em uma cadeia super-lotada, deveriam se aprofundar mais nesse assunto e á partir dai começarem á enxergar á verdadeira historia da arvore genealógica do mal e suas raízes e galhos diabólicos, o que o preso sofre na cadeia ainda é muito pouco por todo o mal que ele produz na sociedade, destruindo diariamente milhares de familias com o seu produto do inferno.

Á mãe o acorrentou para que ele não tivesse um desses destinos no futuro
Que atire á primeira pedra quem tiver coragem de condenar uma dessas mães, que em um puro e ultimo gesto de amor, trancafiou o filho em correntes para que ele quem sabe possa ainda ter uma chance de ter uma vida comum como as demais pessoas do mundo.
E  todos aqueles que ficam com sua demagogia barata e sem princípios, defendendo vagabundos ordinários que parasitam nossa sociedade, destruindo o futuro do nosso pais que são as crianças; terão á consciência limpa e conseguirão ter uma boa noite de sono pelo dever cumprido ao verem o futuro do nosso pais , aos poucos ser destruído por esses criminosos asquerosos, que eles defendem.

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