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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

DIRETORES CINEMATOGRAFICOS



Franco Zeffirelli

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Franco Zeffirelli (Florença12 de fevereiro de 1923), nome 
artístico de Gianfranco Corsi, é um cineasta italiano
Também foi cenógrafo e diretor de teatro, tendo alcançado 
o sucesso nos anos cinqüenta, montando óperas líricas.
É também um político, tendo sido eleito senador (1996 a 2001)
 por Catânia, filiado ao partido Força Itália.

Realizou depois diversos filmes, entre os quais
 se destacam The Taming of the Shrew (1967; A 
megera domada), com Elizabeth Taylor e Richard Burton;
 Romeo and Juliet (1968; Romeu e Julieta), Brother Sun, 
Sister Moon (1973; Irmão Sol, irmã Lua) e Jesus of Nazareth
 (1976; Jesus de Nazaré), produzido originalmente para 
a televisão. Fez dois filmes em Hollywood -- The Champ
 (1979; O campeão) e Endless Love (1981; Amor sem fim)
 --, mas suas incursões cinematográficas mais notáveis 
na maturidade foram as versões de I pagliacci (1981), 
ópera de Leoncavallo; e La Traviata (1982) e Otello (1986),
 obras-primas de Verdi.





Dino De Laurentiis




Dino De Laurentiisnome artístico de Agostino De Laurentiis (Torre Annunziata8 de agosto de 1919), é um produtor de cinema italiano, entre os mais famosos do mundo


Outros Membros


Produtor





Dino De Laurentiis (1)

 
Outros MembrosProdutor


Nasc: 08/08/1919 (90 anos)
Nome de Nascimento: Dino De Laurentiis
Cidade: Torre Annunziata, Campania
País: Itália
Biografia
Um produtor muito especial

Por Alfredo Sternheim

Em 1965 no Festival de Cinema do Rio de Janeiro,
 o diretor Marco Vicario (de ''As Horas Nuas'' e
 ''Sete Homens de Ouro'', entre outros) me recebeu
 na hora marcada para uma entrevista exclusiva,
 no bar do Hotel Excelsior. Ao seu lado, um senhor
elegante e de óculos que tinha acabado de chegar
 à cidade e a quem fui apresentado: Dino De
 Laurentiis. Fiquei surpreso, emocionado de estar
 diante de tão importante figura. Mas Vicario em
 nome do comp... 
Mais...



Francis Ford Coppola

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Francis Ford Coppola.
Francis Ford Coppola (Detroit7 de Abril de 1939) é um produtorguionistarealizador e actor norte-americano.
É pai de Sofia Coppola, também cineasta, e tio de Nicolas Cage, ator.

Índice

 [esconder]

[editar]De 1939 a 1960

Nascido em Detroit em 1939 numa família ítalo-americana, Coppola
 cresceu no bairro de Queens em Nova Iorque, para onde a família
se mudou após o seu nascimento.
O pai, Carmine Coppola era músico e compositor (uma canção sua
 surge em Tucker: Um Homem e o Seu Sonho, 1988) e a mãe atriz.
Quando tinha nove anos contraiu poliomielite.

[editar]De 1960 a 1978




Filmografia

Diretor
AnoOriginalBrasilPortugal
1963Dementia 13Demência 13
1966You're a Big Boy NowAgora Você É um HomemUma Segunda Juventude
1968Finian's RainbowO Caminho do Arco-íris
1969The Rain PeopleCaminhos mal traçados
1972The GodfatherO Poderoso ChefãoO Padrinho
1974The ConversationA ConversaçãoO Vigilante
The Godfather Part IIO Poderoso Chefão IIO Padrinho: Parte II
1979Apocalypse NowApocalypse NowApocalypse Now
1982One from the HeartO Fundo do CoraçãoDo Fundo do Coração
1982Hammett
(não creditado)
1983The OutsidersVidas Sem RumoOs Marginais
Rumble FishO Selvagem da MotocicletaJuventude Inquieta
1984The Cotton ClubCotton ClubCotton Club
1986Captain EOCaptain EO
Peggy Sue Got MarriedPeggy Sue, Seu Passado a EsperaPeggy Sue Casou-se
1987Gardens of StoneJardins de PedraJardins de Pedra
1987Faerie Tale Theatre: Rip Van Winkle
1988Tucker: The Man and His DreamTucker, Um Homem e o Seu SonhoTucker, Um Homem e o Seu Sonho
1989New York StoriesContos de Nova YorkHistórias de Nova Iorque
1990The Godfather Part IIIO Poderoso Chefão IIIO Padrinho: Parte III
1992Bram Stoker's DraculaDrácula de Bram StokerDrácula de Bram Stoker
1996JackJackJack
1997The RainmakerO Homem que Fazia ChoverO Poder da Justiça
2000SupernovaSupernova
2007Youth Without YouthYouth Without Youth
2009Tetro
Roteirista
AnoFilme
1963Dementia 13
1966This Property Is Condemned
Is Paris Burning?
You're a Big Boy Now
1969The Rain People
1970Patton
1972The Godfather
1974The Great Gatsby
The Conversation
The Godfather Part II
1979Apocalypse Now
1982One from the Heart
1983Rumble Fish
1984The Cotton Club
1986Captain EO
1989New York Stories
1990The Godfather Part III
1997The Rainmaker
2007Youth Without Youth
2009Tetro
-Mirror
-Megalopolis
-Descent

[editar]Premios e nomeações

Ganhou o Óscar de Melhor Realizador, por O Poderoso Chefão II
 (1974). Recebeu ainda três nomeações nesta categoria,
 O Poderoso Chefão (1972), Apocalypse Now (1979) e
 O Poderoso Chefão III (1990).
Ganhou o Óscar de Melhor Argumento Adaptado por duas
 vezes, por O Poderoso Chefão (1972) e por O Poderoso
 Chefão II (1974), dividindo sempre o prémio com Mario Puzo.
 Foi ainda nomeado nesta categoria por outras 2 vezes: por
 Patton: Rebelde ou Herói? (1970) e por Apocalypse Now (1979).
Ganhou o Óscar de Melhor Filme como um dos produtores de
 O Poderoso Chefão II (1974). Foi ainda indicado nesta
 categoria por outras quatro vezes: Loucuras de Verão (1973),
 A Conversação (1974), Apocalypse Now (1979) e O Poderoso
 Chefão III (1990).
Recebeu uma nomeação ao Óscar na categoria de Melhor 
Argumento Original, por A Conversação (1974).
Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Realizador por duas vezes:
 em 1972, por O Poderoso Chefão, e em 1979, por Apocalypse 
Now. Foi ainda nomeado nesta categoria por O Poderoso
 Chefão II (1974), A Conversação (1974), Cotton Club (1985) 
e O Poderoso Chefão III (1990).
Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Argumento por O Poderoso
 Chefão (1972), juntamente com Mario Puzo. Foi ainda nomeado 
nesta categoria por O Poderoso Chefão II (1974), A Conversação 
(1974) e O Poderoso Chefão III (1990).
Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Banda Sonora em 1979, por 
Apocalypse Now.
Ganhou a Palma de Ouro por duas vezes, no Festival de Cannes
por A Conversação (1974) e por Apocalypse Now (1979).
Ganhou em 1992 um Leão de Ouro concedido pela sua carreira.

[editar]Ligações externas



Foto: AP/AP

James Cameron usou a língua nativa dos personagens para agradecer (Foto: AP)



Quinta-feira, 28/01/2010, 08:42h Tamanho do Texto: - A + A
“Avatar” ultrapassa “Titanic” e bate recorde
Lançado mundialmente no dia 18 de dezembro, o longa “Avatar’’, do diretor James Cameron, atingiu ontem a marca de US$ 1,859 bilhão e se tornou a maior bilheteria da história do cinema, deixando para trás “Titanic’’, do mesmo diretor. Estrelado por Leonardo Di Caprio e Kate Winslet, o longa de 1997 teve bilheteria de US$ 1,843 bilhão.

Com orçamento de cerca de US$ 500 milhões, “Avatar” narra a batalha entre os humanos e o povo na”vi pelo domínio do planeta Pandora.

Filme mais comentado da temporada, “Avatar’’ concorre em sete categorias no Bafta -considerado o Oscar dos ingleses- e ainda está cotado para receber indicações ao Oscar. A lista dos indicados será divulgada em 2 de fevereiro.

OS CAMPÕES

1º - “Avatar (2009), de James Cameron - US$ 1, 859 bilhão

2º - “Titanic” (1997), de James Cameron - US$ 1,843 bilhão

3º - “O Senhor dos Anéis: o Retorno do Rei (2003)”, de Peter Jackson - US$ 1,119 bilhão

4º - “Piratas do Caribe: o Baú da Morte (2006)”, de Gore Verbinski - US$ 1,066 bilhão

5º - “Batman, o Cavaleiro das Trevas (2008)”, de Christopher Nolan - US$ 1 bilhão

6º - “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), de Chris Columbus - US$ 974 milhões

7º - “Piratas do Caribe: no Fim do Mundo (2007)”, de Gore Verbinski - US$ 961 milhões

8º - “Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007)”, de David Yates - US$ 938 milhões

9º - “Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009)”, de David Yates - US$ 934 milhões

10º - “O Senhor dos Anéis: as Duas Torres (2002)”, de Peter Jackson- US$ 925 milhões
TIM BURTON







Tim Burton vai presidir o júri do Festival de Cannes

Plantão | 26/01 às 10h05 AP



tim burton / reuters
PARIS - O cineasta americano Tim Burton vai presidir o júri do Festival de Cinema de Cannes deste ano. O diretor de "Edward Mãos-de-Tesoura" e ''A fantástica fábrica de chocolate'' afirmou que liderar o grupo de nove membros do júri em maio é "uma grande honra".
Os organizadores do festival da Riviera Francesa fizeram o anúncio nesta terça-feira através de um comunicado com uma declaração de Burton, que dizia: ''Depois de passar o início da minha vida assistindo sessões triplas e maratonas de 48 horas de filmes de terror, finalmente estou pronto para isso''.
O 63º Festival de Cannes acontece de 12 a 23 de maio. O restante dos membros do júri será anunciado futuramente.



Antes da entrada da mostra, o visitante se depara com um painel que lhe oferece uma cronologia da obra de Burton
VISUAIS

O fabuloso mundo de Tim Burton

Exposição no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) reúne desenhos, pinturas, croquis, figurinos, objetos de cena, animações e curtas-metragens do cineasta norte-americano
Publicado em 24/01/2010 | PAULO CAMARGO

Nova York - A fila para comprar ingressos para a exposição do cineasta (e artista plástico) Tim Burton no Museu de Arte Moderna (MoMA), em Nova York, desanima. Ainda mais sob uma gélida temperatura de 10º C negativos. Começa em frente à bilheteria, no interior do prédio, avança pela calçada da Rua 53 Oeste, dobra a esquina e se estende pela 6.ª Avenida. Mas muitos dos que se animam a acordar cedo, vestir ceroulas, suéteres, casacos, gorros e luvas, tudo em camadas, já parecem ser, de certa forma, coadjuvantes do evento. E constituem uma atração à parte: os passantes, curiosos, param para olhar, indagam o que está acontecendo, por que uma fila tão longa.
Espera, ansiosa, mas em ordem, gente de todo o mundo, da Índia à Argentina, da Itália à Austrália, falando vários idiomas ao mesmo tempo, muitos com looks que poderiam muito bem ter saído dos figurinos de um dos filmes do cineasta californiano, que se prepara para lançar, em abril próximo, sua aguardada versão em 3D de Alice no País das Maravilhas.


Divulgação/MoMA
Divulgação/MoMA / Tim Burton: seu cinema mescla elementos da arquitetura e da arte góticas, do cinema expressionista alemão e do teatro de terror Grand GuignolAmpliar imagem
Tim Burton: seu cinema mescla elementos da arquitetura e da arte góticas, do cinema expressionista alemão e do teatro de terror Grand Guignol
Cabelos em desalinho, peles muito pálidas, olheiras “nutridas” com orgulho e a onipresença do preto – nas botas, blusas, cachecóis, esmaltes de unha e até nos lábios. Vários companheiros de fila, entre eles muitos americanos, se parecem mesmo com personagens de Burton.
Quem deseja conferir a mostra (góticos e congêneres não contam com desconto especial) tem duas opções: comprar os ingressos on-line – certamente a escolha mais inteligente para quem souber quando estará na cidade com antecedência – ou fazer como o jornalista da Gazeta do Povo, que tentou duas vezes até conseguir os bilhetes. No primeiro dia, ficou uma hora e meia na fila até descobrir que todos os ingressos haviam sido vendidos – e, pela internet, só poderia adquiri-los para dali a quatro dias, quando não estaria mais em Nova York.
Na segunda tentativa, graças a dicas de um funcionário bastante atencioso do MoMA, o repórter acordou mais cedo e chegou à porta do museu às 8 horas – o dia não nasce antes das 7h durante o inverno. Já havia centenas de pessoas no hall se espremendo, se acotovelando, procurando escapar do frio, entre um gole e outro de café fumegante.
A estratégia dessa vez dá certo. Todo o esforço, cada minuto de espera, as horas de pé, valem a pena. A exposição, mais do que uma mostra de artes visuais, é uma viagem pelo mundo criativo e fantástico de Tim Burton, um diretor que, ao longo das três últimas décadas e em quase uma dezena e meia de filmes, forjou um universo imagético, narrativo e dramático muito particular. Uma mescla de elementos da arquitetura e da arte góticas, do cinema expressionista alemão e do teatro de terror Grand Guignol, que esguicha sangue com pitadas de humor.
Antes da entrada da mostra, em forma de uma bocarra aberta e cheia de dentes afiados, o visitante se depara com um painel que, providencialmente, lhe oferece uma cronologia da obra de Burton. Sugere que separar a filmografia do artista de sua biografia não é recomendável. Criador e criações são indissociáveis.
As obras em exibição – que vão de desenhos a figurinos dos longas-metragens, passando por pinturas, esculturas, bonecos, objetos de cena, esboços e vídeos com os curtas de animação e com atores de carne e osso feitos antes de Burton realizar seu primeiro longa, As Grandes Aven turas de Pee Wee (1985) – é um mergulho interativo e lúdico na subjetividade e na vida do diretor. E desde sua mais tenra juventude.
Desenhos feitos na década de 70, quando Burton ainda estava no colégio, na cidade de Burbank, região metropolitana de Los Angeles, já anunciam um garoto com uma imaginação bastante peculiar e fervilhante, interessado por seres bizarros, figuras ao mesmo tempo aterrorizantes e engraçadas, tudo permeado por uma sensibilidade inventiva e muito única, gerada por uma infância e uma adolescência sofridas do ponto de vista emocional. Mas também muito rica em referências, como quadrinhos, cinema e literatura de terror e ficção científica, seriados, Edgar Allan Poe...
Figura paterna
Nascido em 25 de agosto de 1958, Timothy Walter Burton viveu, ainda quando garoto, um trauma que lhe acompanharia por toda a vida: a saída de cena de seu pai depois de um doloroso processo de divórcio. O impacto da ausência paterna é presente em toda a obra cinematográfica do diretor, que sofre de transtorno bipolar e hoje vive em Londres, próximo da mulher, a atriz britânica Helena Bonham-Carter, e os filhos, Billy e Nell .
Essa lacuna afetiva está representada, de forma mais evidente, em um dos filmes mais emblemáticos de Burton, Edward Mãos-de-Tesoura (1990). O personagem-título, que marcou o início de uma parceria com o ator Johnny Depp que perdura até hoje, é um alter ego de Burton. Só e incapaz de tocar outros seres humanos por conta das próteses afiadas implantadas pelo seu criador/pai (vivido por Vincent Price, ídolo do diretor), já morto/ausente.
A única forma de Edward se aproximar das pessoas, e de alguma forma provar que não é um monstro destrutivo, é por meio da arte, das figuras que esculpe com suas mãos laminadas nos verdejantes gramados e cercas vivas de uma cidade americana suburbana arquetípica. Como Burbank, terra natal do diretor.
Na exposição do MoMA, é possível ver o croqui do personagem (veja figura nesta página), feito por Burton antes do início das filmagens, assim como seu figurino original, com as mãos-de-tesoura e tudo. Também está lá o traje de Mulher-Gato costurado no corpo de Michelle Pfeiffer em Batman – O Retorno(1992).
Em Peixe Grande (2003) e A Fán tástica Fábrica de Chocolate (2005), os protagonistas, respectivamente, Will Bloom (Billy Crudup) e Willy Wonka (Johnny Depp), têm relações ainda mais complicadas com a figura paterna. O pai do primeiro (Ewan McGregor, quando jovem, e Albert Finney, na velhice) tem uma vida fantástica e mirabolante, porém inventada, onde se refugia, mantendo o filho à distância. Já o de Wonka, um dentista londrino (Chris topher Lee, outro ícone do cinema de horror, como Vincent Price), é frio, rígido, cruel. Submete o filho a um aparelho ortodôntico elaborado e gigantesco que mais parece saído de uma oficina de instrumentos de tortura. Este também integra a mostra do MoMA.
Quem visita a exposição sente vontade de ficar minutos em frente de cada desenho, anotação ou figura tridimensional. Nem sempre é possível devido ao grande número de pessoas. Mas seu grande trunfo é, justamente, revelar um artista adorado pelo público, mas algo inatingível, ao ponto de se confundir com sua fantástica obra. Tudo que se vê no MoMA não o desmitifica, porém o explica e problematiza. O torna mais próximo, complexo. E fascinante.
Serviço
Exposição de Tim Burton. Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) (11 West 53 Street, Nova York, NY). Ingressos a US$ 20, US$ 16 (maiores de 65 anos) e US$ 12 (estudantes) na bilheteria ou pelo site www.moma.org/visit/calendar/tickets. Crianças até 16 anos não pagam. Em cartaz até 26 de abril.
16/01/2010 - 15h29

Spielberg fará documentário sobre a reconstrução do WTC

O diretor americano Steven Spielberg, que pretende fazer um documentário sobre a reconstrução do World Trade Center, em Nova York










O diretor americano Steven Spielberg vai fazer
 um documentário sobre a reconstrução
 do World Trade Center

"O esforço de reconstrução no Ground Zero é uma história comovente
de lembrança e renovação", disse o prefeito de Nova York, Michael

 Bloomberg, em um comunicado.
"O fato de que Steven Spielberg --um dos maiores cineastas de nosso
tempo-- vai produzir um documentário sobre isso garante que a história
 seja mostrada para pessoas em todo o mundo por gerações".
O Science Channel disse que a série usaria 3D, câmeras de intervalo de
 tempo, técnicas de modelagem por computador e outros métodos de alta
 tecnologia para reviver a história.
O arranha-céu de vidro, anteriormente conhecido como "Torre da Liberdade",
 mas rebatizado de World Trade Center no ano passado, será o prédio
mais alto dos Estados Unidos e a peça central do novo World Trade Center.
 O local também vai incluir um Museu Nacional e um Memorial do
 11 de setembro.
Os esforços de reconstrução foram paralisados várias vezes depois
 de lutas legais com empresas de seguros, com o pessoal da segurança
 e projetistas e por não conseguir atrair locatários.
Um total de 2.752 pessoas morreu em 11 de setembro de 2001, quando
sequestradores lançaram dois aviões contra as Torres Gêmeas do WTC
no bairro financeiro de Nova York.
O trabalho na Torre da Liberdade começou oficialmente no fim de 2006
e deve ser completado em 2013.
nosferatu_83

O CINEMA SEMPRE TEVE ÓTIMOS DIRETORES,
E SE EU FOSSE COLOCÁ-LOS TODOS AQUI,
PRECISARIA DE  UNS DEZ BLOGS.
ESSES SÃO APENAS ALGUNS DELES AO QUAL,
 EU ADMIRO SEUS TRABALHOS, TAMBÉM NÃO 
PODERIA DEIXAR DE CITAR O GRANDE ORSON
WELLS, ALFRED HICHTCOK, GLAUBER ROCHA,

 CHARLES CHAPLIN, FERNANDO MEIRELLES,
CLINT EASTWOOD, MEL GIBSON, SPIKE LEE, 
GROUXO MARX, E UM DIRETOR FANTASTICO 
ALEMÃO QUE EM CIMA DA HORA DA ESTREIA
 DO SEU FILME DE DRACULA, EM 1922,
 TEVE QUE FAZER UMA MANOBRA LOUCA, PARA
 PODER ESTREIAR SEU FILME, Á VIUVA DE 
BRAHM STOCKER, ACHOU POUCO, OS DIREITOS
 PAGOS PELA HISTORIA DO MARIDO. E BARROU 
O FILME NA JUSTIÇA, O DIRETOR ENTÃO, F. W.
 MURNAU, TROCOU O NOME DO FILME DE DRACULA 
PARA NOSFERATU O VAMPIRO, PRATICAMENTE.
EM CIMA DA HORA DA ESTREIA,SEM DUVIDA ESSE
 FOI LITERALMENTE, UM ETERNO GOLPE DE MESTRE. 
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